30 de dezembro de 2014

O blog chega ao seu fim com a missão cumprida!

   Após quase 5 anos, pouco mais de 600 postagens, mais de 16 mil comentários e 2 milhões e 100 mil visitas, o blog chega ao seu fim com a certeza de ter cumprido o seu papel: o de facilitar o acesso a informações que o próprio blogueiro teve enorme dificuldade em encontrar há alguns anos e quis evitar que o mesmo se repetisse com outras pessoas. Foram anos tentando desvendar mitos da fotografia, fazendo de tudo para que a verdadeira informação chegasse ao maior número de pessoas possível. Esta meta foi certamente alcançada.

   Fiz muitos amigos com este blog, muitos leitores mantém contanto comigo até hoje e após a parceria com o curso Grande Angular tive o prazer de conhecer muitas pessoas que liam o blog, além da minha mestra e grande amiga Marcia Costa. Agradeço à Noemi pelo empurrão inicial que deu vida ao blog, e à Wiviany que foi a primeira leitora do blog e permaneceu fiel até o fim dele! Através dele também conheci a Claudia D'Elia que tantas vezes colaborou com matérias para o blog. Também por meio do blog, vi muitos começarem na arte da fotografia, acompanhei a evolução deles e hoje já posso considerá-los grandes fotógrafos como o Pedro Dantas Ribeiro e a Alexandra Holanda Paiva, fora inúmeros outros que não citei aqui mas sabem que os acompanho de perto.


   Também devo agradecer aos fotógrafos Cid Costa Neto, Alexandre Maia e Diogo Guerreiro que confiaram no meu trabalho e me convidaram para fazer parte de outros projetos, aos quais me dedicarei mais a partir do ano de 2015. Continuarei fazendo a mesma coisa como colunista quinzenal do Resumo Fotográfico e co-responsável pela parte de equipamentos (ao lado do Alexandre Maia) no Fotografia-DG. E, especialmente agradeço à Mariana, minha companheira de todos os dias, que elaborou este layout e me ajudou tantas outras vezes no design e no conteúdo do blog.

   Por fim devo agradecer a cada leitor que esteve presente aqui comentando, fazendo sugestões, até me xingando (qual blogueiro nunca passou por isso, né?), contribuindo com doações, ou até mesmo apenas lendo e marcando sua presença. A todos vocês devo eterna gratidão, pois foram vocês que fizeram o Foto Fácil chegar onde chegou, um blog totalmente independente, sem recursos financeiros e sem nenhuma ajuda externa. Agora chegou o momento de tocar outros projetos pessoais, o próximo ano será de muito trabalho!

   E gostaria de dizer que todo o conteúdo do blog continuará disponível enquanto o Google permitir, com as doações que recebi este ano consegui pagar o domínio que continuará valendo até o final de 2015 e se as doações continuarem a chegar seguirei renovando o domínio. Os comentários que continuarem chegando aqui, na fanpage e por e-mail serão respondidos da mesma forma como é feita hoje, isso não vai mudar. No meu perfil pessoal do facebook não responderei mais, pois não recebo notificações de mensagens inbox.

   Feliz 2015 a todos!

Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

23 de dezembro de 2014

Evolução das câmeras digitais (Ano de 2014)

   O ano de 2014 teve poucas inovações, foi o ano de afirmação das boas novidades dos dois anos anteriores. Mas pude selecionar algumas câmeras que tentaram mostrar algo diferente como a Canon N100, que foi uma versão premium da série N lançada pela Canon em 2013. Conhecida por praticamente não ter botões, desta vez a novidade fica por conta da dupla câmera como se fosse um smartphone: enquanto a frontal faz o papel principal da câmera, a traseira assume a função chamada Story Camera criando álbuns quando as duas câmeras são usadas em conjunto. Conta com sensor de 12 megapixels medindo 1/1.7 de polegada e a mesma objetiva clara da Canon S120 e tudo isso sem tirar o foco principal desta série que é a conectividade.
Canon N100 "Stry Camera"
   A Fuji também teve seu momento inovador quando anunciou a primeira superzoom selada contra respingos e poeira, a Fuji S1. Com sensor padrão de 16 megapixels e 50x de zoom cobrindo distância focal entre 24-1200mm, se tornou uma das melhores opções deste ano nessa categoria de câmera. Ainda fotografa em RAW e possui wi-fi integrado.
Fuji S1
 
   A novidade da Samsung em uma superzoom este ano foi mais um penduricalho do que algo realmente útil: a Samsung WB2200 traz um grip vertical embutido que pouca falta faz para o tipo de público desta câmera. É um raro exemplar de superzoom de grande porte da Samsung que possui controles manuais, e talvez o grande atrativo desta câmera nem seja o grup vertical, e sim os 20mm de grande angular que junto aos 1200mm em tele totalizam 60x de zoom.
A imponente Samsung WB2200
   Outra superzoom que trouxe um penduricalho, mas que na prática torna-se um pouco mais útil, foi a Olympus SP100. Chamada também de "Eagle Eye", possui um dispositivo que auxilia na focagem em assuntos muito distantes chamado Indicador de Ponto Integrado. Com 50x de zoom entre 24-1200mm e uma lente relativamente clara para os padrões atuais das superzoom, é muito difícil de ser encontrada no mercado nacional.
Olympus SP100
   Outra novidade da Samsung foi a criação de um novo sistema mirroless chamado NX Mini, com lente menores e mais leves e uma câmera com sensor de 1 polegada tornando-se concorrente direta da Nikon neste nicho. Ainda é um sistema novo, com poucas lentes e apenas uma única câmera, com preço baixo é capaz de vingar.
Samsung NX Mini
   Mais um sistema mirrorless estreou neste ano de 2014, o Leica T. Surpreendentemente a Leica, que é uma das principais fabricantes envolvidas no sistema Micro 4/3, inaugura uma nova baioneta para explorar o máximo de qualidade de suas objetivas. Com sensor APS-C de 15 megapixels, seu design foi elaborado em conjunto com a fabricante alemã de automóveis Audi, e por enquanto há apenas duas objetivas para este sistema.
Leica T
   A colaboração da Pentax para esta matéria foi, provavelmente, a mais inusitada de todas: a Pentax K-S1 é uma reflex de entrada repleta de LEDs coloridos em seu grip e funcionam de acordo com algumas funções pré-definidas na câmera. Possui sensor CMOS de 20 megapixels e, como não poderia deixar de ser, são 12 cores disponíveis (por enquanto, pois com a Pentax esse número pode sempre aumentar) ára o usuário.
A iluminada Pentax K-S1
   E para finalizar, a primeira compacta do mundo com sensor 4/3: a Panasonic LX100. Com aproximadamente 3.1x de zoom entre 24-75mm, é repleta de acessos a os controles manuais sendo uma câmera bastante ágil. Possui inclusive um dial próprio para o controle de tempo de exposição como as antigas câmeras de filme.
Panasonic LX100
Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

19 de dezembro de 2014

Compactas de 2014 com sensor a partir de 1 polegada

   Este foi, com total certeza, o ano em que mais se lançou câmeras compactas com sensores grandes. Este movimento das fabricantes já havia se iniciado timidamente em 2012, a concorrência se acirrou em 2013, e neste ano de 2014 esse nicho de câmeras se consolidou de tal forma que parece que as compactas premium com sensor de 1/1.7 de polegada já são tão pouco atrativas quanto as compactas padrão com sensor de 1/2.3 de polegada. Selecionei cinco câmeras (mas foram lançadas muito mais) para este comparativo, o último do ano: Canon G1x Mark II, Canon G7xPanasonic FZ1000Panasonic LX100 e Sony RX100 Mark III.

Algumas considerações finais:
  • Em vermelho estão as especificações das câmeras que se destacaram em cada item
  • Este é o comparativo mais difícil de ser interpretado pois possui câmeras com 3 tamanhos diferentes de sensores e para escolher os destaques de resolução, abertura e preço médio me baseei no tamanho do sensor
  • Todas as câmeras deste comparativo possuem wi-fi e NFC e fotografam em RAW
  • Nos vídeos Full HD considerei que o arquivo MP4 é mais amigável e fácil de trabalhar do que o AVCHD
  • Não se deve basear a escolha de uma câmera apenas por especificações, elas não indicam qual câmera possui melhor qualidade de imagem, servem apenas para comparação
Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

17 de dezembro de 2014

Compactas premium de 2014 com sensor menor que 1 polegada

   Este comparativo teve um título um pouco diferente porque foi a forma que eu encontrei para encaixar as câmeras compactas em apenas duas subcategorias. Como os leitores puderam acompanhar durante o ano, o mercado fotográfico mudou e além do sensor de 1/1.7 de polegada as fabricantes estão investindo em sensores maiores para recuperar o terreno perdidopara os smartphones. As câmeras que fazem parte deste comparativo são Canon S200, Casio EX-100, Fuji X30 e Nikon P340.

Algumas considerações finais:

  • Em vermelho estão as especificações das câmeras que se destacaram em cada item
  • Efetuando cálculo de equivalência de abertura fica constatado que é melhor ter f/2.0 em um sensor de 2/3 de polegada do que f/1.8 em um sensor de 1/1.7 de polegada para efeitos de profundidade de campo
  • Como a abertura máxima em tele da Casio EX-100 é f/2.8 em 300mm, considerei melhor do que f/2.8 em 112mm da Fuji X30, mesmo com a diferença de tamanho do sensor
  • Por usar um sensor CCD a Canon S200 não faz vídeos Full HD, apenas HD
  • Não se deve basear a escolha de uma câmera apenas por especificações, elas não indicam qual câmera possui melhor qualidade de imagem, servem apenas para comparação
Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

15 de dezembro de 2014

As melhores superzoom de grande porte de 2014

   Hoje é o dia do segundo quadro comparativo do guia de compras de fim de ano, afinal vocês já receberam a segunda parcela do 13º salário ou ainda vão receber até o final dessa semana. As escolhidas foram Canon SX60, Fuji S1, Nikon P600 e Sony HX400.

Algumas considerações finais:

  • Em vermelho estão as especificações das câmeras que se destacaram em cada item
  • Cuidado, não se enganem pelo maior zoom da Canon SX60, reparem que nem sempre maior zoom quer dizer maior alcance e este é um caso clássico disso
  • A Fuji S1 possui uma particularidade que coloca certa vantagem sobre as rivais: ela é selada contra poeira e respingos d'água
  • As informações de alcance de flash nem sempre servem como comparação real, dependem de muitas variáveis
  • Não se deve basear a escolha de uma câmera apenas por especificações, elas não indicam qual câmera possui melhor qualidade de imagem, servem apenas para comparação
Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

12 de dezembro de 2014

As melhores superzoom de pequeno porte de 2014

   Este ano de 2014 ficou marcado pelo escasseamento de boas câmeras compactas de baixo custo, ter uma superzoom de pequeno porte ficou mais caro e a qualidade foi sendo deixada de lado pelos fabricantes restando poucas opções para o consumidor. Vejamos o que eu consegui garimpar este ano, selecionando câmeras com modo manual e alcance máximo de, pelo menos, 480mm para compor este quadro comparativo que tem Canon SX700, Olympus SH1, Panasonic ZS35 e Samsung WB350.

   Algumas considerações finais:
  • Em vermelho estão as especificações das câmeras que se destacaram em cada item
  • A resolução de todas as câmeras é praticamente a mesma, não há o que se destacar ali
  • Escolhi o monitor touchscreen por achar que em câmeras com wi-fi ele é mais importante do que um inclinável
  • As informações de alcance de flash nem sempre servem como comparação real, dependem de muitas variáveis
  • Não se deve basear a escolha de uma câmera apenas por especificações, elas não indicam qual câmera possui melhor qualidade de imagem, servem apenas para comparação
Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

9 de dezembro de 2014

Evolução das câmeras digitais (Ano de 2013)

   Após o ano de 2012 que foi, sem sombra de dúvida, o mais inovador na história da fotografia em termos de equipamentos (basta ver aqui e aqui que foi preciso escrever duas matérias para mostrar isso) parecia que não havia mais em que inovar. Mas a Samsung, como boa vanguardista que sempre foi, mostrou que ainda havia algo a explorar e investiu em sistemas operacionais móveis em suas câmeras. Primeiro ao trazer o Tizen para sua mirrorless Samsung NX300M e depois ao trazer o android para sua Galaxy NX.
A Samsung NX300M até que é bonitinha
   A Samsung NX300M nada mais era do que um relançamento da NX300, só que dotada deste sistema operacional chamado Tizen que começaria a aparecer com mais frequência em suas mirrorless dali para a frente. Uma câmera bem compacta com um sensor APS-C de 20 megapixels que vem fazendo sucesso inclusive no Brasil, onde o mercado de câmeras mirrorless é pouquíssimo explorado.
A Samsung Galaxy NX não caiu muito nas graças do povo
   E a segunda tentativa da Samsung em oferecer uma câmera mirrorless com dispositivo móvel foi desta vez em um grande corpo assemelhando-se a uma câmera reflex, a Samsung Galaxy NX. Também com um sensor APS-C de 20 megapixels e uma gigante tela LCD de 4.8 polegadas toda em touchscreen, não há nenhum botão no seu painel traseiro. Acredito não ter feito grande sucesso, pois não houve uma sucessora dela até o presente momento.
Em um primeiro momento parece uma câmera estranha, e realmente a Canon N é estranha
   A inovação da Canon também foi no sentido da conectividade, com wi-fi integrado e touchscreen. Foi criada uma câmera quadrada sem botão de disparo, o que a torna uma câmera tão funcional tanto para destros quanto para canhotos. O disparo é feito por um clique no próprio anel da lente e o flash é apenas um led. A Canon N utiliza o acalamd sensor de 12 megapixels no tamanho padrão das compactas. Meses depois foi criada a Canon N Facebook Ready que havia o acréscimo de um botão de compartilhamento instantâneo com o facebook.
A Nikon AW1 consegue ser bastante compacta mesmo à prova d'água
   A Nikon trouxe duas grandes novidades, entre elas a primeira câmera digital de lentes intercambiáveis à prova d'água, a Nikon 1 AW1. Com resolução de 14 megapixels em um sensor de 1 polegada, ainda não é um sistema que chama atenção pois os preços são muito elevados em comparação com as Micro 4/3 e outras mirrorless que usam sensor APS-C.
A Nikon Df é uma das mais belas câmeras digitais que já vi
    A segunda novidade da Nikon foi a exuberante Nikon Df, uma reflex com sensor full frame de 16 megapixels e um lindo visual retrô que agrada os mais saudosistas também por outro motivo: é uma rara câmera digital que não faz vídeos. Um primor de câmera e só não é o destaque maior de 2012 porque a Sony aprontou...
Sony A7R é uma câmera estupenda, vale cada centavo
   A Sony anunciou o que seria não só a primeira mas as duas primeiras mirrorless com sensor full frame de todos os tempos, uma verdadeira afronta às poderosas fabricantes de câmeras, quase um deboche. As Sony A7 e A7R tinham como única diferença o sensor que é de 24 megapixels na primeira e de 36MP na segunda e sem o filtro OLPF. O sucesso foi tanto que já há outras duas mirrorless full frame da Sony, uma delas especialmente dedicada a vídeos. Chega a dar pena da concorrência.

Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

4 de dezembro de 2014

Entendendo as principais siglas das objetivas Nikkor

   Há muito tempo venho percebendo que acontece um mal-entendido em relação à "sopa de letrinhas" que acontece nas lentes Nikkor. Há muita confusão criada com essa história de "tem motor de foco ou não tem" e vou tentar esclarecer esse pequeno erro que é cometido não só por iniciantes, tem muita gente experiente no assunto trocando as bolas, ops, as letras.
Versão especial da Nikkor 50mm f/1.8G que pode ser encontrada no kit da Nikon Df
   O erro é associar a letra G, que existe na nomenclatura das lentes Nikkor logo após a abertura,  à presença de motor de foco. Exemplo: AF-S Nikkor 50mm f/1.8G. Normalmente os usuários das câmeras Nikon das séries D3xxx e D5xxx procuram por objetivas que possuam motor de foco próprio para suprir a ausência deste motor em suas câmeras, e então surge o mal-entendido: Tem a cinquentinha G? Sim, a versão G possui o motor de foco, mas não é isso que determina que ela o tenha. Reparem na outra sigla, a que vem no início do nome: AF-S. Sim, esta é a sigla que determina que a objetiva possui o desejado motor de foco, permitindo que se faça autofoco com esta objetiva em todas as DSLR Nikon. Em outras objetivas poderão perceber que seus nomes começam com a sigla AF (sem o S), isto quer dizer que estas objetivas não possuem motor de foco e só farão autofoco nas DSLR Nikon mais avançadas, da série D7xxx em diante.
Uma das várias versões de objetiva Nikkor 70-300mm, esta é uma G e não possui motor de foco
   Mas não são todas as objetivas G que possuem motor de foco? NÃO. Definitivamente, não. São poucas as lentes Nikkor G que não possuem motor de foco, mas elas existem e vou citar os exemplos que eu conheço: 28-80mm f/3.3-5.6, 28-100mm f/3.5-5.6, uma das versões da 70-300mm f/4-5.6 e a fisheye 10.5mm f/2.8. Todas estas objetivas são G, mas agora surge uma nova pergunta: o que quer dizer esta bendita letra G nas objetivas Nikkor? Quer dizer apenas que elas não possuem um anel de abertura, que esta é controlada eletronicamente pela câmera. Agora chega de confusão! Se você quer uma objetiva com motor de foco para câmeras Nikon peça a versão AF-S.


Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

1 de dezembro de 2014

Mural Novembro/2014

   Mantendo a fiel tradição dos últimos anos, todo início de mês elaboro uma lista com imagens criadas pelos talentosos leitores do blog. Desta vez uma lista um pouco maior do que o habitual, pois esta será a última galeria com fotos do leitor, estou encaminhando novos projetos para o ano de 2015 e algumas mudanças precisam ser feitas. Vamos às artes e aos artistas deste mês:

Marcelo Carvalho usando Sony HX9

Antonio Marin usando Canon SX30

Marcelo Guerra usando Canon T2i + 18-135mm

Henrique Stel usando Fuji XQ1

Angelo Márcio Vale Silva usando Nikon D3100 + 18-55mm

Diego Reghini usando Canon SX510

Marcelo Seixas usando Canon 5D Mark III + 70-200mm f/2.8

Fábio Sagat usando Motorola Moto X

   Tentei fazer uma galeria muito maior e divulgar mais fotógrafos mas, infelizmente, a única forma de postar fotos do Flickr aqui no blog é por HTML e nem todos permitem o compartilhamento de suas fotos desta forma. Agradeço a todos que abrilhantaram o blog durante todo este tempo e peço que continuem enchendo o nosso grupo no Flickr de imagens belíssimas como as que foram vistas aqui nos últimos 4 anos.

Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

25 de novembro de 2014

Samsung NX1, mirrorless para profissionais

   Há alguns dias falei de uma super objetiva de kit e prometi que iria falar da câmera que a carrega como kit, a Samsung NX1 é a tentativa mais séria da Samsung de entrar no mercado de câmeras para uso profissional. Até então, a linha mirrorless desta marca seguia uma tendência de agradar apenas a hobbystas e atrai bastante o público jovem por contar com wi-fi integrado em quase todos os seus modelos atuais. Tudo bem que é uma mirrorless em corpo de DSLR, não tem nada de compacto nela, mas é disso que profissionais gostam.
A aparência da Samsung NX1 é totalmente de um corpo DSLR
   A Samsung NX1 é equipada com sensor CMOS de 28.2 megapixels (APS-C com resolução total de 30.7MP); possui 209 pontos de autofoco (153 pontos cruzados); fotografa nas proporções 3:2, 1:1 e 16:9, nos formatos JPEG e RAW; o tempo de exposição varia entre 1/8000 e 30 segundos incluindo modo bulb; sensibilidade ISO 200-25600 expansível até 51200; o modo contínuo alcança até 15fps (limitado a 70 imagens) com autofoco e resolução máxima; possui flash pop-up de número-guia 11 em ISO 100; possui wi-fi, NFC e bluetooth; faz vídeos Full HD com taxa de 60fps, UHD em 30fps e 4K em 24fps nos formatos MP4 e AVI com som estéreo; seu monitor Super AMOLED inclinável e sensível a toque mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria com capacidade para cerca de 500 fotos por carga.
O viewfinder (raro em mirrorless) é uma ótima alternativa ao monitor Super AMOLED
   Você não leu errado: são 209 pontos de autofoco por contraste (205 por detecção de fase) e espantosos 153 pontos cruzados. As especificações são, de fato, bastante agressivas mas infelizmente aqui no Basil essa câmera não terá vez devido ao mundinho tosco da briguinha Canon x Nikon. Esta será apenas mais uma entre dezenas de excelentes câmeras mirrorless que só chegam aqui, no máximo, por vias oficiais custando preços absurdos que a maioria não pode pagar. Se fosse uma câmera Canon ou Nikon certamente causaria tremendo alvoroço e os new photographers estariam contando os dias para tê-la em mãos. Mas é uma Samsung e mesmo que ela tenha aprendido a fazer câmera o público brasileiro recusa-se a enxergar isso e  chamado "mercado cinza" não se interessa em trazer para nós essa e tantas outras belezuras.
O dial da esquerda serve para controlar a exclusiva i-Function
   Opinião do blogueiro: A câmera é espetacular, possui praticamente todos os recursos que possibilitem o uso profissional dela, além da farta conectividade que ainda pode incluir o georreferenciamento de imagens caso a conecte a um dispositivo móvel com GPS integrado. Já há uma boa oferta de lentes NX (pelo menos no exterior), o que vem tornando este sistema cada vez mais forte. Prevista para chegar ao mercado na semana que vem no exterior, custará 1500 dólares o corpo, 1700 dólares o kit com a objetiva 16-50mm f/3.5-5.6, e 2800 dólares o kit com a objetiva 16-50mm f/2.0-2.8. Totalmente recomendada a quem tem facilidade para comprar no exterior e pretende utilizar um sistema mirrorless para uso profissional.

Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

19 de novembro de 2014

A objetiva de kit mais clara que existe

   Todos nós já lemos ou ouvimos falar, em algum momento, que lente do kit não presta para nada e uma das principais reclamações é que ela é muito escura. Normalmente é mesmo, até porque as fabricantes escolhem uma lente básica e barata para acompanhar a câmera, mas é uma básica que normalmente funciona razoavelmente bem em todo tipo de foto, sta é uma vantagem que poucos enxergam. E na luta deste blog para alertar sobre sistemas alternativos aos comuns DSLR, encontrei na Samsung uma grata surpresa quando falamos de lente de kit: uma que consegue ser clara em toda a sua extensão. Isso é raríssimo e eu não me lembro de já ter visto alguma outra como esta que vamos ver no próximo parágrafo.
Os botões da lente, de cima para baixo: i-function, modo de focagem e estabilização
   A Samsung NX 16-50mm f/2.0-2.8 S ED OIS possui abertura mínima f/22; diafragma circular de 9 lâminas; possui estabilização de até 2.75 pontos; construção óptica de 18 elementos (sendo 3 asféricos, 2 de alta difração e um de extra baixa dispersão) em 12 grupos; distância mínima de foco de 30cm; o diâmetro para filtro é de 72mm; mede cerca de 8.1x9.6cm e pesa aproximadamente 622 gramas. É selada contra respingos e poeira e possui silencioso sistema de autofoco UPSM (motor de passo ultra preciso). Esta é a primeira lente da série S, as de mais alta qualidade da Samsung (tal qual a série L da Canon).
Esquema mostrando os sete elementos especiais de correção da Samsung 16-50mm f/2.0-2.8
   Opinião do blogueiro: Obviamente, pelas especificações, não se trata de uma simples lente de kit. É uma objetiva de altíssimo desempenho dedicada a uso profissional com um ângulo bastante largo e bastante clara mesmo em 50mm, mesmo as câmeras mais avançadas dos sistemas mais conhecidos não possuem uma lente tão poderosa em seus kits. Além disso, ainda conta com revestimento todo em metal e a exclusiva i-function criada pela Samsung. Seu valor médio no exterior é de 1100 dólares, um valor razoável para profissionais que procuram uma objetiva zoom tão clara como esta e selada contra intempéries. Nos próximos dias falarei sobre a câmera que é o par perfeito para esta lente.

Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

14 de novembro de 2014

Fotografando silhuetas

   Ao fazer um retrato, geralmente tentamos usar a iluminação mais clara possível, com o intuito de mostrar em detalhes o rosto das pessoas e não criar sombras, realçando todas as expressões faciais.

   Eu disse “geralmente”, pois muitas vezes, propositalmente, fugimos do que é considerado correto. Assim, alguns retratos intencionalmente podem produzir sombras no rosto do modelo, para dar um ar de mistério.

   E em alguns retratos buscamos uma “sombra total”, que são os retratos contraluz, para produzir silhuetas. Eu particularmente adoro fotos de silhuetas, que, quando bem exploradas, rendem resultados incríveis, de diferentes expressões corporais.

   Para conseguir uma foto de silhueta você precisa basicamente de duas coisas: uma luz forte atrás do assunto fotografado (seja do sol ou artificial) e o objeto da sua foto colocado à frente dessa luz, ou seja, a luz fica atrás.

   É preciso então fotometrar na luz de trás, no cenário da sua foto, esquecendo o modelo, que logo vai escurecer. Jamais fotometre no modelo e jamais use flash para conseguir fotos de silhuetas. Usar uma abertura de diafragma mais fechada vai te ajudar bastante a conseguir o objetivo desejado.

   Você pode abusar da criatividade e pedir ao modelo para fazer poses engraçadinhas, e pode também fotografar as pessoas naturalmente, nas ruas. É possível também criar lindas fotos de silhuetas de arquitetura e de paisagens naturais.

   Eu me chamo Claudia D’Elia e sou fotógrafa autoral e “amadora”, no mais amplo sentido da palavra! Vou trazer para vocês, aqui no Foto Fácil, dicas, truques, quebra-galhos, informações e tudo mais que eu puder sobre esse assunto que amamos: fotografia! Se você quiser conhecer mais do meu trabalho, visite e curta minha página no Facebook: https://www.facebook.com/claudiadeliafotografia

Siga o Foto Fácil no Facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

10 de novembro de 2014

A patrulha da Full Frame

   No ano passado eu escrevi sobre um assunto que me incomoda bastante, a patrulha da reflex, que consiste em sempre indicar uma câmera reflex (ou DSLR, como queiram) para todos os fotógrafos, mesmo aqueles que nunca pegaram em uma câmera na vida. O argumento (na minha humilde opinião, totalmente infundado) é o de que câmera compacta não serve para nada. isso nunca foi e continuará não sendo verdade e se quiserem detalhes é só clicar no link na primeira linha. Já o estopim para aquela patrulha é o mesmo que motiva esta agora, a popularização das câmeras mais avançadas do mercado.
Esquema retirado do site Gizmag
   Uma breve introdução sobre o que é full frame, é o sensor de imagem com tamanho semelhante ao do antigo fotograma de filme das câmeras analógicas amadoras. Gosto de frisar bem a palavra "amadoras" porque os new photographers que chegaram na era digital acham que as full frame são o supra-sumo da fotografia digital, quando na verdade estão um pouco longe disso. Provavelmente nunca ouviram falar em médio e grande formatos mas isso não é assunto por ora. A patrulha da reflex atinge todo um universo de gente que ama fotografia enquanto a patrulha da full frame abrange a grande porcentagem de fotógrafos que querem ou já ingressaram no mercado de trabalho. Afinal, fotografia é a profissão da moda e já está tão nivelada por baixo que não basta não quererem estudar, eles tem que ter uma câmera acima do (baixo) nível de conhecimento deles.
Neste outro esquema aqui do www.barnabyaldrick.com temos uma comparação do médio formato com o pobre full frame
   É público e notório que tem muita, mas muita gente mesmo, que se aventura a comprar uma câmera (muitas vezes sem saber se ela atende os requisitos mínimos) e sem ter conhecimento algum de fotografia já sai ganhando seus tostões por aí. O sol nasce para todos, mas a parcela de novos "profissionais" que não querem estudar fotografia é muito grande e fica muito difícil encontrar bons profissionais na praça. E estes novos profissionais, quando procuram a nova meca dos iniciantes (os grupos de fotografia no facebook) para perguntar por bons equipamentos tem recebido a seguinte resposta: "câmera tal é boa mas eu já partiria para uma full frame". Por que a full frame? O argumento alegado é de que causa baixo ruído. E os sensores APS-C que já são enormes e tão bem desenvolvidos a ponto de possuírem resoluções acima dos 20 megapixels com ruído relativamente baixo? Estas não são mais indicadas? Até bem pouco tempo eram, mas eis que as duas gigantes da fotografia lançam uma nova subcategoria de câmeras, a full frame de entrada.
Nikon D600 com grip vertical acoplado
   Canon 6D e Nikon D600 foram os primeiros exemplares desta subcategoria e os olhos dos fotógrafos menos abastados brilharam quando souberam que poderiam gastar pouca coisa a mais e ter o tão sonhado sensor full frame. O problema é que só se tem olhos para o tamanho do sensor agora e todo o resto que compõe uma câmera foi esquecido: vida útil do obturador, modo contínuo, resistência do corpo, capacidade de processamento, pontos de foco, mídias de armazenamento, autonomia da bateria e visor. Reparem que  não citei vídeos, GPS, wi-fi e qualidade do LCD pois não são itens que julgo tão importantes a quem quer ser um profissional da fotografia.
Canon 7D Mark II e Canon 6D lado a lado
   Vamos fazer um breve comparativo entre Canon 6D (full frame de entrada) e Canon 7D Mark II (APS-C mais avançada) para saber o que esta marca tem a nos oferecer nestas duas subcategorias de câmera:













   Reparem que a 6D só é melhor que a 7D Mark II no tamanho do sensor e na autonomia da bateria, e confesso que não esperava uma diferença tão grande na autonomia mas possivelmente os dois processadores são responsáveis por grande parcela deste alto consumo. Mas será que isso vale mais do que o doboro de vida útil do obturador? Mais do dobro de velocidade do modo contínuo? Um processador mais atual (aliás, dois processadores mais atuais)? Quase 6 vezes mais pontos de autofoco? Isso sem falar no massacre 65x1 em pontos cruzados. A diferença de enquadramento do visor é pequena mas eu sempre vou preferir trabalhar com 100% da cobertura de visão.
Nikon D7200 vai brigar de igual para igual com a Canon 7D Mark II quando chegar ao mercado
   Então fica a pergunta aos new photographers: será que realmente é tão importante assim ceder ao status de dizer que tem uma câmera full frame sendo que, nitidamente, você perde desempenho? Na Nikon esta diferença é bem menor, por dois motivos: a Nikon D610 é nitidamente superior à Canon 6D, sua concorrente direta; e a Nikon D7100 é nitidamente inferior à Canon 7D Mark II, sua também concorrente direta. Mas temos que fazer a importante ressalva de que a D7100 possui um ano e meio de atraso em relação à 7D Mark II enquanto a 6D possui um ano de atraso em relação à D610. Hoje em dia, com um avanço tecnológico tão acelerado, isso pode fazer grande diferença.

Siga o Foto Fácil no facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

7 de novembro de 2014

Família Fuji Instax

   A Fuji é uma empresa que merece todos os elogios pelo resgate do seu nome, que andava meio em baixa devido ao excesso de câmeras superzoom de qualidade duvidosa, com o desenvolvimento de um sensor com matriz diferente que coloca toda a concorrência a correr atrás do prejuízo e com suas belas e competentes câmeras da série X, tanto compactas como mirrorless. Mas a Fuji também vem tentando resgatar outra coisa: a fotografia instantânea com as suas câmeras intituladas Instax.
Esta imagem do Photojojo mostra o formato das fotos das Fuji Instax
   As Fuji Instax Mini funcionam no melhor estilo Polaroid: você adquire um pack de filme com 20 poses e faz minúsculas fotos medindo 6.2x4.6cm descontada a borda branca, menores que um cartão de crédito, enquanto as Fuji Instax Wide usam filmes maiores e fazem fotos medindo 6.2x9.9cm, também no estilo Polaroid. Como o Brasil sempre fica para trás em relação a equipamentos, vou falar um pouco de todas as Fuji Instax que já foram lançadas no exterior.
Fuji Instax Mini 8, a mais simples e fácil de encontrar de todas
   A Fuji Instax Mini 8, encontrada com certa facilidade aqui no Brasil, possui objetiva 60mm; abertura máxima f/12.7; faz foco a partir de 60cm; tempo de exposição fixo em 1/60; há um controle ao redor da lente que regula a abertura de acordo com a luminosidade local; o flash com alcance de até 2.7 metros sempre dispara em todas as fotos; e é alimentada por 2 pilhas AA com capacidade para 10 filmes.
A Fuji Instax Mini Neo Classic 90 faz jus ao clássico no nome
   A Fuji Instax Mini 90 Neo Classic, também encontrada no Brasil, possui objetiva 60mm; abertura máxima f/12.7; possui modo macro de 30cm, normal de 60cm e paisagem de 3 metros; o tempo de exposição varia entre 1/400 e 1.8 segundo, incluindo modo bulb de até 10 segundos e temporizador; possui controles de flash e brilho, além de LCD indicando nível de bateria e número de fotos restantes; e é alimentada por bateria com capacidade para 10 filmes.
Há várias edições especiais de Fuji Instax da Hello Kitty, mas com o formato da cabeça essa é a única
   A Fuji Instax Mini Hello Kitty possui as mesmas especificações da Fuji Instax Mini 8, com as diferenças de possuir um bizarro formato de cabeça da gatinha sem boca, um micro espelho ao lado da lente para auxiliar nos autorretratos e uma lente close-up que faz macros de 35cm. Nunca vi vender aqui no Brasil.
A Fuji Instax Mini 50S talvez seja a mais bonita de todas, na minha desprezível opinião
   A Fuji Instax Mini 50S possui objetiva 60mm; abertura máxima f/12.7; possui modo macro de 30cm, normal de 60cm e paisagem de 3 metros; o tempo de exposição varia entre 1/400 e 1/3 de segundo e temporizador; possui controles de flash e brilho, e dois botões de disparo (um vertical e outro horizontal); e é alimentada por 2 baterias CR2 (aquelas pilhas pequenas e bem gordinhas) com capacidade para 30 filmes. Vendida no Brasil por alguns picaretas vendedores autônomos.
E a Fuji Instax Mini 25 talvez seja a mais feia de todas (a da cabeça é hors concours, não vale)
   A Fuji Instax Mini 25 possui as mesmas especificações da Fuji Instax Mini 50S com a diferença do foco a partir de 50cm e alcance do flash de até 2.5 metros. Encontrada no Brasil com certa dificuldade.
A edição especial chocolate da Fuji Instax Mini 7S fez muito sucesso
   A Fuji Instax Mini 7S possui as mesmas especificações da Fuji Instax Mini 8, mas o controle de abertura de acordo com a luminosidade fica agora em um dial no alto da câmera e ela é alimentada por 4 pilhas AA com autonomia para 30 filmes.
A Fuji Instax Wide 300 é a mais séria de todas, possui até anel de foco
   A Fuji Instax Wide 300 possui objetiva 95mm; abertura máxima f/14; faz foco a partir de 90cm (possui lente close-up para foco a partir de 40cm); tempo de exposição varia entre 1/64 e 1/200; possui anel de foco ao redor da lente; o flash possui alcance de até 3 metros; possui controles de flash e brilho, além de LCD indicando nível de bateria e número de fotos restantes; e é alimentada por 4 pilhas AA com capacidade para 10 filmes.
A Fuji Instax Wide 210 foi a primeira a usar o filme maior da Instax
   A Fuji Instax Wide 210 possui as mesmas características da Fuji Instax Wide 300, exceto o anel de foco e o design também é bastante diferente. Estas duas últimas Instax são as mais raras aqui no Brasil.

Postagem sugerida pela leitora Juliana Leal via Twitter

Siga o Foto Fácil no facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

3 de novembro de 2014

Mural outubro/2014

   Mais um mês começa e com ele também vem a galeria com as fotos dos leitores do blog. Para que sua foto apareça aqui nessa galeria mensal basta compartilhar suas fotos com nosso grupo no Flickr. Não mandem fotos para meu e-mail. Estes mês foram 7 artistas, vamos conhecer suas artes!

Henrique Campinha usando Nikon D7000 + 80-200mm f/2.8

Henrique Stel usando Fuji XQ1

Antonio Marin Jr. usando Canon T3i + 18-55mm f/3.5-5.6

Enrico Grilli usando Pèntax K-5 + Sigma 10-20mm f/3.5

Ricardo de Oliveira Correia usando Canon T3i + 50mm f/1.8

Carlos Henrique Pereira usando Nikon D7000 + Tamron 17-50mm f/2.8

Roberto Sarti usando Canon SX130

Estatísticas e curiosidades da galeria:

  • Das 7 imagens, 5 foram feitas com câmeras compactas e 2 com câmera reflex
  • A marca mais usada foi a Canon (3 vezes), seguida por Nikon (2 vezes), Fuji e Pentax (uma vez, cada)
  • Os modelos de câmera mais usados foram Canon T3i e Nikon D7000 (duas vezes, cada)
  • Não houve nenhum modelo repetido de lente
  • Pela primeira vez temos aqui na galeria uma suposta bomba sendo desarmada
  • Primeira vez também que temos uma favela clicada em outro país
  • Não era bomba...
Siga o Foto Fácil no facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

31 de outubro de 2014

Nikon Df banhada a ouro

   A empresa Brikk (que produz artigos de luxo e já recriou versões douradas de iPhones, Galaxy Notes e iPads, entre outros) fez agora uma versão banhada em ouro 24k da Nikon Df, que por si só já era bastante luxuosa. A câmera acompanha uma objetiva Nikkor 14-24mm f/2.8 também banhada em ouro.
Eu jamais sairia de casa com algo assim
   A Lux Nikon Df possui detalhes em couro como o seu grip e a área em volta da sapata de flash, a mesma coisa acontece com os aneis de zoom e foco da objetiva que compõe o kit que vem dentro de uma case Custom Zero da Halliburton, nada luxuosa. As especificações são exatamente as mesmas da Nikon Df original.
A maleta também não é nada discreta
   Como sei que tem gente interessada nesta câmera e há muitos leitores no blog que podem pagar por uma, vou mostrar aqui as especificações da lente: A AF-S Nikkor 14-24mm f/2.8G ED possui abertura mínima f/22; diafragma circular de 9 lâminas; construção interna de 14 elementos (sendo três asféricos, dois de extra-baixa dispersão e um com revestimento de nanocristais) em 11 grupos; distância mínima de foco de 28cm; não possui rosca para filtro; possui motor de foco ultrassônico e focagem interna; mede cerca de 9.8×13.1cm; e pesa cerca de 1kg.
As tampas da câmera e da objetiva também são banhadas em ouro
   Só para se ter ideia da qualidade desta lente, a versão original dela custa cerca de 2 mil dólares. Este kit de luxo está custando exatos 41.395 dólares na loja virtual da Brikk, corram pois é uma edição limitada!

Siga o Foto Fácil no facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

27 de outubro de 2014

As fabricantes de superzoom te enganam!

   O principal motivo para escolhermos usar uma câmera superzoom é, sem dúvida, o longo alcance que ela nos proporciona. E este longo alcance vem crescendo assustadoramente, vou dar o exemplo da minha primeira (e única) câmera superzoom: a terrível Canon SX1. Quando a comprei era uma câmera revolucionária por ser a primeira compacta de uma grande fabricante com o sensor CMOS, sensor este que ainda não era tão bem desenvolvido e fez esta câmera ser um pequeno desastre. Sua distância focal máxima (equivalente) era de 560mm e isso era um número bastante espantoso para aquela época, final de 2008. A partir dali começou-se uma guerra sem fim entre os fabricantes.
A câmera Sony H400 é uma das que possui a maior distância focal atualmente, 1550mm
   Ao final do ano de 2010 já tínhamos a Canon SX30 e a Olympus SP800 com a absurda distância focal máxima de 840mm (nada menos do que 50% a mais do que a Canon SX1) e eram as câmeras de maior alcance daquela época. Avançando mais dois anos, em 2012 a Canon SX50 alcançou a absurda marca dos 1200mm, reparem que já era mais do que o dobro da Canon SX1 que era a sensação do ano de 2008. Agora em 2014 temos a Sony H400 com 1550mm de distância focal máxima e a Kodak AZ651 (que em breve falarei aqui no blog) com estratosféricos 1560mm como as campeãs do superzoom. Mas o site Imaging Resource fez um teste surpreendente que revelou que a distância focal informada pelos fabricantes não é a mesma que encontramos na prática, e em alguns casos a diferença chega a ser gritante.
A Olympus SP100 Eagle Eye possui mais de 8% a mais de alcance do que o informado pela fabricante
   Com a ajuda de dois monitores usando imagens do Google Maps em alta resolução e algumas ferramentas de Photoshop (a descrição detalhada da metodologia está aqui) chegou-se à conclusão de que, em um teste com 8 câmeras superzoom, sete delas alcançam menos do que o informado e uma delas alcança mais do que o informado, como se vê no quadro abaixo:
Tabela retirada do site Imaging Resource
   Reparem que a diferença de distância focal informada na Fuji S1 é muito aquém da real, assim como a a Olympus SP100 (chamada também de Eagle Eye) possui uma distância focal muito além da informada.Infelizmente não dá pra gente ter essa informação no ato da compra, então esta postagem fica apenas como curiosidade para sabermos que nem sempre o que se vende é o que temos em mãos.

Siga o Foto Fácil no facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj

23 de outubro de 2014

Família Sony Xperia Z3

   No mês de março os leitores do blog conheceram o smartphone Xperia Z2 e sua poderosa câmera que usa um sensor que é exatamente o mesmo usado nas câmeras compactas da Sony, inclusive da sua mais poderosa superzoom (Sony HX400). Com isto podemos afirmar que, teoricamente, esta linha de smartphones é capaz de produzir imagens com qualidade bem semelhante às produzidas por estas câmeras compactas, o que pode ser considerado um grande salto de qualidade em relação à concorrência e aos próprios smartphones anteriores da Sony. Vamos conhecer agora o Sony Xperia Z3 e sua versão compacta.
O Sony Xperia Z3 é bastante fino
   O Sony Xperia Z3 é equipado com sensor CMOS de 20.7 megapixels medindo 1/2.3 de polegada; sua lente Sony G possui distância focal de 25mm e abertura f/2.0; possui zoom digital de 8x; estabilização digital; resistente a poeira e água (1.5 metro de profundidade); possui controle de compensação de exposição; faz HDR e panorâmicas; possui botão dedicado para disparo; foco e captura por toque; faz vídeos 4K com taxa de 30fps em formato MP4; possui flash de LED; sua tela de LCD com resolução Full HD mede 5.2 polegadas; possui versões com 16gb ou 32gb de memória interna e possui slot para cartão Micro SD de até 64gb; memória RAM de 3gb; e é alimentado por bateria de 3100mAh.
Cores sóbrias e elegantes no Sony Xperia Z3
   O Sony Xperia Z3 Compact possui as mesmas especificações, exceto a tela de LCD que possui resolução HD medindo 4.6 polegadas; possui apenas uma versão com 16gb de memória interna e 2gb de memória RAM; e sua bateria possui capacidade de 2600mAh.
O Sony Xperia Z3 Compact é compacto apenas na altura, na largura nem tanto
   Os dois smartphones possuem ainda câmera frontal com resolução de 2.2 megapixels capaz de fazer vídeos em Full HD. O sistma operacional da família Z3 é o Android 4.4.4 Kit Kat rodando em um potente processador Qualcomm Snapdragon 801 (MSM8974AC) Quad Core de 2.5 GHz e conta com wi-fi, NFC, 3G/4G, GPS/aGPS, bluetooth 4.0.
O Sony Xperia Z3 Compact possui cores mais vibrantes
   Opinião do blogueiro: Como a câmera e o sensor são os mesmos do Sony Xperia Z2, então vale a mesma opinião do link na primeira linha desta matéria, não há o que contestar nesta câmera a não ser a ausência de controles manuais que já existem nas suas principais concorrentes. Sobre o desempenho do smartphone em geral, agora como feliz proprietário de um Sony Xperia (antes eu era o infeliz proprietário de um Samsung Galaxy, nunca mais quero ter outro) posso dizer que a personalização do Android nos dispositivos móveis Sony é bastante leve e roda sem travamentos mesmo ao usar muitos aplicativos ao mesmo tempo, acredito que se um aparelho meia-boca como o meu tem um alto desempenho, não espero outra coisa de um top de linha como esta família Z3.

Siga o Foto Fácil no facebook: https://www.facebook.com/Fotofacil.rj
Related Posts with Thumbnails