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16 de maio de 2014

Nova Sony RX100 III

   A Sony mostra que sabe fazer câmeras sim, de altíssima qualidade, e a Sony RX100 III é a maior prova disso. Exceto a RX1 que é uma Full frame e, portanto, não tem como fazer uma comparação, me parece que estamos diante da melhor câmera compacta da Sony em todos os tempos. Lógico que sempre surgirá alguém que sentirá falta de alguma coisa, mas uma coisa é certa: mantiveram o que ela tinha de melhor e melhoraram alguns "pontos fracos".
Visual que já se tornou clássico na série R da Sony
   A Sony RX100 III é equipada com sensor CMOS de 20.1MP (1 polegada com 20.9MP de resolução total); sua objetiva Carl Zeiss Vario Sonnar T* com 2.9x de zoom cobre distância focal entre 24-70mm cm abertura f/1.8-2.8 com filtro ND eletrônico e macro de 5cm; possui estabilização óptica; o tempo de exposição varia entre 1/2000 e 30 segundos, incluindo modo bulb; sensibilidade ISO 125-25600 (expansível para 80 e 100); modo contínuo de 10fps limitado a 12 imagens JPEG ou 13 RAW; o alcance do flash é de até 15 metros em ISO; possui wi-fi e NFC; faz vídeos Full HD com taxa de 60fps nos formatos AVCHD e XAVC S com som estéreo; seu monitor LCD inclinável mede 3 polegadas e também há um visor OLED; e é alimentada por bateria com capacidade para até 320 fotos por carga. Está prevista para o mês de junho ao custo de 800 dólares.
Viewfinder pop-up levantado e sua alavanca de acionamento à esquerda
   Um parágrafo merece ser dedicado aos vídeos: o novo formato XAVC S precisa necessariamente (segundo informações da própria fabricante) de cartões SD classe 10; vídeos HD podem ser feitos em taxas de até 120fps; vídeos nas resoluções Full HD proporção 4:3 (1440x1080) e VGA (640x480) são feitos no formato MP4.
Perde-se em zoom e ganha-se em desempenho, uma troca vantajosa no meu ponto de vista
   Opinião do blogueiro: Alguns reclamarão da ausência de sapata para flash e de menos zoom. A primeira reclamação é aceitável mas justifica-se pela inclusão de um exclusivo visor eletrônico pop-up em OLED de altíssima resolução, a segunda nem tanto já que o público-alvo deste tipo de câmera não é ávido por zoom e também a lente se tornou mais rápida, o que compensa bastante essa falta de zoom. De resto, foi mantido tudo o que vem dando muito certo desde a primeira versão desta câmera, inclusive o sensor é o mesmo da RX100 II. Esta volta da Sony às compactas premium vem dando muito, muito certo. Recomendadíssima na data de hoje.

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16 de outubro de 2013

Um monstro chamado Sony RX10

   Não sei se podemos chamar a Sony RX10 de superzoom (talvez no início da era digital poderia ser), mas o corpo robusto sugere que não é uma câmera comum e não falo somente do corpo em si, já que sabemos que um corpo volumoso não quer dizer nada (vide Nikon L810). Reparem como a lente ajuda a tornar a câmera mais robusta ainda, lembrando muito uma câmera do longínquo ano de 2004, a Panasonic LC5. Se o impacto funcional for semelhante ao impacto visual que essa câmera causa, é mais uma pulga atrás da orelha dos entusiastas da fotografia já que é mais um nicho que se abre, mais uma subcategoria de câmera dentro do que chamamos de compacta premium.
Reparem na indicação de diâmetro de 62mm para encaixe de filtros
   A Sony RX10 é equipada com sensor CMOS de 20.2 megapixels (1 polegada com 20.9MP de resolução total); sua objetiva Carl Zeiss Vario-Sonnar T* com 8.3x de zoom cobre distância focal entre 24-200mm f/2.8 constante e macro de 3cm; possui estabilização óptica; sensibilidade ISO 80-25600; o tempo de exposição varia entre 1/3200 e 30 segundos; possui modo contínuo de até 10fps; possui wi-fi e NFC; fotografa nas proporções 3:2, 16:9, 4:3 e 1:1 em JPEG e RAW; possui rosca para filtros de 62mm; o alcance do flash é de até 10.2 metros em ISO AUTO e possui sapata para flash externo; faz vídeos Full HD com taxa de 60fps em formato AVCHD e som estéreo; seu monitor LCD inclinável mede 3 polegadas e há um viewfinder eletrônico; e é alimentada por bateria com capacidade para cerca de 420 fotos por carga. Estará disponível no final de novembro ao custo de 1300 dólares.
Corpo de superzoom mas não é uma superzoom
   Temos aneis de foco, zoom e abertura como se fosse uma câmera reflex, além de vários dials e controles de acesso direto às funções, ou seja, agilidade total com esta câmera. Possui corpo em liga de magnésio selado contra poeira e respingos. A cereja do bolo é um LCD no alto da câmera informando os dados de exposição, há muitos anos não vemos isso em uma compacta. Infelizmente essa belíssima câmera ficará ofuscada com o lançamento das Sony A7 e A7R, talvez ela não tenha o destaque que merece na mídia especializada devido ao lançamento simultâneo. A Sony RX10 pode ser considerada uma evolução da Sony R1 lançada no ano de 2005.
Repleta de acessos diretos aos controles manuais incluindo aneis ao redor da lente
   Opinião do blogueiro: É uma câmera sem concorrência, sem parâmetros de comparação, foi criada (mais) uma nova categoria e por isso é tão difícil avaliar. Criará polêmica pois seu preço não é nada convidativo mas reúne características nunca antes vistas em uma mesma câmera como a combinação de um sensor de 1 polegada (com sua eficácia já comprovada na RX100) com abertura f/2.8 constante. Altamente recomendada na data de hoje, com a ressalva do altíssimo preço que é maior do que o de muitas câmeras reflex.

Sony A7 e A7R

   A Sony já havia causado enorme furor quando anunciou no ano passado o lançamento da Sony RX1, que viria a ser a primeira câmera compacta com sensor full frame da história da fotografia digital, considerando como compacta a câmera com lente embutida. Já houve, inclusive, uma sucessora dela (a Sony RX1R) e agora já temos a primeira câmera mirrorless com sensor full frame! Na verdade são duas as câmeras full frame lançadas, Sony A7 e Sony A7R, vamos conhecê-las...
Sony A7, a mais leve câmera full frame de lentes intercambiáveis do mundo
   As Sony A7 e A7R são equipadas com sensores diferentes: 24.3 megapixels na A7 (24.7MP de resolução total) e 36.4 megapixels na A7R (36.8MP de resolução total); possuem 25 pontos de autofoco (a Sony A7 possui também 117 pontos na detecção por contraste); fotografa nas proporções 3:2 e 16:9 em JPEG e RAW; o tempo de exposição varia entre 1/8000 e 30 segundos, incluindo modo bulb; sensbilidade ISO 50-25600; modo contínuo de até 4fps (5fps na Sony A7R); não há flash embutido; possui conexão wi-fi e NFC; faz vídeos Full HD com taxa de 60fps em formato AVCHD e som estéreo; possuem monitor OLED inclinável de 3 polegadas e viewfinder eletrônico de altíssima resolução; e são alimentadas por bateria com capacidade para fazer cerca de 340 fotos por carga. A Sony A7 custará 1700 dólares e a Sony A7R custará 2300 dólares, o corpo. Estarão disponíveis na segunda quinzena de novembro no exterior.
A Sony A7R possui um corpo praticamente idêntico ao da irmã mais barata
   O sensor usado na Sony A7R merece um parágrafo só para ele, sensor este que é baseado no utilizado na Nikon D800E que é fabricado também pela Sony. O redutor de filtro low-pass está lá, mas há uma outra novidade chamada de "gapless on chip". Esta nova tecnologia consiste em reduzir os espaços existentes entre um pixel e outro aumentando o tamanho dos pixels e permitindo que se absorva mais luz e produza menos ruído nas fotos.
Amplo acesso aos controles manuais, nessa imagem já vemos 4 dials
   Outra funcionalidade interessante, comum às duas câmeras, é o fato de serem cÂmeras com sensor full frame mas que permitem o uso de objetivas destinadas a câmeras APS-C. As lentes em questão são as do sistema NEX sem qualquer necessidade de um adaptador, as câmeras possuem uma espécia de modo APS-C para que seja possível usar estas lentes com redução de resolução já que só se utilizará uma parte da área do sensor, como acontece nas full frame Nikon.
Detalhe para mais um controle giratório e botão dedicado a vídeos no lado direito
   Também foi anunciado um adaptador para as lentes da baioneta A, aquelas que servem o sistema SLT da Sony. Este adaptador traz junto à baioneta um espelho translúcido e um motor de acionamento do mecanismo de abertura permitindo exposição automática. Este adaptador será comercializado no exterior ao custo de 350 dólares. Seis novas lentes também foram anunciadas: Carl Zeiss Vario-Tessar T* 24-70mm f/4 (1200 dólares), Carl Zeiss Sonnar T* 35mm f/2.8 (800 dólares), Carl Zeiss Sonnar T* 55mm f/1.8 (1000 dólares), Sony 28-70mm f/3.5-5.6 OSS (inclusa no kit da Sony A7 por mais 300 dólares) e Sony G 70-200mm f/4 OSS (sem preço definido), além da Sony G 70-200mm f/2.8 para a baioneta A (3 mil dólares).
Adaptador com espelho translúcido embutido
   Opinião do blogueiro: São duas novidades muito bem-vindas ao mundo das câmeras mirrorless que está totalmente estabelecido no exterior (só no Brasil ele não "pega"). São caras? Sim, mas são cÂmeras full-frame com tecnologias novas e sempre paga-se caro por novas tecnologias, esses preços em breve irão baixar. Estão totalmente recomendadas para quem pode pagar e tem facilidade para comprar no exterior já que a dificuldade para se conseguir lentes e acessórios para os sistemas Sony é enorme aqui no país da Copa do Mundo.

4 de setembro de 2013

Transforme seu smartphone em uma Sony WX150 ou Sony RX100

   Acredito que 70% das pessoas que conheço possuem um smartphone e a grande maioria delas está satisfeita ou muito satisfeita com a qualidade de imagem gerada pelas câmeras de seus respectivos celulares, graças à tecnologia bem avançada hoje em dia. Mas todos sentem falta de uma coisa: o zoom óptico. E se pudessem incluir zoom óptico nos smartphones e, de quebra, ainda melhorar a qualidade que é muito satisfatória hoje em dia? A Sony tornou isso possível com dois adaptadores dotados de lente, sensor e processador baseados em câmeras já existentes para se acoplarem a qualquer smartphone Android ou iPhone. É diferente do que a Samsung já fez este ano com o Galaxy S4 Zoom.
Aqui está conectado a um smartphone Sony mas é possível se conectar a qualquer um com sistema Android ou iPhone
   O Sony QX10 possui as mesmas características da compacta Sony WX150. Equipado com sensor de 18.2 megapixels (1/2.3 de polegada com 18.9 megapixels de resolução total); sua objetiva G com 10x de zoom cobre distância focal entre 25-250mm com abertura f/3.3-5.9 e macro de 5cm; possui estabilização óptica; o tempo de exposição varia entre 1/1600 e 4 segundos; sensibilidade ISO 100-12800; faz vídeos em 1440x1080 com taxa de 30fps e som estéreo. Estará disponível na última semana de setembro, nas cores branca e preta, ao custo de 250 dólares.
Versão branca do adaptador QX10
   O Sony QX100 compartilha da maioria das características da poderosa Sony RX100. Equipado com sensor de 20.2 megapixels (1 polegada com 20.9 megapixels de resolução total); sua objetiva Carl Zeiss com 3.6x de zoom cobre distância focal entre 28-100mm com abertura f/1.8-4.9 e macro de 5cm; possui estabilização óptica; o tempo de exposição varia entre 1/2000 e 4 segundos; sensibilidade ISO 100-25600; faz vídeos em 1440x1080 com taxa de 30fps e som estéreo. Estará disponível na última semana de setembro, na cor branca, ao custo de 500 dólares.
Os dois adaptadores possuem uma alavanca lateral que controla o zoom
   Uma coisa é fato: não é barato ter um destes dois dispositivos. Mas talvez possa representar uma economia para quem já possui um bom smartphone e sente necessidade de uma boa câmera. O adaptador não precisa estar a todo momento conectado ao celular e se este for dotado de tecnologia NFC, a conexão entre os dois aparelhos é bem rápida e ágil. Acham que isso vai dar certo ou errado? Vem polêmica por aí...

27 de agosto de 2013

Novas câmeras mirrorless e objetivas Sony

   A Sony entra de cabeça na onda de câmeras conectadas e anuncia dois lançamentos dotados de wi-fi e NFC, que permite conectar dois dispositivos móveis ao simples toque de um ao outro. São duas câmeras mirrorless mas uma delas possui total aparência de reflex e junto a elas também foram anunciadas três novas objetivas, todas com aberturas constantes.
A NEX 5T segue o design padrão das mirrorless Sony
   A Sony NEX 5T é equipada com sensor CMOS APS-C de 16.1 megapixels; possui 25 pontos de autofoco; sensibilidade ISO 100-25600; o tempo de exposição varia entre 1/4000 e 30 segundos; fotografa em RAW e faz fotos panorâmicas sem auxílio de software; faz vídeos Full HD em formato AVCHD com som estéreo; o flash pop-up possui número-guia 7 em ISO 100; seu monitor LCD inclinável e sensível a toque mede 3 polegadas; e sua bateria tem capacidade para cerca de 330 fotos por carga.
O painel traseiro também segue o mesmo padrão com poucos acessos diretos às funções
   Opinião do blogueiro: Ao custo de 700 reais com objetiva 16-50mm, está recomendada na data de hoje para quem procura por uma câmera mirrorless de um sistema já bem estabelecido com muitas objetivas disponíveis e com opção de conectar a outros dispositivos móveis via wi-fi e NFC.
A Sony A3000 não segue em nada o padrão das mirrorless Sony, nem leva o nome NEX
   A Sony A3000 é equipada com sensor CMOS APS-C de 20.1 megapixels; possui 25 pontos de autofoco; sensibilidade ISO 100-16000; o tempo de exposição varia entre 1/4000 e 30 segundos; fotografa em RAW e faz fotos panorâmicas sem auxílio de software; faz vídeos Full HD em formato AVCHD com som estéreo; o flash pop-up possui número-guia 6 em ISO 200; seu monitor LCD mede 3 polegadas; e sua bateria tem capacidade para cerca de 480 fotos por carga.
O painel traseiro remete a uma DSLR bem básica
   Opinião do blogueiro: É uma mirrorless com cara de reflex, mas em um corpo leve e pequeno, menor do que as reflex de entrada que existem por aí. Ideal para quem sonha com uma câmera com a pegada de uma DSLR e o autofoco rápido em Live View. Totalmente indicada na data de hoje pelo seu baixo custo: 400 dólares com objetiva 18-55mm. Mais barata do que qualquer reflex de entrada.
Reparem no controle deslizante de zoom da objetiva 18-105mm e no logo Zeiss da 16-70mm
   Adicionalmente, a Sony anunciou 3 novas objetivas: uma delas é apenas a versão na cor preta da 50mm f/1.8; as outras duas são objetivas zoom com aberturas máximas constantes em f/4, Sony PZ 18-105mm e Zeiss Vario-Tessar 16-70mm. Ambas dotadas de estabilizador de imagem e abertura mínima f/22. Os preços são salgados: 300 dólares para a 50mm f/1.8, 600 dólares para a 18-105mm e 1000 dólares para a 16-70mm.

11 de julho de 2013

Nokia Lumia 1020

   A Nokia causou enorme alvoroço quando lançou a tecnologia PureView com o aparelho Nokia 808, que ainda usava o obsoleto sistema operacional Symbian, há pouco mais de um ano. Devido ao grande sucesso do modelo anterior havia uma enorme expectativa em relação à continuação deste sistema já que a gigante finlandesa lançou vários aparelhos depois mas nenhum com a tecnologia PureView e a expectativa se tornou ainda maior pois todos estavam curiosos em saber como seria o desempenho desta bela câmera em um sistema operacional mais atual, no caso o Windows Mobile 8.
Enorme tela do Nokia Lumia 1020
   O Nokia Lumia 1020 é equipado com sensor CMOS de 38MP (1/1.5 de polegada com 41MP de resolução total); sua objetiva Zeiss é fixa em 26mm com abertura f/2.2 e macro de 15cm; possui estabilização óptica; sensibilidade ISO 100-3200; o alcance do flash é de até 4 metros; possui controles manuais; faz vídeos Full HD com taxa de 30fps em formato MP4 e som estéreo; seu monitor AMOLED sensível a toque mede 4.5 polegadas; e possui bateria de 2000mAh.
Detalhe de um protótipo do novo modelo
   Como a grande maioria dos smartphones atuais, conta com conexões wi-fi, NFC, 3G, 4G, bluetooth e já conta com 32GB de memória interna sem slot para cartão de memória. A ausência de slot de expansão de memória vem se tornando uma tendência nos aparelhos móveis atuais, já não é uma novidade. Conta com GPS e GLONASS para georreferência de arquivos e há um prático acessório que pode ser adquirido separadamente que é o carregador wireless para sua bateria que, conforme outra nova tendência, não é removível. Outro acessório interessante é um grip que faz o smartphone ficar com aparência de câmera digital.
Acessório que dá aparência de câmera digital ao Nokia Lumia 1020
   Opinião do blogueiro: Muita coisa mudou, acessando o link no primeiro parágrafo vocês podem perceber que o sensor diminuiu e não é uma diferença pequena, mas os primeiros exemplos de fotos divulgadas são animadores; na sensibilidade ISO, se por um lado perdeu o ISO 50, por outro ganhou o ISO 3200; agora há estabilização óptica; e a tela AMOLED aumentou. A bateria não parece ser suficiente para durar bastante e pode ser o principal ponto fraco deste smartphone que agora conta com um sistema operacional bem melhor que o anterior. Recomendada na data de hoje e estará disponível nas cores amarela, branca e preta ao custo de 300 dólares com pré-venda a partir do próximo dia 16 de julho.

27 de junho de 2013

As espetaculares Sony RX100 II e RX1R

   Se a Sony RX100 já foi (ainda é) uma câmera sensacional, imaginem sua sucessora com algumas atualizações muito bem-vindas? São apenas alguns penduricalhos, tecnicamente não mudou grande coisa na Sony RX100 II, mas pra que mudar o que deu tão certo? Pelo menos no que diz respeito à qualidade óptica da sua antecessora, a Sony apostou no jargão "em time que está ganhando não se mexe". O mesmo aconteceu com a Sony RX1R e, nesse caso, de forma mais conservadora ainda pois a Sony acertadamente não mexeu na estrutura da mais poderosa compacta de todos os tempos, a não ser por um pequeno detalhe que vocês verão...
Esteticamente quase nada mudou nas duas câmeras
   A Sony RX100 II é equipada com sensor CMOS de 20.2MP (1 polegada com 20.9MP de resolução total); sua objetiva Carl Zeiss Vario Sonnar T* com 3.6x de zoom cobre distância focal entre 28-100mm cm abertura f/1.8-4.9 e macro de 5cm; possui estabilização óptica; o tempo de exposição varia entre 1/2000 e 30 segundos, incluindo modo bulb; sensibilidade ISO 100-25600; modo contínuo de 10fps limitado a 12 imagens JPEG; o alcance do flash é de até 15 metros em ISO AUTO e possui sapata para flash externo; possui wi-fi e NFC, e produz arquivos RAW; faz vídeos Full HD com taxa de 60fps em formato AVCHD e som estéreo; seu monitor LCD inclinável mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria com capacidade para até 350 fotos por carga. Estará disponível a partir do final de julho ao custo de 750 dólares.
Inclusão de monitor LCD inclinável era uma das poucas coisas que faltava à RX100 Mark II
   Opinião do blogueiro: Como se vê, os grandes atrativos são a inclusão de wi-fi nativo, sapata para flash externo e um monitor LCD inclinável. O primeiro é uma tendência no mundo atual de conectividade a todo momento, o segundo dá um ar mais profissional à câmera e condizente com a condição de compacta premium, e o terceiro pode ser uma necessidade em situações de ângulo desfavorável. A objetiva clara aliada ao sensor de 1 polegada prometem bom desempenho sob baixa luminosidade e maior facilidade para fotos com fundo desfocado. Foi mantido o anel de controle personalizável que também está se tornando uma tendência nas compactas premium. Vale lembrar que o macro de 5cm é muita coisa para um sensor de 1 polegada. Bola dentro da Sony! Recomendada na data desta postagem.
O anel personalizável de funções continua na RX100 Mark II
   A Sony RX1R é equipada com sensor CMOS de 24.3MP (Full Frame com 24.7MP de resolução total)sua objetiva Carl Zeiss Vario Sonnar T* possui distancia focal fixa em 35mm com abertura f/2.0 e macro de 25cm; possui estabilização óptica; sensibilidade ISO 100-102400; o tempo de exposição varia entre 1/2000 e 30 segundos incluindo modo bulb; modo contínuo de até 5fps; o alcance do flash é de até 6 metros e possui sapata para flash; produz arquivos RAW; faz vídeos Full HD com taxa de 60fps em formato AVCHD e som estéreopossui monitor LCD de 3 polegadas; é alimentada por bateria com capacidade para cerca de 270 fotos por carga. Estará disponível no final de julho ao custo de 2.800 dólares.
Talvez só falte um monitor LCD articulável à Sony RX1R 
   Opinião do blogueiro: As especificações são praticamente as mesmas da sua antecessora, há apenas uma única diferença que é a ausência do já famoso filtro "anti-aliasing". Para entender melhor do que se trata, há uma explicação bem simples aqui. De resto, mantiveram tudo que fez sucesso na primeira, e até agora única, compacta com sensor Full-Frame. Reparem no absurdo ISO 102400 que, por ser usado em uma câmera com sensor full-frame, deve resultar em imagens  bastante aceitáveis. Outra bola dentro da Sony, totalmente recomendada na data desta postagem para quem puder pagar por ela...
A robusta lente da RX1R com anéis de foco e abertura

1 de outubro de 2012

Nokia Pureview 808

   Eu estava devendo uma postagem sobre este equipamento e imagino que oa mais aficcionados por smartphones já saibam tudo que vou escrever isso aqui mas eu realmente precisava escrever sobre isso. Não vou citar os nomes dos leitores que me pediram pra fazer tal postagem para não cometer o pecado de esquecer um ou outro nome mas foram muitos e é para vocês que vou tentar passar as minhas impressões sobre este celular que parece ter uma câmera magnífica.
Grande tela mas também é um celular gordinho devido aos grandes sensor e lente
   O Nokia Pureview 808 é equipado com sensor CMOS de 38MP (1/1.2 de polegada com 41MP de resolução total); sua objetiva Carl Zeiss é fixa em 28mm (26mm se usada na proporção 16:9) com abertura f/2.4 e macro de 15cm; não possui estabilização convencional; sensibilidade ISO 50-1600; o alcance do flash é de até 4 metros; faz vídeos Full HD com taxa de 30fps em formato MP4 e som estéreo; e seu monitor AMOLED de 4 polegadas é sensível a toque.
Disponível nas cores vermelha, branca e preta mas há imagens de um azul também
   O grande diferencial da câmera deste celular em relação às outras é a tecnologia PureView que faz uma espécie de interpolação ao contrário. A Nokia desenvolveu um sistema de oversampling que combina 7 pixels em um único super pixel diminuindo drasticamente a resolução. Assim, é possível conseguir imagens com até 4x de zoom com perda de qualidade quase imperceptível, como se fosse um zoom óptico. Só isso já faz esta câmera ficar a frente de todas as outras que equipam telefones celulares mas, ainda tem o tamanho do sensor que é maior que o padrão das compactas premium (1/1.7 de polegada) e apenas um pouco menor que o das Nikon 1 e da recém-lançada Sony RX100 que medem 1 polegada.
Detalhe da lente e do flash
   Opinião do blogueiro: A minha opinião aqui se restringe apenas à câmera e não ao telefone celular em si. As pessoas mais entendidas do assunto costumam dizer que é uma excepcional câmera dentro de um smartphone apenas razoável devido ao ultrapassado sistema Symbian. Sobre a câmera, realmente só vejo coisas positivas: sensor grande, objetiva Carl Zeiss mais clara do que o normal e um sistema que prioriza a qualidade de imagem acima de tudo. Bola dentro da Nokia.

Fontes: Pocket Now
            Recombu

6 de junho de 2012

Enfim uma câmera Sony de sensor grande, a RX100

   Finalmente a Sony resolveu fazer uma câmera compacta de sensor grande, estava faltando ela entrar nesse nicho para acirrar a concorrência. Ela tinha tudo para vir forte já que entraria por último sabendo o que deveria fazer ou não e inovou, trouxe um sensor de tamanho CX semelhante ao usado nas mirrorless Nikon 1 e só isso já a põe a frente de toda a concorrência, exceto a Canon G1x. Mas a Sony continua insistindo em altíssimas resoluções e com isso fez uma ótima câmera mas perdeu uma excelente oportunidade de fazer "A câmera".
O flash pop-up da RX100 é no estilo das NEX
   A Sony RX100 é equipada com sensor CMOS de 20MP; sua objetiva Carl Zeiss com 3.6x de zoom cobre distância focal entre 28-100mm com abertura f/1,8-4.9 e macro de 5cm; possui estabilização óptica; o tempo de exposição varia entre 1/2000 e 30 segundos incluindo modo bulbsensibilidade ISO 80-25600; modo contínuo de 10 fps limitado a 10 imagens; o alcance do flash é de até 6.3 metros; faz vídeos Full HD com taxa de 60 fps em formato AVCHD e som estéreo; seu monitor LCD mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria com capacidade para 330 fotos por carga.
Detalhe para o anel de função customizável ao redor da lente
   Lógico que, desta vez, por se tratar de um sensor de 1 polegada isso não irá afetar tanto a qualidade de imagem mas é sabido que o público deste tipo de câmera é o mais entusiasta, o que sabe o que faz com a câmera e sabe que não são necessários 20MP numa câmera como esta. A Canon fez uma compacta com sensor maior e só colocou 14MP, acertou a mão. Uma RX100 com 12MP iria destruir toda a concorrência mas a Sony não pensa assim.
Faltam botões e controles giratórios, não é uma câmera muito ágil
   Opinião do blogueiro: Louvável atitude da Sony em trazer uma câmera de sensor grande ainda mais com atrativos como uma objetiva Carl Zeiss (de verdade) bem clara de f/1.8, modo bulb visto em poucas compactas até hoje, um ISO absurdamente alto de 25600 e um flash de bom alcance mas, como sempre, peca na alta resolução e este é o maior defeito desta câmera. A bateria dura razoavelmente bem, 330 fotos e é outro ponto positivo. Outra maravilha é um pequeno anel de controle customizável ao redor da lente. Acho que só faltou um macro de 1cm mas isso passa a ser irrelevante diante de tanta coisa boa. Recomendada pois o valor de 650 dólares é inferior aos 800 dólares da Canon G1x que passa a ser sua principal concorrente.

15 de fevereiro de 2011

HX9 e HX100: Novas superzoom da Sony

   A Sony faz sua contribuição para inchar o já saturadíssimo mercado de compactas superzoom mas até que temos boas novidades como a inclusão de uma lente Carl Zeiss Vario-Sonnar T* pela primeira vez em uma compacta. Essa lente é conhecida pela excelente nitidez e parece uma resposta à Nikon que deu uma melhorada providencial nas lentes de suas compactas. Canon e Panasonic que se cuidem...
Design já conhecido das câmeras de menor porte da série H

   A Sony HX9 é o exemplo típico de como o mercado está saturado. Se até 2008 as fabricantes tinham 1 categoria de superzoom, até 20x por exemplo, a partir de 2009 começaram a produzir duas linhas de superzoom, uma entre 14 e 16x de zoom, e outra na casa dos 24 e 26x de zoom. Agora, em 2011, as fabricantes se obrigam a montar 3 categorias de superzoom: Uma até 14x de zoom, uma intermediária entre 15 e 20x de zoom, e a última que já ultrapassa os 30x de zoom como a Nikon P500 com seus 36x de zoom.
 Modo manual e saída de som estéreo

   Com sensor CMOS de 16MP, a sony HX9 traz uma lente com 16x de zoom cobrindo distância focal de 24-384mm com abertura 3.3-5.9 e macro de 5cm; a velocidade dos cliques varia entre 1/1600 e 30 segundos; possui estabilização óptica; sensibilidade ISO até 3200; modo contínuo de 10fps; faz vídeos Full HD com taxa de 50fps; o alcance do flash é de 5.6 metros; seu LCD mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria.
 Painel traseiro com controle giratório e botão dedicado para vídeos

   Opinião do blogueiro: Como o mercado de câmeras está saturado, acho imperdoável ter abertura pior que 3.0 mas a grande angular de 24mm compensa um pouco isso. No mais, são 16x de zoom que cabem (com jeitinho) no bolso. Possui panorâmica 3D, GPS, controles manuais (sem modos de prioridades) e opções de retoque que são diferenciais. Só recomendada se custar menos de 800 reais no Brasil.
 Um pouco mais "monstruosa" que sua antecessora

   A Sony HX100 apesar da numeração bem diferente, parece ser uma sucessora da HX1, a não ser que a Sony crie mais uma divisão intermediária de superzoom. Com o mesmo sensor da HX9, sua lente com 30x de zoom cobre distância focal de 27-810mm com abertura de 2.8-5.6 e supermacro de 1cm; a velocidade dos cliques (a nível de reflex) varia entre 1/4000 e 30 segundos; possui estabilização óptica; sensibilidade ISO até 3200; modo contínuo de 10fps; vídeos Full HD com taxa de 50fps; seu LCD móvel mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria.
 Muitos controles parecem tornar esta máquina bem interessante

   O detalhe interessante fica por conta do pequeno, mas útil, anel de zoom manual, muito mais eficaz que botões, alavancas ou borboletas no painel traseiro ou ao redor do botão de disparo. O outro grande diferencial é a lente Carl Zeiss Vario-Sonnar T* com vidros de altíssima qualidade; agora sim a Carl Zeiss fazendo lentes de qualidade para as compactas Sony.
 Utilíssimo LCD móvel além do quase extinto viewfinder eletrônico

   Opinião do blogueiro: Também equipada com GPS, controles manuais, sweep panorama, enfim, tem tudo que a Sony faz de melhor para suas câmeras, e tem até viewfinder! Apesar da resolução e zoom muito exagerados (a densidade de MP já beira os ridículos 60MP/cm²) me parece ser tecnicamente a melhor compacta que a Sony já fez pois a qualidade da lente conta muito para isso. Recomendada.

5 de novembro de 2010

Lentes para vários sistemas

   Nem só de Nikon e Canon vive o mundo da fotografia. Se estivéssemos fora do Brasil teríamos muito mais opções e também muito mais dor de cabeça na hora de escolher nossas câmeras e equipamentos. Hoje vou mostrar várias lentes e nenhuma dessas duas gigantes japonesas mas todas de excelente qualidade.
 Bela lente Sony com a grife Carl Zeiss é garantia de qualidade

   Começando com a alemã Carl Zeiss, muitas das melhores fabricantes de lentes vem da Alemanha, e sua grande angular Distagon T* 24mm f/2 SSM construída para a baioneta Sony Alpha/Minolta nos dá uma bela 36 mm com o fator de corte e bastante abertura favorecendo desfoques belíssimos com toda a qualidade Zeiss. Possui motor de foco silencioso (SSM) mas não possui estabilização porque este item está no corpo de todas as DSLR Sony. Faz foco a partir de 19 cm e sua abertura mínima é de f/22, o T* quer dizer que é uma lente com tratamento anti-reflexo. As lentes Sony com o T* na nomenclatura são também desenvolvidas em conjunto com a Carl Zeiss.
Lente de uso profissional, essa é a 70-200 da Sigma projetada para câmeras Nikon

    A japonesa Sigma vista com muita desconfiança produz lentes para várias baionetas diferentes, Canon, Nikon, Sony, etc. e se sua qualidade não é a mesma das originais, chega perto e o preço compensa na maioria das vezes. A nova 70-200mm f/2.8 EX DG OS HSM (105-300 para Nikon DX e 112-320 para Canon APS-C) promete muita qualidade pois faz parte da linha profissional (EX) da Sigma, possui estabilização (OS) e motor de foco silencioso (HSM) dando todas as condições para lindas fotos a longa distância. Faz foco a partir de 1.4 m e possui elementos ópticos FLD que evitam a aberração cromática.
 Uma das lentes mais versáteis que existe, a M. Zuiko 14-150

    A japonesa Olympus fabrica as consagradas lentes M. Zuiko e que a partir de 2011 estarão nas suas compactas, que possuem qualidade semelhante ou em alguns casos maior que Canon e Nikkor. A nova ED 14-150 f/4-5.6 seria o equivalente a uma 28-300 bem versátil para o sistema Micro 4/3 e é uma lente de construção bem sólida. Possui vidros ED tem a mesma função dos FLD da Sigma porém não há estabilização nesta lente, faz foco a partir de 50cm.
Acabamento em metal dá um charme maior a essa pancake

   A Sony, mais uma japonesa, com seu novo sistema NEX de baioneta E lançou 3 lentes e uma delas é a pancake 16mm f/2.8 ótima para retratos, uma bela grande angular de 24mm para sensores APS-C e seu revestimento de metal passa a impressão de ser uma lente bem durável. Faz foco a partir de 24cm e é uma boa lente para ficar presa diretamente à câmera por ser pequena e leve.
 Samsung 50-200: Relativamente pequena para uma tele

    Pra finalizar a coreana Samsung que vem se aventurando com algumas novidades no mundo fotográfico inovou com o sistema NX e uma das lentes usadas é a 50-200mm f/4-5.6 que equivale a 76.5-306 com os sensores APS-C que equipam este sistema. Vem equipada com dois elementos ED, possui estabilização e já vem com parassol acoplado.

11 de julho de 2010

Sony inaugura nova temporada de lançamentos

   Começa o segundo semestre e com ele a Sony já lança 3 novas câmeras: TX9, T99 e WX5. Como vocês já devem ter acompanhado aqui no blog, as câmeras Sony com X no nome são as que possuem sensor CMOS e as outras possuem o CCD. Outra coisa: A T99 parece ser uma versão light da TX9, a exemplo do que aconteceu com a H55 em relação a HX5 no início desse ano.
Design característico da série T da Sony

   As câmeras da série T caracterizadas por serem bem finas e agora com tecnologia widescreen no seu LCD, são equipadas com lentes Carl Zeiss e no caso dessas duas (TX9 e T99) possui abertura de 3.5-4.6 com distância focal de 25-100mm; não possuem controles manuais, são as autênticas point and shoot e o que difere uma da outra é basicamente o sensor, só que esse sensor é capaz de algumas coisas que o CCD não é.
Visão frontal da Sony WX5 e sua nova tendência de lentes claras

   Uma delas, que já foi abordada aqui outras vezes, é a capacidade de se fazer vídeos em Full HD (1920x1080) e a mais nova característica da Sony, a foto panorâmica Sweep em que você gira a câmera enquanto pressiona o botão de disparo, ganhou o atrativo 3D em que você pode girar 360º e fotografar tudo ao seu redor juntando em uma única foto, se tiver uma TV 3D pode ver essa imagem em 3 dimensões. Outra coisa que o CCD não faz é o modo contínuo de 10 fps.
 A TX9 é uma versão "bombada" da T99

   A WX5 tem além do sensor CMOS, chamado de Exmor R pela Sony, lentes Sony G bem claras com abertura máxima de 2.4, é uma tendência muito boa da Sony e com seus 5x de zoom chega a 5.9; a distância focal também é excelente, 24-120mm, destaque para o ângulo largo.

   LCD enorme touchscreen de 3,5 polegadas da Sony TX5

   Nenhum dos 3 modelos possui controles manuais; a resolução da T99 é alta demais (14 megapixels) a das outras duas é de 12MP; todas as 3 possuem estabilizador óptico de imagens; são alimentadas por bateria tipo proprietário e aceitam cartão SD além do MS.
Painel traseiro da WX5 indica que ela não possui controles manuais
   
   Opinião do blogueiro: São 3 câmeras distintas que só servem para substituir os modelos antigos com sensor CCD, não possuem controles manuais mas são recomendadas pra quem curte o modo panorâmico inovador da Sony.

2 de março de 2010

Novas câmeras da Sony

   Em uma das minhas primeiras postagens fiz menção a câmeras a prova d'água e citei modelos da Olympus e da Fuji; Canon e Panasonic também tem seus modelos porém a preços proibitivos e agora a Sony lança a TX5. Não me lembro de outra câmera da Sony a prova d'água e se alguém lembrar pode comentar citando o modelo.

   Como nos modelos das outras marcas são câmeras sem muitos atrativos, bem básicas com a única intenção mesmo de se tornarem nossa opção para fotos debaixo d'água fora o fato de essa TX5 ter tecnologia Touchscreen já presente em outros modelos da série T. A profundidade máxima em que ela pode ser usada é de 10 metros, padrão nessa categoria de câmera se tornando uma boa opção até porque possui corpo revestido em metal passando a sensação de ser mais confiável que as concorrentes.

Uma das melhores opções em câmeras a prova d'água

   O outro lançamento da Sony é uma extensão um tanto equivocada a meu ver da bem sucedida série H que compreende as compactas superzoom com controles manuais, é a H55. Sinceramente, li e reli as especificações tentando encontrar alguma razão para a Sony ter lançado esse modelo e confesso que não encontrei.

   Ela tem o modo manual já característico dessa série porém sem os modos de prioridades que são muito úteis pra quem está começando a se familiarizar com os ajustes manuais; lentes Sony G que são a nova tendência da empresa; resolução de 14 MP que é a nova tendência dos lançamentos deste ano combinado com sensor CCD usado em câmeras de 10 MP gerando absurda densidade de megapixels; péssima abertura de 3.5-5.5 com 10x de zoom óptico, não faz vídeos em Full HD mas faz na resolução HD de 1280x720 pixels e não tem um bom macro, a distância mínima é de 5cm.

 H55: Bola fora da Sony, a única coisa boa é a possibilidade de usar cartão SD

   A única razão de se ter criado essa câmera é se ela for lançada a um preço bem competitivo, na faixa entre 500 e 600 reais, senão vai terminar competindo com modelos muito melhores de Canon, Panasonic e até da própria Sony e não acredito que tenha uma vendagem muito boa.

   É esperar pra ver seu lançamento aqui no Brasil com um preço que atraia o consumidor, porém nos EUA está custando 250 dólares, mais do que a H20 da própra Sony; ou torcer pra eu ter interpretado errado as características da câmera.
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