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28 de julho de 2014

Objetiva Ibelux 40mm f/0.85: a mais rápida do planeta

   A alemã Handevision anunciou uma espantosa objetiva que é, de fato, a lente mais clara e rápida da atualidade: a Ibelux 40mm f/0.85! A objetiva é desenvolvida na Alemanha pela IB/E Optics Gmbh, mas é construída na China pela Shanghai Transvision Photographic Equipment Co. Ltd. Como não poderia deixar de ser, devido a sua enorme abertura, trata-se de uma objetiva muito grande e pesada. E também não é barata...
A Ibelux 40mm f/0.85 é tão grande que parece uma tele
   A Ibelux 40mm f/0.85 possui abertura mínima f/22; sua construção interna possui 10 elementos em 8 grupos; diafragma com 10 lâminas; distância mínima de foco de 75cm; o diâmetro para encaixa de filtros é de 67mm; mede cerca de 12.8cm e pesa aproximadamente 1,150kg. Esta lente custa "apenas" 1800 euros/2100 dólares e ainda está em fase de pré-venda.
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   A Ibelux 40mm f/0.85mm promete um excelente bokeh e desfque de fundo com esta excepcional abertura aliada ao diafragma de 10 lâminas e está disponível apenas para alguns sistemas mirrorless por enquanto: Sony E e Fuji X (equivalente a 60mm) Canon M (equivalente a 64mm) e Micro 4/3 (equivalente a 80mm). Para quem tem bala na agulha e disposição para carregar um trambolho desses, é uma ótima opção para quem quer uma lente super clara.

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1 de agosto de 2013

Panasonic GX7

   Esse lançamento de hoje da Panasonic não é nada menos do que espetacular, pena que o "mundo mirrorless" não pegou aqui no Brasil. Muito disso por causa da falta de informação, a maioria ds pessoas não conhece e os vendedores não se interessam em importar os produtos para cá, e assim vivemos no mundinho fechado do mercado fotográfico brasileiro de Canons e Nikons. Algumas lojas até vendem câmeras mirrorles, inclusive com preços absurdamente bons! Em lojas oficiais mesmo é fácil encontrar Sony NEX à venda, e se procurarem com um pouquinho de boa vontade encontram Olympus PEN e Panasonic G na mesma faixa de preço. Mas, e as lentes? Como ficariam os usuários destas câmeras? Dependendo de quem vai aos EUA, Ásia ou Europa, pois até no Paraguai é difícil de encontrar...
Bem compacta, porém com mais recursos do que as concorrentes
   A Panasonic GX7 é equipada com sensor CMOS de 16MP (4/3 com resolução total de 16.84MP); possui 23 pontos de autofoco; possui estabilização no seu sensor; o tempo de exposição varia entre 1/8000 e 60 segundos; sensibilidade ISO 125-25600; modo contínuo de até 5fps (ou 4.3 fps com autofoco contínuo) ilimitado em JPEG ou limitado a 9 RAW; além do RAW, também fotografa em MPO (3D com a lente destinada a isso); faz fotos nas proporções 1:1, 4:3, 3:2 e 16:9; o flash pop-up possui número-guia 7.0 em ISO 200; possui wi-fi embutido e NFCfaz vídeos Full HD com taxa de 60fps em formatos AVCHD e MP4 com som estéreo; seu monitor LCD inclinável e sensível a toque mede 3 polegadas e possui viewfinder eletrônico também inclinável; e é alimentada por bateria com capacidade para até 350 fotos por carga.
Vários botões personalizáveis no painel traseiro
   A primeira grande novidade desta câmera é o estabilizador de imagens, até então inédito nas mirrorless Panasonic, a segunda é a presença de dois dials de comando (essenciais para quem usa modo manual) e a terceira novidade é a presença de um viewfinder que tanto faz falta na maioria das câmeras sem espelho. Mas não é um simples viewfinder, ele é inclinável em um ângulo de 90 graus possibilitando o uso da câmera em situações de difícil posicionamento do fotógrafo e da câmera. Obviamente trata-se de um viewfinder eletrônico já que não há espelhos, é um mini LCD com altíssima resolução. Estará disponível no final de setembro ao custo de 1000 dólares o corpo, e 1100 dólares o kit com a objetiva 14-42mm f/3.5-5.6 nas cores preta com prata e totalmente preta.
O segundo dial fica ao redor do botão de disparo, incomum mas achei interessante
   Opinião do blogueiro: É a série mais compacta das mirrorless Panasonic mas traz recursos de nível profissional. O novo sensor promete cores mais vivas, uma maior saturação do que os sensores normais, e as especificações a tornam uma câmera acima da média da concorrência. A presença do estabilizador é muito boa e o viewfinder móvel é uma grande sacada. Totalmente recomendada na data de hoje e tem tudo para se tornar uma das melhores câmeras mirrorless deste ano.

29 de julho de 2013

Objetivas super rápidas para Micro 4/3

   A lendária fabricante alemã de lentes, a Voigtländer (pensaram que era a Leica, né?), lançou recentemente uma objetiva com a surreal abertura de f/0.95 para o sistema Micro 4/3. A previsão era de que já estivesse nas lojas no exterior essa semana mas algo deve ter acontecido para o adiamento. Trata-se de uma 42.5mm mas antes a Voigtländer já havia lançado duas objetivas com esta monstruosa abertura para o mesmo sistema. Vamos conhecê-las:
Nokton 17.5mm f/0.95
   A Voigtländer Nokton 17.5mm f/0.95 (equivalente a 35mm) possui abertura mínima f/16; sua construção interna possui 13 elementos em 9 grupos; diafragma de 10 lâminas; distância mínima de foco de 15cm; diâmetro do filtro de 58mm; mede aproximadamente 6.3x8cm e pesa cerca de 540 gramas. Seu preço no exterior é de 1150 dólares.
Nokton 25mm f/0.95
   A Voigtländer Nokton 25mm f/0.95 (equivalente a 50mm) possui abertura mínima f/16; sua construção interna possui 11 elementos em 8 grupos; diafragma de 10 lâminas; distância mínima de foco de 17cm; diâmetro do filtro de 52mm; mede aproximadamente 5.8x7cm e pesa cerca de 410 gramas. Seu preço no exterior é de 1000 dólares.
Nokton 42.5mm f/0.95
   A Voigtländer Nokton 42.5mm f/0.95 (equivalente a 85mm) possui abertura mínima f/16; sua construção interna possui 11 elementos em 8 grupos; diafragma de 10 lâminas; distância mínima de foco de 23cm; diâmetro do filtro de 58mm; mede aproximadamente 5.8x7.5cm e o peso não foi divulgado. O preço sugerido na Europa é de 1000 euros.

   Uma particularidade destas lentes é que, além da excepcional abertura, o diafragma possui 10 lâminas e em conjunto estes dois itens colaboram para que haja o melhor desfoque possível com elas. Também são lentes bem pesadas, devido ao tipo de vidro utilizado para a confecção de lentes com tamanha abertura e, como não poderiam deixar de ser, bem caras...

13 de maio de 2013

A primeira objetiva zoom com abertura de fixa

   Não, não é da Sigma 18-35mm que estou falando. Dessa eu já falei no mês passado e ela realmente assombrou o mercado, eu mesmo fiquei louco de vontade de ter uma, mas não é para o meu bico. Estou falando da Zuiko 14-35mm f/2.0, lembrada pelo blog Engadget e citada pelo Alexandre Maia (colunista do Fotografia-DG) construída pela Olympus para o sistema 4/3 e ela custa 2.300 dólares. Este preço serve para tomarmos por base nas especulações de quanto custará essa nova lente da Sigma.
Zuiko 14-35mm f/2.0 é a primeira objetiva zoom abertura de objetiva prime
   A Zuiko 14-35mm f/2.0 SWD possui abertura mínima f/22; diafragma circuar de 9 lâminas; sua construção óptica é de 18 elementos (4 especiais de correção) em 17 grupos; não possui estabilização; distância mínima de foco de 35cm; diâmetro de filtro de 77mm; mede aproximadamente 8.6x12.3cm e pesa cerca de 900 gramas.
Adaptadores da Panasonic e da Olympus para objetivas do antigo padrão 4/3 para câmeras Micro 4/3
   Devido ao fator de corte de 2x das câmeras dos sistemas 4/3 e Micro 4/3, essa lente é equivalente em 35mm a 28-70mm. Não confundir o antigo sistema 4/3 com o atual Micro 4/3, para esta lente ser usada nas atuais câmeras mirrorless do sistema Micro 4/3 é preciso usar o adaptador da Olympus (MMF-3) que é selado contra poeira e respingos e custa 160 dólares ou o da Panasonic (DMW-MA1) que custa 100 dólares.

9 de abril de 2013

Saiu a Panasonic GF6

   A primeira fabricante de câmeras sem espelho, as chamadas mirrorless ou DSLM, chega à sua quinta geração de câmeras desta categoria com  a GF6. É que a Panasonic, como boa japonesa que é, deve considerar o número 4 amaldiçoado, não há o número 4 em nenhuma de suas categorias de câmeras mais avançadas, nenhuma mirrorless e nem a sua compacta premium.
Panasonic GF6 disponível nas cores branca, marrom, preta e vermelha
   A Panasonic GF6 é equipada com sensor CMOS de 16MP (4/3 com 16.7MP de resolução total); possui 23 pontos de autofoco; faz fotos nas proporções 4:3, 3:2, 16:9 e 1:1; sensibilidade ISO 160-25600; tempo de exposição varia entre 1/4000 e 60 segundos com sincronia de flash a 1/160; modo contínuo ilimitado de 20fps ou 4.2fps com autofoco; seu flash possui número-guia 6.3; possui wi-fi, NFC, fotografa em 3D (com a objetiva destinada a este fim) e RAW; faz vídeos em Full HD com taxa de 30fps em formatos AVCHD e MP4 e som estéreo; seu monitor inclinável e sensível a toque mede 3 polegadas; e é alimentada por capacidade para cerca de 330 fotos por carga.
Importante a inclusão do dial de funções
   Uma das armas da Panasonic é a conexão wi-fi com tecnologia NFC que conecta dois aparelhos apenas ao tocá-los um ao outro, outra boa sacada são os vídeos Full HD em formato MP4 que são bem amigáveis que os AVCHD. As integrantes do sistema Micro 4/3 (Leica, Olympus e Panasonic) vem desenvolvendo vários sensores ano após ano mas não tem aumentado a resolução dos mesmos, é outro ponto a favor do sistema mais completo de câmeras mirrorless que existe atualmente. A diferença mais marcante para a sua antecessora é a inclusão de um dial de funções dando um ar mais profissional à câmera.
Monitor articulado é bastante útil neste tipo de câmera
   Opinião do blogueiro: É uma câmera que chama atenção pelos penduricalhos mas até que eles são úteis, vivemos em uma era onde tudo é conectado então o wi-fi estará cada vez mais presente em nossas vidas, e o NFC também. O monitor com tecnologia touchscreen é extremamente útil para câmeras com conexão wi-fi e o fato de ser inclinável também ajuda muito por ser uma câmera que funciona muito bem em modo Live View. Em qualidade de imagem não deve trazer nada muito diferente das outras Panasonic deste segmento mas, na data de hoje, está recomenda apesar de ainda não termos data de lançamento e preço divulgados.

22 de novembro de 2012

Lente-tampa ou Tampa-lente?

   Inusitado. É o que pode-se dizer desta tampa para o corpo de uma mirrorless Micro 4/3 e que também funciona como lente! É o famoso 2 em 1, você protege sua câmera e ainda consegue fotografar, a qualidade pode até não ser lá essas coisas mas não acredito que a Olympus jogaria fora a sua reputação de muitos anos de fotografia em algo muito ruim, tem sua utilidade e faz jus à portabilidade de uma câmera de lentes intercambiáveis realmente compacta.
Uma pancake superfina de apenas 9mm
   A Body Cap Lens 15mm f/8.0 possui diafragma fixo, ou seja, só é possível usar a abertura f/8; sua construção interna possui apenas 3 elementos em 3 grupos; distância mínima de foco de 30cm; sua espessura é de apenas 9mm e pesa somente 22 gramas. Seu preço no exterior é a ninharia de 50 dólares. É uma objetiva muito simples, um quebra-galho mas me parece uma boa sacada da Olympus.
Acoplada a uma Olympus PEN, praticamente não altera o tamanho da câmera
   Reparem que ela é tão fina que quando acoplada à câmera parece mesmo uma tampa e não uma lente, fica tão colada que seria impossível girar o anel de foco então há uma pequenina alavanca de foco que vai dos 30cm ao infinito. E então, ela é uma lente que funciona também como tampa ou é uma tampa que funciona também como lente?

9 de fevereiro de 2012

Olympus OM-D E-M5: A mirrorless mais avançada do mercado

   A Olympus criou a câmera que talvez seja seja a primeira mirrorless desenvolvida para uso profissional e pode ser considerada ao lado da Canon G1 X, o grande lançamento do ano em termos de novidade. O visual retrô a torna uma das câmeras mais bonitas atualmente e como é cheia de funcionalidades é o tipo de câmera que irá agradar a quase todo mundo, tem pouquíssimos defeitos.
Lindísssimo visual retrô
   A Olympus OM-D E-M5 é equipada com sensor 4/3 de 16MP; possui 35 pontos de autofoco; possui estabilização de 5 eixos; o tempo de exposição varia entre 1/4000 e 60 segundos; sensibilidade iSO 200-25600; modo contínuo de até 9fps ilimitado; não possui flash emutido mas o kit acompanha um flash FL-LM2 com número guia 7; faz vídeos Full HD com taxa de 60fps em formato AVI ou MOV com som estéreo; seu LCD mede 3 polegadas, é inclinável e sensível a toque; e a bateria ainda não teve sua duração definida.
Painel traseiro com bastantes atalhos e LCD inclinável
   Esta câmera faz fotos panorâmicas, 3D e RAW; possui corpo selado contra intempéries e há a opção de kit com objetiva 12-50mm também selada; entre os acessórios disponíveis para esta câmera há um grip vertical (mais uma indicação da seriedade deste modelo); e conta com os vários filtros criativos que sempre foram tradição da Olympus mesmo nas suas compactas mais básicas.
Corpo bem compacto já que se elimina o espelho
   Opiniao do blogueiro: A câmera é espetacular e se cumprir o esperado na prática, poderá ser usada no lugar das reflex tranquilamente. Tem todos os recursos necessários para que se faça um excelente trabalho e tem a vantagem de ser um pouco mais leve que as reflex e talvez o único fato a se lamentar é a ausência de viewfinder óptico ou híbrido, há apenas o eletrônico. O corpo possui valor inicial de 1000 dólares, o kit com objetiva 14-42mm custa 1100 dólares e o kit com a nova objetiva selada 12-50mm custa 1300 dólares. Infelizmente não deve pintar no Brasil.

9 de novembro de 2011

Nova Panasonic GX1 com leve toque retrô

   A marca que mais cresce no mundo da fotografia acaba de lançar mais uma subcategoria da sua famosa e bem sucedida (no exterior) série G e seu primeiro modelo é o GX1 com um leve toque retrô e um paradoxal LCD com tecnologia touchscreen, uma nova tendência que vem surgindo no mercado fotográfico. Resolveram lançar mão desta tendência depois que o design da GF3 foi reprovado pelo público.
 Esta série G está cada vez mais parecida com as Olympus PEN

   A Panasonic GX1 conta com sensor CMOS de 16MP; 23 pontos de foco com promessa de autofoco em até 0.09 segundos; faz fotos nas proporções 4:3, 3:2, 16:9 e 1:1; tempo de exposição varia entre 1/4000 e 60 segundos incluindo modo bulb; modo contínuo de até 20fps ilimitados ou 9 imagens RAW; sensibilidade ISO de até 12800; possui modo RAW; alcance do flash de até 7.6 metros; faz vídeos Full HD com taxa de 30fps e som estéreo; LCD de 3 polegadas sensível a toque; e alimentada por bateria com autonomia de 300 a 340 fotos.
 Painel externo com muitos botões e novo viewfinder vendido separadamente

   Opinião do blogueiro: A grande bandeira desta câmera é, sem dúvida, o autofoco. Ultra rápido nas fotos e contínuo nos vídeos. Mais atalhos e acesso direto às funções estão presentes e por se tratar de uma câmera com tecnologia de toque, até que tem bastante botão ali. A bateria tem uma boa autonomia e só o tempo dirá se este sensor de 16MP vale o alto preço desta câmera: 700 dólares, só o corpo. Recomendada para quem tem dinheiro sobrando.

30 de junho de 2011

Olympus lança 3 versões diferentes da E-P3

   A quinta geração das câmeras do sistema Micro 4/3 da Olympus veio com 3 versões da mesma câmera: A Olympus E-P3 veio acompanhada da E-PL3 e da E-PM1, todas com especificações técnicas quase iguais mas algumas diferenças estéticas entre elas. Na prática, é a mesma câmera  visando rivais diferentes já que a moda agora é criar várias subcategorias de câmeras.
 Olympus PEN E-P3 possui o estilo clássico das antigas PEN de filme

   A série P é a mais tradicional das Micro 4/3 Olympus e tem aquele visual retrô com muitos comandos aparentes; a série PL (também conhecida como Light) é formada por corpos menores e especificações parecidas; agora a nova série M (ou Mini) traz um corpo do mesmo tamanho das PL porém ainda mais fina. A Olympus garante que são as câmeras de lentes intercambiáveis com autofoco mais rápido do oeste, ops, do mundo.
 Olympus PEN E-PL3 possui visual mais compacto parecido com a XZ1

   Equipadas com sensor CMOS de 12.3MP; com estabilização no sensor; 35 pontos de autofoco; sensibilidade ISO até 12800; a velocidade dos cliques varia entre 1/4000 e 60 segundos com modo bulb de 30 minutos; o modo contínuo é de 4.1fps (3fps na E-P3); o alcance do flash é de 10 metros em ISO 200 (na E-P3 é integrado e nas E-PL3 e E-PM1 é um pequeno flash externo incluído no kit); vídeos Full HD com taxa de 60fps; alimentadas por bateria.
 Nova serie da Olympus E-PM1 é inaugurada com 6 opções de cores

   As maiores diferenças entre elas está no seu painel traseiro. A E-P3 possui muito mais opções de comandos do que as outras duas além de ter uma tela de OLED fixo de 3 polegadas com proteção antidigitais e sensível a toque.
 Muitas opções de comando irão agradar a usuários mais avançados

   O painel traseiro da E-PL3 contém uma tela de LCD medindo 3 polegadas em formato panorâmico com proteção antirreflexiva e inclinável, com menos opções de comandos. Assim como a E-P3 pode vir no kit com lente 14-42mm f/3.5-5.6 ou 17mm f/2.8.
Menos opções de comandos mas LCD inclinável é bastante útil

   Na E-PM1 o painel traseiro é bem mais limpo com maior uso de menus e uma tela LCD fixa de 3 polegadas em formato panorâmico com proteção antirreflexiva. Só tem a opção de vir com a lente 14-42mm f/3.5-5.6 no seu kit e tem 6 cores disponíveis.
Visual limpo como uma compacta e não há nem o dial de exposições

   Opinião do blogueiro: Tecnicamente são 3 excelentes câmeras mas não há grandes novidades em relação às antecessoras. Os conhecidos filtros de arte da Olympus estão aí, os 3 modelos são bem semelhantes mas com diferenças cruciais nas suas telas de visualização. Tem para todos os gostos: Fixa, inclinável e com tecnologia de toque. A E-P3 possui um pequeno grip lateral removível. Pelos seus diminutos tamanhos pode haver problemas de ergonomia nos dois modleos mais compactos ao usar lentes grandes. Pela alta qualidade Olympus estão recomendadas, pena que dificilmente serão vendidas no Brasil.

5 de novembro de 2010

Lentes para vários sistemas

   Nem só de Nikon e Canon vive o mundo da fotografia. Se estivéssemos fora do Brasil teríamos muito mais opções e também muito mais dor de cabeça na hora de escolher nossas câmeras e equipamentos. Hoje vou mostrar várias lentes e nenhuma dessas duas gigantes japonesas mas todas de excelente qualidade.
 Bela lente Sony com a grife Carl Zeiss é garantia de qualidade

   Começando com a alemã Carl Zeiss, muitas das melhores fabricantes de lentes vem da Alemanha, e sua grande angular Distagon T* 24mm f/2 SSM construída para a baioneta Sony Alpha/Minolta nos dá uma bela 36 mm com o fator de corte e bastante abertura favorecendo desfoques belíssimos com toda a qualidade Zeiss. Possui motor de foco silencioso (SSM) mas não possui estabilização porque este item está no corpo de todas as DSLR Sony. Faz foco a partir de 19 cm e sua abertura mínima é de f/22, o T* quer dizer que é uma lente com tratamento anti-reflexo. As lentes Sony com o T* na nomenclatura são também desenvolvidas em conjunto com a Carl Zeiss.
Lente de uso profissional, essa é a 70-200 da Sigma projetada para câmeras Nikon

    A japonesa Sigma vista com muita desconfiança produz lentes para várias baionetas diferentes, Canon, Nikon, Sony, etc. e se sua qualidade não é a mesma das originais, chega perto e o preço compensa na maioria das vezes. A nova 70-200mm f/2.8 EX DG OS HSM (105-300 para Nikon DX e 112-320 para Canon APS-C) promete muita qualidade pois faz parte da linha profissional (EX) da Sigma, possui estabilização (OS) e motor de foco silencioso (HSM) dando todas as condições para lindas fotos a longa distância. Faz foco a partir de 1.4 m e possui elementos ópticos FLD que evitam a aberração cromática.
 Uma das lentes mais versáteis que existe, a M. Zuiko 14-150

    A japonesa Olympus fabrica as consagradas lentes M. Zuiko e que a partir de 2011 estarão nas suas compactas, que possuem qualidade semelhante ou em alguns casos maior que Canon e Nikkor. A nova ED 14-150 f/4-5.6 seria o equivalente a uma 28-300 bem versátil para o sistema Micro 4/3 e é uma lente de construção bem sólida. Possui vidros ED tem a mesma função dos FLD da Sigma porém não há estabilização nesta lente, faz foco a partir de 50cm.
Acabamento em metal dá um charme maior a essa pancake

   A Sony, mais uma japonesa, com seu novo sistema NEX de baioneta E lançou 3 lentes e uma delas é a pancake 16mm f/2.8 ótima para retratos, uma bela grande angular de 24mm para sensores APS-C e seu revestimento de metal passa a impressão de ser uma lente bem durável. Faz foco a partir de 24cm e é uma boa lente para ficar presa diretamente à câmera por ser pequena e leve.
 Samsung 50-200: Relativamente pequena para uma tele

    Pra finalizar a coreana Samsung que vem se aventurando com algumas novidades no mundo fotográfico inovou com o sistema NX e uma das lentes usadas é a 50-200mm f/4-5.6 que equivale a 76.5-306 com os sensores APS-C que equipam este sistema. Vem equipada com dois elementos ED, possui estabilização e já vem com parassol acoplado.

4 de novembro de 2010

Panasonic GF2: Mais uma Micro 4/3 saindo do forno

   E não é que depois de passar o mês de outubro em branco, tivemos um lançamento agora em novembro? A Panasonic lança a GF2, modelo que faz parte do processo de compactar câmeras com lente intercambiáveis, diminuindo peso e tamanho sem perder qualidade tornando muito mais prático o uso desse tipo de câmera.
 4 das 5 versões disponíveis da GF2

   Basicamente, ela é uma GF1 melhorada, que foi o primeiro modelo de lentes intercambiáveis e tamanho reduzido feito pela Panasonic e falo um pouquinho dela aqui. A fabricante afirma que a GF2 é a menor câmera de lentes intercambiáveis com flash incluído no mundo. As câmeras PEN da Olympus são menores mas não possuem flash embutido em alguns modelos. Além do tamanho reduzido, possui LCD com tecnologia touchscreen e conta com várias lentes à sua disposição incluindo a nova lente 3D.
 
Botão dedicado para vídeos e o famoso Intelligent Auto

   Lançada em 5 versões (preta, branca, rosa, vermelha e prata) conta com a tradicional longa exposição da Panasonic de 60 segundos e a velocidade máxima de seu obturador é de 1/4000; modo contínuo de 3,2 fps; flash pop-up com alcance de até 6 metros; LCD de 3 polegadas e alta resolução; não possui viewfinder mas pode ser adquirido um externo; e seus vídeos Full HD possuem som estéreo e 30 fps.
 Fotos do site CNET News

   Opinião do blogueiro: Vem a ser mais uma das inúmers opções de sistemas de lentes intercambiáveis e cada vez com mais recursos, deverá vir com lente pancake de 14 mm f/2.5 ou a tradicional 14-42 mm f/3.5-5.6, lembrando que o fator de corte dos sensores 4/3 é de 2x. Vale tanto para quem quer ter uma câmera para hobby como para trabalho pois essa é a proposta destes sistemas alternativos às DSLR, praticidade e qualidade a qualquer momento. Pena que provavelmente não terá muita divulgação no Brasil.

10 de outubro de 2010

Panasonic cria primeira lente 3D para Micro 4/3

   A princípio me empolguei há dois meses atrás quando soube que esta lente estava em desenvolvimento porém, o seu preço relativamente baixo de 250 dólares me fez pensar que uma tecnologia tão nova se não custa caro é porque talvez não seja tudo aquilo que esperamos.
 A recém lançada GH2 é um dos modelos habilitados para 3D

A distância focal de 12.5 mm parece fantástica mas o cálculo para equivalência a 35 mm é diferente e isso não é bem explicado, pelo menos no site do fabricante onde procuro as informações. A distância focal real é de 65 mm e parece que só pode ser usada no formato widescreen 16:9. Se algum amigo do blog souber de mais informações é só avisar.
 As duas minúsculas lentes juntas formam o efeito 3D

   A abertura não agrada, é de 12.0 e não digitei errado, é isso mesmo. Eis o nome da belezura: Panasonic Lumix G 12.5mm F12 e vai ser preciso usar ISO altíssimo pra conseguir uma boa imagem. Por se tratar de uma lente estilo pancake sua construção não é das mais ricas, são poucos elementos ópticos e nos fazem pensar que ainda há muito a evoluir nessa tecnologia 3D.
 A G2 é o outro modelo que possibilita as fotos e vídeos 3D

   Precauções importantes sugeridas pela Panasonic: Deve-se fazer uma pausa a cada 30 minutos pelo menos quando assistir a fotos e vídeos em 3D nas TVs apropriadas e deve ser respeitada uma distância mínima de 1.6 metros; os efeitos 3D só podem ser vistos nas TVs que usem a tecnologia chamada side by side (verificar o manual de instruções do aparelho) além dos óculos apropriados; imagens 3D não são recomendadas para menores de 6 anos; as únicas câmeras que podem reproduzir o efeito 3D por enquanto são as Panasonic G2 e GH2 com o firmware 1.1 que permite o formato multi-picture capaz de reproduzir os efeitos 3D.
 60 cm seria o "macro" dessa lente tipo pancake

   Pra finalizar, esta postagem vale mais como curiosidade pois a lente custa pouco, as câmeras também não são caras mas a TV 3D...essa ainda tá um pouco fora da realidade além de o sistema 4/3 não estar nada difundido aqui no Brasil.

9 de outubro de 2010

Panasonic GH2 é a nova aposta para o sistema Micro 4/3

   Este foi um ano de novas tendências no mundo fotográfico como lentes super claras nas compactas e modelos DSLR de entrada porém cheios de recursos extras, além da afirmação e aceitação do mercado com relação ao sistema Micro 4/3 no exterior. Gostaria muito que esse sistema fosse mais difundido aqui no Brasil porém, a Panasonic só vende câmeras aqui no Brasil e não traz lentes nem acessórios; e a Olympus nem isso, nunca foram lançadas por aqui as suas DSLR nem as suas charmosíssimas PEN.
 Prefiro preto mas esse modelo prata ficou bem bacana

   A GH2 é o sexto modelo da Panasonic com grandes sensores porém sem uso de espelhos, as chamadas câmeras EVIL. As especificações são bem parecidas com os modelos anteriores porém algumas coisas chamam atenção neste modelo mais recente e uma delas é a resolução: 16 MP favorecendo grandes ampliações num sensor que aguenta isso muito bem. Seu modo contínuo é o mais rápido de toda a série G com 5 fps chegando até a 40 na menor resolução; flash pop-up está poderosíssimo chegando a quase 16 metros de alcance; os vídeos prometem ser espetaculares com resolução Full HD e taxas de 24 fps (estilo cinema) e também fantásticos 60 fps!
 Muitas opções de controle me fazem querer ter uma

   O seu modo de bracketing permite até 7 exposições diferentes; a sensibilidade ISO vai até 12800; uma das novas tendências da Panasonic e que está presente na GH2 é a foto no formato 1:1 quadrada; seu viewfinder eletrônico cobre 100% da visão, você não perde nada em relação ao LCD que mede 3 polegadas e possui média definição além de ser móvel. Dá pra ver que é uma câmera muito parruda mas tudo tem seu preço: A bateria dura muito pouco, não mais do que 330 fotos. É super necessário comprar uma bateria extra para quem usar esta câmera a trabalho.
 Painel traseiro sem novidades

   Opinião do blogueiro: É uma câmera que parece aguentar trabalhos pesados pois possui ISO até 12800, alta resolução para impressões, modo contínuo de 5 fps, promete vídeos de altíssima qualidade, flash bastante forte e justamente por isso peca na bateria, é preciso uma extra. A cereja do bolo é a lente 3D que foi desenvolvida pela Panasonic para suas câmeras Micro 4/3 e filmadoras. Falarei logo mais dessa belezura. A câmera está recomendada para quem tem possibilidade de comprar no exterior e chega às lojas em novembro em kits contendo lentes 14-42 e 14-140.

16 de setembro de 2010

Nova DSLR da Olympus desbancaria fácil alguns medalhões aqui no Brasil

   Assim como na postagem sobre a Pentax, digo que é uma pena a Olympus não investir no nosso mercado pra comercializar suas DSLR. A nova Olympus E-5 segue a linha de sensores e montagem de lentes 4/3, CMOS de 12 MP e tem o dual slot SD/Compact Flash que cobrei da Nikon D7000. Se há dois slots, por que não aumentar o leque de possibilidade dos usuários? Outra coisa boa, corpo em liga de metal leve à prova d'água e poeira, querem mais? A Olympus garante que o sistema de autofoco dela (com 11 pontos na E-5) é o mais rápido do mundo! Mais uma coisa: Garantia de sensor com 150 mil cliques, coisa de profissional e pra finalizar, estabilizador de imagens no corpo da câmera.
A Olympus E-5, como todas as outras DSLR da Olympus, possuem fator de corte 2 pelo sensor 4/3


   Um dos destaques desta câmera é a função para HDR que tem chamado a atenção de muitos fotógrafos geralmente feita com 3 imagens em sequência usando exposições diferentes, na E-5 usam-se até 7 imagens em sequência. Os modos de cena da Olympus também sempre foram mais criativos que os de outras marcas e podem ser usados em todos os modos de disparo, inclusive o ótimo efeito dramático que dá aquele tom de névoa na imagem. Atenção também para a bateria super durável que promete cerca de 870 cliques se o live view não for usado.
Muitas funções dedicadas no topo da câmera devem dar muita agilidade

   Outras especificações: Disparos vão de 1/8000 a 60 segundos (escala mais ampla que a média das outras câmeras); vídeos em resolução HD limitados a 2GB de tamanho; LCD móvel de 3 polegadas com alta resolução; ISO até 6400 (abaixo da média atual); modo contínuo de 5 fps limitado pelo espaço no cartão de memória; e alcance do flash chega a 18 metros. Uma informação importante sobre a assistência técnica da Olympus aqui no Brasil: As autorizadas se encontram apenas nas cidades de São Paulo, Taubaté e Rio de Janeiro, porém, ela oferece o serviço de logística reversa em que você entra em contato por telefone e é gerado um código que serve para enviar sua câmera gratuitamente pelos correios até a autorizada.
 Painel traseiro com seu versátil LCD móvel

   Opinião do blogueiro: Super câmera, cheia de atrativos, novidades e belas especificações. alguns reclamarão do baixo ISO já que hoje em dia é normal ter 12800 mas...o que fazer com uma foto dessas? O bom é ter uma câmera que te dê todos os recursos para uma boa foto sem depender do ISO e essa câmera é a Olympus E-5, talvez a mais avançada que já postei aqui. Super recomendada mas quem vai trazer ela do exterior pra cá? 1.700 doletas apenas o corpo...

8 de junho de 2010

Lentes Lumix para sistema Micro 4/3

   Todos sabemos que a Panasonic nunca foi fabricante tradicional de lentes mas suas bem sucedidas empreitadas no ramo de filmadoras e agora nas câmeras digitais com parceria da talvez melhor fabricante de lentes do mundo, a Leica deve ter lhe rendido uma boa experiência na fabricação de lentes próprias. Ainda não vejo as lentes Lumix com qualidade suficiente nas compactas mas como devem ser as lentes para o sistema Micro 4/3 onde, junto com a Olympus, é uma das mais promissoras marcas e potencial líder de mercado?

   Primeiro falarei de um tipo de lente que me agrada muito que são as fixas grande-angular, ótimas para fazer retratos e com grande abertura garantindo boa iluminação mesmo em condições mais adversas e a Lumix G 20mm f/1.7 é uma dessas lentes.
 Quase nem ocupa espaço...

   O resultado obtido com esta lente é semelhante ao das famosas "cinquentinhas" usadas nas DSLR mas com certa vantagem pois sua distância focal mínima é de 40mm enquanto as 50mm nas DSLR funcionam com distância focal de 75mm nas Nikon mais baratas e 80mm nas Canon. Entenda mais sobre distância focal aqui.
   Se formos comparar com as lentes que geralmente integram os kits das câmeras (18-55mm), essa Lumix 20mm ganha com folga na abertura, pois você ter uma grande angular com abertura de 1.7 e ainda focalizar paisagens sem perder nenhum detalhe usando aberturas menores até 16!

   Agora uma lente zoom, a Lumix G VARIO HD 14-140mm f/4-5.8 que teria uma distância focal mínima de 28mm com 10x de zoom e uma abertura apenas regular, como é comum nesse tipo de lente mas possui estabilizador de imagem,  necessário ao se usar o zoom pois é uma lente pesada e é preciso ter mais do que firmeza na mão.
 Essa é apenas uma das muitas opções de lentes zoom para Micro 4/3

   Por ser uma lente de construção mais avançada e com o estabilizador já citado, não é uma lente barata como a 20mm mas pra quem quer pegar aquele detalhezinho lá no topo da montanha, vai ter uma lente que irá satisfazer seus usuários. 

   Enfim, opções para quem não quer gastar com uma DSLR e essas câmeras Micro 4/3 da Panasonic já são uma realidade aqui no Brasil diferente da série PEN da Olympus. As câmeras da série G da Panasonic já são encontradas à venda aqui mas as lentes acho que dependem de um sucesso de vendas dessas câmeras aqui, estratégia errada pois já deveria ter pelo menos duas lentes à venda.

20 de maio de 2010

Série G da Panasonic e PEN da Olympus

   Olympus e Panasonic estão se empenhando em popularizar o sistema Micro 4/3, pelo menos lá fora. Tecnicamente as câmeras são bem parecidas e pelo menos falando em DSLR, a qualidade das lentes Zuiko usadas pela Olympus não devem muito a Leica, são excelentes lentes mas ainda não sei como é a qualidade delas nesse sistema. A qualidade da Leica dispensa comentários.
olympus-ep1-vs-panasonic-gf1 Olympus EP-1 e Panasonic GF1 lado a lado

   Esse ano já foram lançadas pela Panasonic as câmeras G2 e G10,  que vem se juntar a G1, GF1 e GH1 com o mesmo aspecto de DSLR ou superzoom, ou seja, não são tão compactas quanto as Olympus à exceção da GF1. Além disso, no exterior a Olympus oferece um kit com filtros de efeito incluídos na caixa da câmera porém não possui flash embutido como os modelos da rival, e já lançou esse ano a PEN E-PL1 com esse kit de filtros que se junta às suas antecessoras E-P1 e E-P2. Atenção: Todas as câmeras citadas acima possuem a mesma resolução de 12 megapixels então por usarem o mesmo sensor CMOS teoricamente possuem a mesma qualidade em fotos.
panasonic1_gh1 Visão frontal e do dial da GH1 flamenguista rubronegra

   Em geral, as lentes que acompanham os kits das duas empresas é a 14-42mm f/3.5-5.6 e em alguns casos na Panasonic pode ser uma 14-45 com as mesma abertura. Já há muitas opções de lentes mais claras no mercado mas somente no exterior, aqui no Brasil se você for perguntar sobre qualquer coisa relacionada a micro 4/3 nas lojas, é capaz de o vendedor rir de você…
Panasonic-Lumix-G2 Mais um acessório extra: Bizarro mas potente microfone

   A longa exposição e os disparos rápidos de todos os modelos por enquanto seguem um padrão: 60 segundos e 1/4000 de segundo; todas fazem vídeos HD com exceção da Panasonic G1, em compensação a sua irmã bombada GH1 faz até full HD; os modelos Panasonic à exceção da GF1 possuem visor EVF; o modo contínuo delas não chega a ser de grande destaque, chega a no máximo 3.2 fps nas G2 e G10, e a 3 fps nos outros modelos; e a Panasonic costumava colocar um LCD móvel nos seus modelos exatamente como os da Canon mas ela resolveu colocar um inclinável como os de Sony e Nikon, eu particularmente acho pior.
panasonic-g1_blueG1 azul para não dizerem que estou favorecendo as vermelhas 

   Pra finalizar: A grande diferença entre os modelos Olympus e Panasonic é que na primeira, o estabilizador de imagens está no corpo da câmera e na segunda depende das suas lentes. Fica muito difícil escolher um modelo como o melhor mas eu ficaria com uma Olympus por ser mais compacta apesar de faltar um visor óptico ou EVF. Essa moda das micro 4/3 ainda não pegou no Brasil mas fazer o que se 90% dos consumidores ainda se guiam pelos megapixels pra escolher suas câmeras né?
Olympus-E-PL1-e1268197213265Três versões bacanas da PEN E-PL1, será que um dia estarão a venda no Brasil? 

   Hoje não tem a opinião do blogueiro pois falei genericamente de sete modelos ao mesmo tempo citando poucas diferenças entre elas, só acho que não devemos ignorar as novas tendências da fotografia digital então essas novidades sempre vão ter espaço por aqui. Alguém tem a sua Micro 4/3 preferida aí?
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