7 de janeiro de 2014

Lançamentos Nikon na CES 2014

   A Nikon lançou nada menos do que nove compactas, uma reflex e duas lentes hoje na CES 2014. Vou tentar falar bem resumidamente de cada uma delas para a postagem não ficar maçante. E como já foi avisado no final do ano passado, algumas coisas começam a mudar a partir de hoje no blog: como estou dividindo minhas matérias entre o Foto Fácil, o Fotografia-DG e o Resumo Fotográfico, para alguns equipamentos eu irei apenas colocar um link da matéria já escrita por mim mesmo anteriormente para outro site e embaixo deixarei a "opinião do blogueiro".
A Nikon L30 egue o mesmo design padrão há muitos anos
   As Nikon L29 e L30 são câmeras com 5x de zoom (26-130mm f/3.2-6.5) e macro de 10cm; não possuem estabilizador; sensibilidade ISO 80-1600; e são alimentadas por 2 pilhas AA. As diferenças entre as duas são sensor CCD de 16.1MP na L29 e de 20.1MP na L30; monitor LCD de 2.7 polegadas na L29 e de 3 polegadas (com camada antirreflexo) na L30; e a autonomia das pilhas é de 380 fotos na L29 e 570 fotos na L30.
   Opinião do blogueiro: Não há mais espaço para compactas com especificações tão modestas quanto estas duas, mesmo as mais baratas conseguem ser melhores. Só valem a pena pela enorme autonomia das pilhas que, como sempre foi, é bem maior que a das baterias. A Nikon só precisa explicar como duas câmeras tão semelhantes possuem autonomias tão distintas. E a L30 vem com cabo USB, a L29 não.
A Nikpn L330 chama atenção pelo seu porte mas tem um visual bastante limpo, poucos botões
   A Nikon L330 é equipada com sensor CCD de 20.2 megapixels; sua lente com 26x de zoom cobre distância focal entre 22.5-585mm com abertura f/3.1-5.9 e macro de 1cm; possui estabilizador óptico; possui sensibilidade ISO 80-1600; seu monitor LCD mede 3 polegadas; e é alimentada por 4 pilhas com capacidade para cerca de 580 fotos por carga.
   Opinião do blogueiro: Outra câmera de especificações super modestas, destinada apenas a quem procura longo alcance sem nenhuma preocupação com qualidade de imagem ou desempenho, pura diversão.
A Nikon L830 possui um design um pouco mais arrojado, mas ainda limpo
   A Nikon L830 é equipada com sensor CMOS de 16 megapixels; sua lente com 34x de zoom cobre distância focal entre 22.5-765mm com abertura f/3.0-5.9 e macro de 1cm; possui estabilizador óptico; possui sensibilidade ISO 125-3200; seu monitor LCD mede 3 polegadas; e é alimentada por 4 pilhas com capacidade para cerca de 680 fotos por carga.
   Opinião do blogueiro: Essa já possui uma qualidade que deve ser bem superior à L330 mas, pelo seu preço (300 dólares), só é recomendada a quem procura longo alcance sem preocupação com controles manuais já que há opções com controles manuais nesta faixa de preço.
A linha S da Nikon traz câmeras mais finas, cabem em qualquer bolso
   As Nikon S2800, S3600 e S6700 são equipadas com sensor CCD de 20.1 megapixels; possuem respecitvamente 5, 8 e 10x de zoom em lentes com 26-130mm f/3.2-6.5 e macro de 10cm (S2800), 25-200mm f/3.7-6.6 e macro de 2cm (S3600) e 25-250mm f/3.5-6.5 e macro de 5cm (S6700); possuem estabilizador óptico (exceto S2800 que é eletrônico); sensibilidade ISO 80-3200; monitor LCD de 2.7 polegadas (exceto S6700 que é de 3 polegadas); e são alimentadas por bateria com capacidade para cerca de 250 fotos (S2800) e 230 fotos (S3600 e S6700).
   Opinião do blogueiro: Desnecessárias já que também possuem especificações muito modestas, mesmo para compactas de bolso. Pelo menos as L29 e L30 possuem uma maior autonomia devido às pilhas, as 3 câmeras deste parágrafo nem isso tem de bom. Não recomendadas.
A Nikon S6800, mesmo sendo um pouco mais "gordinha" devido aos seus 12x de zoom, cabe no bolso
   As Nikon S5300 e S6800 são equipadas com sensor CMOS de 16 megapixels; possuem respecitvamente 8 e 12x de zoom em lentes com 25-200mm f/3.7-6.6 e macro de 2cm (S5300) e 25-300mm f/3.3-6.3 e macro de 2cm (S6800); possuem estabilizador óptico; sensibilidade ISO 125-6400; monitor LCD de 3 polegadas; e são alimentadas por bateria com capacidade para cerca de 180 fotos (S5300) e 170 fotos (S6800).
   Opinião do blogueiro: O sensor é bem melhor que o das câmeras anteriores, a S5300 é uma S3600 só que com um sensor bem melhor, mas vejam como a autonomia da bateria cai. São duas câmeras que valem mais a pena, mas é necessário que tenham uma bateria extra.
Nikon D3300 e sua nova objetiva 18-55mm menor e mais leve
   Também foi lançada hoje a nova reflex de entrada da Nikon, a Nikon D3300, com algumas novidades que podem ser conferidas na matéria que escrevi para o Fotografia-DG: http://www.fotografia-dg.com/nikon-d3300-e-nikkor-35mm-f1-8/
   Opinião do blogueiro: Tem tudo para cair nas graças dos fotógrafos iniciantes em DSLR, traz recursos interessantes das compactas que muitos costumam sentir falta quando migram para este novo patamar da fotografia e traz um sensor de 24 megapixels totalmente novo, remodelado. Não tem ainda o motor de foco que pemite fazer autofoco com as objetivas AF, mas acho que esse assunto já foi bastante debatido: acho que não adianta, me surpreenderá se um dia as Nikon D3xxx e D5xxx venham a contar com este item, senão as objetivas AF nunca mais irão vender. Câmera recomendada a quem quer conhecer o mundo das câmeras reflex.

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6 de janeiro de 2014

Superzoom à prova d'água e muito mais

   Já virou tradição: todo ano, a primeira postagem do blog sobre câmeras traz superzoom Fuji. Mas há novidades já que este ano parece que a Fuji resolveu dar uma diminuida no número de lançamentos, sem aquele monte de câmeras sem sentido, e um destes lançamentos é à prova d'água! Os modelos são Fuji S8600, S9200, S9400W e S1.
Percebam como o compartimento da lente está mais estreito nela do que nas antecessoras
   A Fuji S8600 é equipada com sensor CCD de 16 megapixels (1/2.3 de polegada com 16.44 MP de resolução total); sua objetiva com 36x de zoom cobre distância focal entre 25-900mm com abertura f/2.9-6.5 e macro de 1cm; possui estabilização óptica; o tempo de exposição varia entre 1/2000 e 8 segundos; sensibilidade ISO 100-6400; modo contínuo de até 8fps; possui flash pop-up com alcance de até 6 metros em ISO AUTO; faz vídeos em HD com taxa de 30fps em formato AVI e som mono; seu monitor LCD mede 3 polegadas; e é alimentada por 3 pilhas AA com capacidade para cerca de 410 fotos por carga.
   
Painel traseiro bem limpo e sem um viewfinder
   Opinião do blogueiro: O fato de usar sensor CCD deixa esta câmera com especificações bem modestas em relação às suas concorrentes, talvez não haja mais espaço para câmeras assim no mercado atual. Recomendada apenas para quem é pouco exigente e não quer ter nenhum comprometimento com alta qualidade. A seu favor o fato de ser um pouco menor e mais leve que as demais de sua categoria. Estará disponível nas cores branca, preta e vermelha a partir de março no exterior ao custo de 230 dólares.
S9200 e S9400W são bem mais robustas que a irmã menor
   As Fuji S9200/S9400W são equipadas com sensor CMOS de 16.2 megapixels (1/2.3 de polegada com 16.79MP de resolução total); sua objetiva com 50x de zoom cobre distância focal entre 24-1200mm com abertura f/2.9-6.5 e macro de 1cm; possui estabilização óptica; o tempo de exposição varia entre 1/1700 e 8 segundos; sensibilidade ISO 100-12800; modo contínuo de até 10fps; possuem flash pop-up com alcance de até 7 metros em ISO AUTO; fazem vídeos em Full HD com taxa de 60fps entrelaçados em formato MOV e som estéreo (máximo de 29 minutos); seu monitor LCD mede 3 polegadas e há um viewfinder eletrônico; e são alimentadas por 4 pilhas AA com capacidade para cerca de 500 fotos por carga.
Parece um anel funcional ao redor da lente mas é apenas um grip
   A única diferença entre a Fuji S9200 e a Fuji S9400W é a presença de wi-fi embutido na segunda câmera. Ambas estarão disponíveis nas cores branca, preta e vermelha a partir de março no exterior e custarão respectivamente 330 e 350 dólares.
Painel traseiro bem limpo mas traz um controle giratório
   Opinião do blogueiro: O fato de não ter aumentado a resolução é louvável, 16 megapixels está bom demais. Para quem gosta de zoom, os preços (pelo menos em dólares) estão excelentes para 50x, e 20 dólares a mais pelo wi-fi embutido não são nada. Muitos não gostarão do fato de serem alimentadas por pilhas, mas a verdade é que há muitas vantagens nisso, basta ver que a enorme maioria das câmeras alimentadas por pilha possuem maior autonomia do que as alimentadas por bateria. Por fim, a ausência de controles manuais totais sempre será um problema nessa série S da Fuji. Recomendadas para quem procura alcance super longo a um custo razoavelmente bom.
Fuji S1 possui ranhura para encaixe de anel adaptador e controle lateral de zoom
   A Fuji S1 é equipada com sensor CMOS de 16.4 megapixels (1/2.3 de polegada com 16.8 MP de resolução total); sua objetiva com 50x de zoom cobre distância focal entre 24-1200mm com abertura f/2.8-5.6 e macro de 1cm; possui estabilização óptica; o tempo de exposição varia entre 1/4000 e 30 segundos; sensibilidade ISO 100-12800; modo contínuo de até 10fps; possui flash pop-up com alcance de até 8 metros em ISO AUTO; faz vídeos Full HD com taxa de 60fps em formato MOV e som estéreo (máximo de 15 minutos); seu monitor LCD móvel mede 3 polegadas e há um viewfinder eletrônico; é alimentada por bateria com capacidade para cerca de 350 fotos por carga.
Monitor LCD completamente móvel é sempre muito útil nesse tipo de câmera
   Opinião do blogueiro: Está nitidamente um nível acima das outras superzoom apesar de ter os mesmos 50x de zoom de duas delas. Outros atrativos da Fuji S1 são a resistência a água e poeira (não é uma câmera para mergulho mas aguenta ser usada debaixo de chuva); produz arquivos RAW; e possui wi-fi embutido. Recomendada com a ressalva do problema já usual dos controles manuais totais (ou da ausência deles), é preciso ver na prática se o controle de abertura é total ou não.

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1 de janeiro de 2014

Mural Dezembro/2013

   Começamos o ano de 2014 com as melhores fotos feitas pelos leitores no último mês de 2013, tenho percebido uma frequente repetição de nomes e como não gosto de repetir leitores aqui na galeria, ela vai um pouco menor que o habitual. E tem muitos leitores entrando no grupo mas não postando nada. Vmos fotografar, galera! Lembrando que as fotos são tiradas do nosso grupo no Flickr, aberto a todos os leitores que queiram compartilhar suas fotos, e só vale se tiver dados EXIF disponíveis. Eis as artes:

Roberto Sarti usando Canon SX130


Thibério Cesar usando Canon T3i + 75-300mm


Eduardo Monteiro usando Fuji X100s


Fernando Pereira Jorge usando Nikon D3000 + 18-55mm


Bruno Acosta usando Canon T3i + Sigma 10-20mm


   Estatísticas e curiosidades da galeria:

  • Das 5 fotos, 3 foram feitas com câmeras reflex e 2 com câmeras compactas
  • A marca mais usada foi a Canon (3 vezes), Fuji e Nikon apareceram uma vez, cada
  • Pelo segundo mês consecutivo, a única câmera repetida foi a Canon T3i que figurou na galeria duas vezes (gostaram dela, hein?)
  • Nenhuma objetiva foi repetida
  • Mais uma vez: quem disse que não dá pra fazer foto boa com a lente do kit? Chega desse preconceito, né?
  • E quem disse que não dá pra fazer foto boa com compacta? Com criatividade e um bom olhar não precisa de uma super câmera
  • Primeira vez que um mico é retratado em pose sensual aqui na galeria
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30 de dezembro de 2013

Evolução das câmeras digitais (Ano de 2009)

   Enfim chegamos ao ano de 2009, o ano anterior à criação do blog Foto Fácil e, por esta razão, a última parte desta história que comecei a contar no ano passado. Imagino que esta história (como tantas outras contadas) tenha algumas falhas, alguns furos, alguns exageros, mas acho que deu pra ter uma ideia do que aconteceu com a fotografia digital desde os seus primórdios. Então, já que é uma matéria de despedida, vejamos como a Epson se despediu da fotografia digital.
Visual elegante da Epson RD1x
   A câmera Epson RD1x, assim como sua antecessora que foi a primeira rangefinder digital, foi uma excepcional câmera com sensor CCD APS-C de 6 megapixels mas o pacote todo se tornava caro demais já que a baioneta era a Leica M e lentes Leica não são nada baratas, mesmo a câmera custando bem menos que uma Leica M8. É item de colecionador.
20x de zoom era muita coisa pra época, e hoje tem gente que não se contenta com 30x...
   A Sony inaugurou sua nova série de câmeras superzoom com a Sony HX1, era a essa câmera que eu me referia na matéria anterior quando falei do projeto mal-sucedido da Canon. A HX1 era melhor que a Canon SX1 e isso deu mais força ao uso de sensor CMOS em compactas após o fracasso da concorrente. Com um sensor de 9 megapixels ligeiramente menor que o padrão das compactas e o advento das novas lentes Sony G, estava declarada a guerra dos megapixels e do zoom em que os números passariam a crescer assustadoramente a partir deste momento.
Nikon D3000 foi uma câmera que já nasceu obsoleta: sensor CCD, não possuía live view e não fazia vídeos
   A Nikon inaugurava uma nova nomenclatura nas suas reflex de entrada e de nível intermediário, agora tudo ficava mais bem definido: a categoria mais inferior começava com a Nikon D3000 e a seguinte começava com a Nikon D5000, eram as duas categorias de DSLR Nikon que não possuiriam o motor de foco. Depois viria também a D7000, em uma categoria acima destas duas, e todas estas séries fazem muito sucesso hoje em dia.
A Canon T1i talvez tenha sido a pior DSLR digital que a Canon já fez, mas ainda assim é boa
   A Canon também iniciou uma mudança na sua nomenclatura de câmeras reflex, mas apenas para o mercado americano. Enquanto na Europa seguia-se a numeração 500D e desde 2003 na Ásia era usada a série Kiss e na América a série Rebel, a partir de 2009 a nomenclatura na América passava a contar com a Canon T1i (que, por acaso, é minha companheira até hoje). As câmeras seguintes mudariam apenas o número entre as duas letras. Tudo em nome da facilidade e também da obsolescência programada...
Visual arrebatador, relembrando as antigas câmeras PEN de filme
   A Olympus seguia os passos de sua parceira Pansonic e colocava no mercado, ou melhor, reinventava sua série de câmeras PEN com a belíssima Olympus PEN-EP1. Esta sim conseguia colocar um grande sensor em um corpo pequeno de lentes intercambiáveis, e se hoje já vemos muitos modelos neste estilo e de várias marcas diferentes é tudo graças ao trabalho que a Olympus começou.

A Samsung ST500 (ou TL220) foi a primeira a contar com duplo LCD
   Não poderia me esquecer das Samsung ST500 e ST550 que foram as primeiras câmeras com duplo LCD, um pequeno monitor foi inserido na frente da câmera, ao lado da lente, para facilitar os autorretratos (que na época ainda não se chamavam selfies). Eram câmeras com sensores CCD de 12MP, contavam com lentes Schneider-Kreuznach com distância focal entre 27-124mm (4.6x de zoom) e a única diferença entre elas é que a primeira possui LCD traseiro de 3 polegadas e o da segunda mede 3.5 polegadas. Faz sucesso até hoje.

É...
   Para terminar tinha que ter algo bizarro, e a eleita foi a Fuji W1. Uma câmera com duas lentes (a Kodak já tinha feito algo semelhante mas sem destaque) que gerava uma imagem em 3D. O preço aqui no Brasil era um absurdo, custava algo em torno de 2 mil reais e era uma câmera com sensor CCD padrão em compactas e uma, ops, duas lentes com 3x de zoom. Ainda houve uma sucessora desta câmera e me lembro depois de ter visto lojas desesperadas querendo vendê-la por 500 reais. E ainda estava caro...

26 de dezembro de 2013

Evolução das câmeras digitais (Ano de 2008)

   Chegamos ao ano de 2008 e este ano foi marcado pelo início da produção de câmeras mirrorless em massa e este ano pode ser considerado um divisor de águas para a fotografia digital, as DSLR agora não estavam mais sozinhas e o trio Panasonic-Olympus-Leica apostou tudo no sistema Micro 4/3 que envolvia um sensor medindo 4/3 de polegada e uma baioneta comum às câmeras mirrorless (diferente da antiga baioneta 4/3) das séries Panasonic G e Olympus PEN permitndo que se usasse objetivas das duas marcas em qualquer uma das suas câmeras mirrorless. A Panasonic G1 com seu sensor de 12MP e monitor LCD totalmente articulável foi quem começou isso tudo e, inicialmente, ainda não se conseguia alcançar o objetivo de câmeras pequenas e mais leves como se pode ver na foto abaixo.
A Panasonic G1 foi um marco, mas que ainda viria a ser muito aperfeiçoada com o passar dos anos
   2008 também foi um ano de despedidas, a Samsung GX20 foi a última reflex da marca sul-coreana encerrando uma série que nunca fez grande sucesso, mesmo com a parceria com uma gigante da fotografia, como a Pentax. Esta câmera possuía um sensor APS-C de 14.6 megapixels e era baseada na Pentax K20D que já possuía o modo live view que ainda não havia na anterior.
Samsung GX20 foi a última reflex desta marca
   A Canon também foi responsável por iniciar um novo ciclo na fotografia digital, a sua superzoom Canon SX1 inaugurou a produção de compactas em massa com o sensor CMOS, utilizado à época apenas nas DSLR. O resultado não saiu como o esperado e a SX1 foi uma câmera que ficou aquém do que a gigante japonesa costumava apresentar em qualidade e o projeto levou ainda um bom tempo para ser aprimorado, com este sensor de 10 megapixels sendo engavetado. Depois a Sony conseguiu resultados melhores (como veremos no próximo capítulo) e as outras fabricantes começaram a desenvolver seus sensores CMOS para compactas chegando aos dias de hoje em que a grande maioria de compactas já não usa mais o sensor CCD.
Na teoria era uma ótima câmera, mas na prática deixou a desejar
   Por fim, a Nikon lançou uma lendária DSLR encerrando sua antiga nomenclatura Dxx para as reflex de entrada e de nível intermediária. A Nikon D90 foi uma câmera tão boa, alcançou uma reputação tão sólida na fotografia profissional que muitos usuários ainda a consideram melhor que suas sucessoras e esta câmera ainda pode ser encontrada à venda em muitas lojas. Esta, sem dúvidas, ficou para a história.
 
A Nikon D90 é uma lenda que ainda será falada por muitos e muitos anos
    Nos vemos em 2009 na última parte desta história!
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