30 de abril de 2013

30x de zoom dentro do seu bolso com a Sony HX50

   Está cabendo cada vez mais zoom dentro do bolso, lógico que não pode ser um bolso muito apertado, e a Sony chega aos 30x de zoom em uma câmera realmente compacta. Porém, infelizmente, as coisas na Sony nunca mudam e quero aproveitar a ocasião para tentar explicar no final da matéria a alguns leitores pela última vez sobre as opiniões dadas por mim aqui no blog. Enquanto isso, vamos às especificações:
Deisgn clássico das Sony H de bolso
   A Sony HX50 é equipada com sensor CMOS de 20.4 MP (1/2.3 de polegada com 21.1 MP de resolução total); sua objetiva G com 30x de zoom core distância focal entre 24-720mm com abertura f/3.5-6.3 e macro de 5cm; possui estabilização óptica; sensibilidade ISO 80-12800; o tempo de exposição varia entre 1/4000 e 30 segundos; modo contínuo de 10fps; possui controles manuais, wi-fi e GPS (este último somente na versão HX50V); o alcance do flash é de até 5.6 metros e possui sapata para flash externo; faz vídeos Full HD com taxa de 60fps em formato AVCHD e som estéreo; seu monitor LCD mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria com capacidade para cerca de 400 fotos por carga.
Segundo dial poderia ter sido melhor aproveitado
   Opinião do blogueiro: É mais uma câmera que deve vender muito, afinal, 30x de zoom que cabem no bolso chamam bastante atenção, ainda mais com 20 MP e o nome Sony que tem bastante confiabilidade, principalmente no Brasil. Possui uma bateria bem durável e sapata para flash como diferenciais. O GPS só está disponível na versão HX50V mas o wi-fi está nas duas e essa é a tendência atual, cada vez mais câmeras conectadas com a grande rede e dispositivos móveis. Recomendada na data de hoje apenas para quem procura longo alcance em uma câmera bem compacta. A HX50V estará disponível a partir da segunda semana de maio nas cores prata e preta ao custo de 450 dólares. A HX50 sem GPS estará disponível na Europa ao custo de 420 euros, a HX50V ao custo de 440 euros.
Poderia ter um botão dedicado ao wi-fi
  Agora, sobre o que falei no primeiro parágrafo, quando eu não recomendo alguma câmera não estou afirmando que a câmera é ruim, péssima, ou seja lá como alguns entendem. O que eu tento dizer é que, na mesma categoria, há opções melhores e com menor preço então por que eu indicaria uma mais cara? E também há o nível de exigência de cada um, há pessoas que se contentam com câmeras de resolução exageradamente alta como a desta postagem e nem sempre há parâmetro de comparação, há pessoas que usam uma única marca a vida inteira e não aceitam opiniões contrárias a sua marca preferida. Se querem um blog isento, sem apoio de nenhuma fabricante, o lugar é aqui mas se você é fanboy de alguma marca (principalmente Sony e Nikon que são os que mais causam problemas aqui no blog), procurem outros.

27 de abril de 2013

Panasonic LF1 mostra que 2013 é o ano das compactas premium

   Está ficando cada vez mais difícil escolher uma compacta premium como próxima aquisição, e essa dificuldade é muito bem-vinda! Durante anos (principalmente entre final de 2009 e início de 2011) este mercado permaneceu estagnado com poucas opções e inovações mas agora há uma fartura, uma enorme variedade não só de modelos de câmeras mas também de novidades e a Panasonic lança uma segunda linha de câmeras premium para se juntar à sua já consagrada série LX.
Design elegante, semelhante ao da Sony RX100
   A Panasonic LF1 é equipada com sensor CMOS de 12.1 MP (1/1.7 de polegada com 12.8 MP de resolução total); sua objetiva Leica com 7.1x de zoom cobre distância focal entre 28-200mm com abertura f/2.0-5.9 e macro de 3cm; possui estabilização óptica; sensibilidade ISO 80-12800; o tempo de exposição varia entre 1/4000 e 250 segundos; modo contínuo de 10fps; possui controles manuais, wi-fi e NFC, produz arquivos RAW e fotos em 3D; o alcance do flash é de até 7 metros; faz vídeos Full HD com taxa de 60fps em formato AVCHD (ou 30fps em formato MP4) e som estéreo; seu monitor LCD mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria com capacidade para cerca de 250 fotos por carga.
Anel multi-função ao redor da objetiva
   Conta com recepção wi-fi e a tecnologia NFC que conecta automaticamente a câmera a qualquer dispositivo móvel dotado da mesma tecnologia apenas ao enconstá-los um ao outro. O que pode atrapalhar um pouco é a falta de um monitor sensível a toque para a digitação de eventuais descrições em fotos enviadas diretamente para a grande rede mas este passa a ser um problema pequeno diante de tanta tecnologia e qualidade envolvidas nesta câmera. Ainda possui um viewfinder eletrônico para quem gosta de fotografar como se fosse com uma DSLR e um anel multi-uso ao redor da lente para controlar zoom, abertura, tempo de exposição, ISO e outros penduricalhos.
Novo viewfinder digital com cobertura de 100% da visão
   Opinião do blogueiro: Me parece ser a compacta premium mais completa atualmente no mercado por ter uma faixa de zoom relativamente ampla, modo RAW e conexão wi-fi. O ultra-mega longo tempo de exposição de 250 segundos (sem ser modo bulb) já vem se tornando rotina nas câmeras desta categoria da Panasonic desde a atualização de firmware da LX5. A abertura do diafragma, o macro e a duração da bateria estão dentro de limites muito aceitáveis para uma câmera deste porte, o que tornam uma câmera teoricamente sem defeitos ou falhas aparentes. Estará disponível no exterior a partir de 28 de junho nas cores branca e preta ao custo de 500 dólares. Amplamente recomendada na data desta postagem.

25 de abril de 2013

Câmera Rokinon, vocês conheciam?

   Fazendo pesquisas sobre as lentes de espelho que vimos recentemente aqui no blog, me deparei com algo inusitado: dois modelos de câmera digital da Rokinon. Antes de mais nada é preciso explicar que a Rokinon é fabricante de objetivas  de baixo custo para vários sistemas e é um dos braços da empresa coreana Samyang. As objetivas Samyang são encontradas até com certa facilidade, em lojas de fotografia no mundo todo, também com outros nomes como Bower, Pro-Optic, Walimex, Vivitar, e a nossa gloriosa Rokinon que, até então, eu não sabia que também já havia fabricado câmeras digitais.
Rokinon DZ980
   São dois modelos: DZ980 e DZ1000. Como as especificações divulgadas não são muito esclarecedoras (o tamanho do sensor, por exemplo, não foi divulgado), esta postagem serve mais para efeito de curiosidade. A DZ980 possui resolução de 12MP, 3x de zoom, seus vídeos ainda nem são HD (720x480 pixels), monitor LCD de 2.4 polegadas e é alimentada por 2 pilhas AA. Controle de exposição? Só automático ou programa.
Rokinon DZ1000
   A DZ1000 parece ser um modelo mais avançado, possui resolução de 10MP e monitor LCD com tecnologia touchscreen de 2.7 polegadas, no resto das especificações é igual. Detalhes interessantes sobre estas câmeras: ambas vem com aquele software encotrado na grande maioria das webcams, o ArcSoft. Os preços? Só encontrei a DZ1000 por 106 dólares na Amazon.

22 de abril de 2013

Evolução das câmeras digitais (Ano de 2002)

   Em 2002 vimos o surgimento da Samsung no mercado de câmeras digitais com as suas primeiras Digimax em um estilo bem parecido com o das câmeras à prova d'água. A Sony começava a usar mini CD como mídia de armazenamento das suas Mavica mas era questão de tempo que estas câmeras caíssem no ostracismo, a concorrência já tinha igualado e até superado as inovações que a Sony sempre trazia e a mantinham no topo da fotografia digital até então. Era o início do fim do reinado da Sony em um mercado que se tornava cada vez mais competitivo.
Samsung Digimax 130
   A Panasonic inaugurava a sua série de maior sucesso até hoje, a FZ, com uma câmera de 2 megapixels em um sensor minúsculo de 1/3.2 de polegada e 12x de zoom começando em 35mm (grande angular ainda era luxo nessa época) mas compensado com uma objetiva Leica com abertura f/2.8 em todo o seu zoom assim como a atual FZ200. Fui um dos poucos a lembrar na ocasião do lançamento da FZ200 que a abertura fixa em uma superzoom não era novidade.
Panasonic FZ1 lançada nas cores prata e preta
   A Konica lançava uma compacta com resolução de 5 megapixels que já era bem pavorosa para a época mas era um sensor medindo 1/1.8 de polegada e o atrativo maior era o macro de 6cm. Continuava grande o número de câmeras compactas com sensores dete tamanho. Seria uma compacta premium mas não tinha controles manuais neste modelo.
Konica Revio KD-500Z
   Na questão das reflex lançadas no ano de 2002 tivemos um modelo digno de nota que foi a Canon 1Ds, uma full frame com resolução de 11MP e sensibilidade ISO que ia até parcos 1250! E pensar que hoje em dia qualquer compactazinha bem mixuruca já tem ISO de, pelo menos, 1600.
Sony Mavica CD400
   Reparem que, desde as primeiras postagens desta série, o avanço tecnológico era bem lento. Toda questão envolvendo grande angular, resolução, zoom, macro e ISO demorava bastante a evoluir mas, a partir de 2003, o negócio começa a fluir mais rápido. A concorrência e a disputa por novos usuários começa a ficar mais acirrada e o consumidor começa a pagar por isso.

19 de abril de 2013

A objetiva zoom mais espetacular que já existiu

   O que parecia impossível a Sigma conseguiu fazer, uma objetiva zoom com abertura fixa de f/1.8! Jamais imaginei um dia ver uma lente assim mas como será que ela conseguiu fazer isso sem a necessidade de um corpo gigante? Parece que o segredo é o novo material usado pela Sigma após a sua reformulação geral no visual, composição e reorganização em suas mais recentes objetivas que você já viram aqui no blog, usando o chamado TSC (Material Termicamente Composto) que permite que elas sejam menores e mais leves mas com maior durabilidade.
A poderosa Sigma 18-35mm f/1.8
   A Sigma 18-35mm f/1.8 DC HSM da série Art possui abertura mínima f/16; diafragma de 9 lâminas; sua construção óptica é de 17 elementos (9 especiais) em 12 grupos; distância mínima de foco de 28cm; diâmetro de filtro de 72mm; mede aproximadamente 7.8 x 12.1cm e pesa cerca de 810 gramas. Ainda não foram divulgados disponibilidade e preço mas estará disponível para sistemas APS-C Canon, Nikon e Sigma.
Novo USB Dock para atualização de firmware das objetivas Sigma
   Os mais céticos dirão que tem algo de errado com esta lente até por se tratar de uma Sigma, talvez se fosse uma Canon ou Nikon teria aprovação imediata  mas, já que não é, então terá que passar por sérias provações e provavelmente nunca terá seu valor reconhecido mas é certo que é um marco na construção das objetivas. As outras que corram atrás...
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