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8 de novembro de 2015

Novas objetivas lançadas em setembro de 2015

   Peço desculpas pelo atraso (mais uma vez) pois está sendo bastante difícil conciliar várias atividades ao mesmo tempo, mas não vou deixar a peteca cair. No mês de setembro tivemos como destaque a primeira objetiva da Pentax voltada para uma câmera full frame que ainda está por vir.

Lumix G 25mm f/1.7 - Especificações:
  • Equivalente a 50mm
  • Abertura mínima f/22
  • Não possui estabilizador de imagem
  • Diafragma circular de 7 lâminas
  • Construção óptica de 8 elementos (sendo dois asféricos e um de alto índice refrativo) em 7 grupos
  • Distância mínima de foco de aproximadamente 25 cm
  • Diâmetro para filtro de 46 mm
  • Pesa cerca de 125 gramas
  • Mede aproximadamente 5.2 x 8.1 cm
  • Disponível no exterior por 200 dólares
Opinião do blogueiro: Os usuários do sistema Micro 4/3 acaba, de ganhar uma opção de objetiva fixa muito mais barata do que a versão Olympus já existente. Anunciada inicialmente com preço de 300 dólares, seu valor já baixou duas vezes e torna-se o melhor custo-benefício na categoria.

Tamron SP 35mm f/1.8 Di VC USD - Especificações:
  • Abertura mínima f/16
  • Possui estabilizador de imagem
  • Diafragma de 9 lâminas
  • Construção óptica de 10 elementos (sendo dois asféricos e dois de baixa dispersão) em 9 grupos
  • Distância mínima de foco de 20 cm
  • Diâmetro para filtro de 67 mm
  • Pesa cerca de 450 gramas (versão Nikon)/480 gramas (versão Canon)
  • Mede aproximadamente 8 x 7.8 cm (versão Nikon)/8 x 8.1 (versão Canon)
  • Disponível no exterior por 600 dólares
Opinião do blogueiro: É o retorno da linha SP (lentes de alta performance) da Tamrn para tentar frear o crescimento recente da Sigma. É uma lente muito cara e precisa mostrar resultados acima de tudo que já mostrou até hoje para fazer valer este investimento. Talvez o estabilizador de imagem não fosse tão necessário e diminuiria um pouco o custo desta lente. Disponível para os sistemas DSLR Canon e Nikon atualmente, e está prometida uma versão para DSLR Sony em breve.

Tamron SP 45mm f/1.8 Di VC USD - Especificações:
  • Abertura mínima f/16
  • Possui estabilizador de imagem
  • Diafragma circular de 9 lâminas
  • Construção óptica de 10 elementos (sendo dois asféricos e um de baixa dispersão) em 8 grupos
  • Distância mínima de foco de 29 cm
  • Diâmetro para filtro de 67 mm
  • Pesa cerca de 520 gramas (versão Nikon)/540 gramas (versão Canon)
  • Mede aproximadamente 8 x 8.9 cm (versão Nikon)/8 x 9.2 (versão Canon)
  • Disponível no exterior por 600 dólares
Opinião do blogueiro: O que foi falado acima para a 35mm vale também para a 45mm, esta nova série SP precisa ser igual ou melhor que as novas Sigma ART para valer a pena.

HD Pentax D FA 24-70mm F2.8 ED SDM WR - Especificações:
  • Abertura mínima f/22
  • Não possui estabilização já que os corpos Pentax já são estabilizados
  • À prova d'água
  • Diafragma circular de 9 lâminas
  • Construção óptica de 17 elementos (sendo 3 asféricos, 3 de baixa dispersão e 1 de dispersão anômala) em 12 grupos
  • Distância mínima de foco de 38 cm
  • Diâmetro para filtro de 82 mm
  • Pesa cerca de 787 gramas
  • Mede aproximadamente 8.8 x 10.9 cm
  • Disponível no exterior por 600 dólares
Opinião do blogueiro: Esta lente ainda é uma incógnita mas espera-se um grande desempenho pois a Pentax nunca brincou em serviço e precisa mostrar uma boa impressão em sua primeira câmera full frame. O fato de ser uma lente à prova d'água dá a entender que o corpo tambvém será. O alto preço sugere que esta seja uma lente espetacular.

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23 de dezembro de 2014

Evolução das câmeras digitais (Ano de 2014)

   O ano de 2014 teve poucas inovações, foi o ano de afirmação das boas novidades dos dois anos anteriores. Mas pude selecionar algumas câmeras que tentaram mostrar algo diferente como a Canon N100, que foi uma versão premium da série N lançada pela Canon em 2013. Conhecida por praticamente não ter botões, desta vez a novidade fica por conta da dupla câmera como se fosse um smartphone: enquanto a frontal faz o papel principal da câmera, a traseira assume a função chamada Story Camera criando álbuns quando as duas câmeras são usadas em conjunto. Conta com sensor de 12 megapixels medindo 1/1.7 de polegada e a mesma objetiva clara da Canon S120 e tudo isso sem tirar o foco principal desta série que é a conectividade.
Canon N100 "Stry Camera"
   A Fuji também teve seu momento inovador quando anunciou a primeira superzoom selada contra respingos e poeira, a Fuji S1. Com sensor padrão de 16 megapixels e 50x de zoom cobrindo distância focal entre 24-1200mm, se tornou uma das melhores opções deste ano nessa categoria de câmera. Ainda fotografa em RAW e possui wi-fi integrado.
Fuji S1
 
   A novidade da Samsung em uma superzoom este ano foi mais um penduricalho do que algo realmente útil: a Samsung WB2200 traz um grip vertical embutido que pouca falta faz para o tipo de público desta câmera. É um raro exemplar de superzoom de grande porte da Samsung que possui controles manuais, e talvez o grande atrativo desta câmera nem seja o grup vertical, e sim os 20mm de grande angular que junto aos 1200mm em tele totalizam 60x de zoom.
A imponente Samsung WB2200
   Outra superzoom que trouxe um penduricalho, mas que na prática torna-se um pouco mais útil, foi a Olympus SP100. Chamada também de "Eagle Eye", possui um dispositivo que auxilia na focagem em assuntos muito distantes chamado Indicador de Ponto Integrado. Com 50x de zoom entre 24-1200mm e uma lente relativamente clara para os padrões atuais das superzoom, é muito difícil de ser encontrada no mercado nacional.
Olympus SP100
   Outra novidade da Samsung foi a criação de um novo sistema mirroless chamado NX Mini, com lente menores e mais leves e uma câmera com sensor de 1 polegada tornando-se concorrente direta da Nikon neste nicho. Ainda é um sistema novo, com poucas lentes e apenas uma única câmera, com preço baixo é capaz de vingar.
Samsung NX Mini
   Mais um sistema mirrorless estreou neste ano de 2014, o Leica T. Surpreendentemente a Leica, que é uma das principais fabricantes envolvidas no sistema Micro 4/3, inaugura uma nova baioneta para explorar o máximo de qualidade de suas objetivas. Com sensor APS-C de 15 megapixels, seu design foi elaborado em conjunto com a fabricante alemã de automóveis Audi, e por enquanto há apenas duas objetivas para este sistema.
Leica T
   A colaboração da Pentax para esta matéria foi, provavelmente, a mais inusitada de todas: a Pentax K-S1 é uma reflex de entrada repleta de LEDs coloridos em seu grip e funcionam de acordo com algumas funções pré-definidas na câmera. Possui sensor CMOS de 20 megapixels e, como não poderia deixar de ser, são 12 cores disponíveis (por enquanto, pois com a Pentax esse número pode sempre aumentar) ára o usuário.
A iluminada Pentax K-S1
   E para finalizar, a primeira compacta do mundo com sensor 4/3: a Panasonic LX100. Com aproximadamente 3.1x de zoom entre 24-75mm, é repleta de acessos a os controles manuais sendo uma câmera bastante ágil. Possui inclusive um dial próprio para o controle de tempo de exposição como as antigas câmeras de filme.
Panasonic LX100
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3 de outubro de 2014

Duopólio Canon/Nikon no Brasil, bom para quem?

   Texto longo, mas precisei contar o início da história toda para que fosse de mais fácil compreensão.   

   Canon e Nikon são as duas marcas que mais vendem câmeras no mundo todo, principalmente a profissionais ou aspirantes a profissionais, e isso é algo incontestável. Até porque a Nikon é uma empresa já quase centenária (fundada em 1917) e a Canon surgiu 20 anos depois, a experiência que estas duas empresas possuem é absurda e como o investimento nesta área é muito alto, fica difícil outras empresas suplantarem essas duas. Mas elas não estão sozinhas, aliás, nunca estiveram. Sempre tiveram sombras lhes acompanhando e a qualidade destas outras concorrentes não ficava muito atrás, mas o mito que envolve Canon e Nikon é fortíssimo. No mundo todo.
As poderosas seguem reinando absolutas sem ninguém incomodá-las
   Quando a fotografia digital começou a se popularizar no final dos anos 90 (graças a Kodak e Sony, muito mais importantes do que Canon e Nikon nesse processo de transição) algumas pessoas imaginaram que uma nova ordem seria estabelecida, mas a concorrência foi minguando e abrindo espaço para as duas grandes reinarem mais uma vez lado a lado, lembrando que este duplo reinado nunca deixou de existir pois nas câmeras SLR de filme elas ainda mandavam e desmandavam. E eis que sobrevivem, além das poderosas, Sony (que adquiriu a Minolta), Olympus e Pentax. Sony e Pentax permanecem até hoje neste segmento: a Sony com um "novo" sistema SLT de espelhos translúcidos (a Canon já havia usado sistema semelhante décadas atrás) e a Pentax ainda nas DSLR (produzindo ótimos modelos de câmera, alguns acima da média) mas com uma patética política de marketing quase se restringindo ao oriente. Tem muito fotógrafo novo por aqui que sequer já ouviu falar em Pentax, mas isso não vem ao caso agora.
A Pentax, famosa por suas reflex multcoloridas, é pouco conhecida aqui no Brasil
   Faltou a Olympus, ela se juntou a Leica e Panasonic em um ambicioso projeto chamado Quatro Terços, ou simplesmente 4/3, do qual a Kodak também já fez parte (e resolveu retornar agora). O sistema 4/3 consistia em uma baioneta comum entre elas e um sensor que media 4/3 de polegada (com fator de corte 2x), daí o nome do sistema. A primeira câmera foi a Olympus E1, ainda uma DSLR, lançada no ano de 2003. Em 2006 a Panasonic fez sua primeira câmera DSLR neste sistema, a Panasonic L1, bem menor do que as DSLR existentes no mercado e aquele era o embrião de um novo sistema de câmeras mirrorless que viriam logo a seguir.
Olympus E1, a primeira reflex a usar sensor 4/3
   No ano de 2008 foi anunciada a Panasonic G1, a primeira câmera sem espelhos do sistema agora rebatizado de Micro 4/3, que possuía o sensor com o mesmo tamanho de antes mas a baioneta estava menor (daí o nome Micro). As câmeras ainda estavam grandes e precisavam de mais desenvolvimento para alcançar o objetivo que era ter câmeras menores e mais leves do que as DSLR, mas com lentes intercambiáveis. Então a Olympus ressuscita sua série PEN anunciando a Olympus PEN E-P1 com um corpo bem diminuto e com o tempo as duas marcas foram criando câmeras cada vez menores perdendo muito pouco em qualidade de imagem para as "poderosas".
Panasonic G1, primeira câmera mirrorless com sensor 4/3
   Só que todo o esforço de Olympus e Panasonic não adiantaria se a Sony não criasse seu próprio sistema mirrorless, o NEX, que começaria a popularizar (de novo ela) este tipo de câmera no mundo todo. Foi aí que os novos fotógrafos começaram a se interessar mais em ter uma câmera quase de bolso com lentes intercambiáveis, isso aconteceu em 2010. Daí para a frente vieram Samsung, Pentax, Nikon, Fuji e Canon, era inevitável, era um novo caminho e era necessário trilhá-lo. Mas Canon e Nikon fizeram sistemas que pouco ou nada acrescentaram: a Canon parece que fez só por fazer, seu sistema EOS-M está limitado a duas câmeras (uma delas lançada apenas na Ásia) e apenas 4 objetivas oficiais de fábrica, enquanto a Nikon produziu um sistema com um sensor muito pequeno (medindo 1 polegada) mas com preços pouco competitivos e um tamanho que poderia ser bem menor já que o sensor é bem pequeno para os padrões mirrorless.
A Sony NEX5, ao lado da NEX3, foi o início do bem-sucedido sistema sem espelhos da Sony
   Como a Pentax fez um sistema bem meia-bomba (a baioneta é a mesma das suas DSLR com lentes grandes e pesadas) e a Samsung nunca conseguiu se acertar, quem arriscou e tem se dado bem é a Fuji. Com seu inovador sensor que dispensa completamente o uso de filtro low pass mantendo uma nitidez acima da média e uma política mais agressiva de marketing, vem se tornando a maior ameaça ao bastante consolidado sistema Micro 4/3 que possui dezenas de câmeras e objetivas no mercado com tecnologia de ponta e qualidade que não deve quase nada a Canon e Nikon. A Sony também se mexeu e criou a primeira mirrorless com sensor full frame que já mostrou resultados espantosos para quem acha que Canon e Nikon estão acima do bem e do mal. O sensor inovador da Fuji também consegue, em algumas situações, conseguir resultados em APS-C semelhante ao das full frame Canon e Nikon.
Diferente arranjo de cores do sensor usado pela Fuji é um dos segredos do seu sucesso
   Qualidade é o que não falta a Olympus, Panasonic, Sony e Fuji para derrubar as duas gigantes da fotografia (procurem por reviews nos seus sites de confiança e vejam o que estou falando). As mirrorless fazem mais sucesso no Oriente mas já são usadas em bom número na Europa e os EUA começam a abrir os olhos para este mercado. Falta o Brasil. E por que falta o Brasil? Porque aqui, mais do que em qualquer outro lugar do mundo, tem-se a imagem de que não existe nada além de Canon e Nikon. Juntemos a isso a enorme dificuldade de se obter equipamentos fotográficos a preços justos e ficamos privados de ter sistemas menores e mais leves, com qualidade suficiente para uso profissional sem maiores problemas.
Uma das câmeras do sistema sem espelhos da Nikon que até hoje não emplacou
   Se os fotógrafos não tem olhos para outros sistemas que não sejam Canon e Nikon, por que os vendedores se interessariam em trazer produtos de outros sistemas para vender aqui se não haveria interesse neles? Então que continuemos neste círculo vicioso: só se fala em Canon e Nikon e só se vende Canon e Nikon. Quem tem facilidade em comprar no exterior tem a oprtunidade de conhecer outros sistemas, quem não tem (como eu) fica preso a Canon e Nikon, mesmo morrendo de vontade de ter um outro sistema em mãos.
A própria Canon é tão descrente do seu sistema mirrorless que a segunda câmera só foi lançada na Ásia
   E termino com a pergunta do título: o duopólio Canon/Nikon é bom para quem? Para os fotógrafos que ficam presos a duas marcas e impedidos de conhecer outros produtos que podem, em alguns casos, ser do mesmo nível ou até melhores que o destas duas? Para os vendedores que com ou sem novas marcas irão vender do mesmo jeito, já que comprador sempre vai ter? Ou para as duas fabricantes que mantém seus reinados intactos aqui no Brasil mesmo oferecendo o porco serviço de assistência técnica em uma única cidade do quinto maior país do mundo? Canon e Nikon agradecem pois sempre terão os seus fieis fanboys a defendê-las...de graça.

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28 de agosto de 2014

Luzes por toda parte na Pentax K-S1

   A Pentax já foi responsável por algumas câmeras bizarras, não se pode negar que ela gosta de inovar, e ainda tem as suas reflex multicoloridas por aí (algumas até personalizáveis). E quando a gente acha que não tem mais o que inventar, eis que a Ricoh (atual detentora da marca Pentax) anuncia uma a Pentax K-S1, uma reflex com LEDs verdes iluminando sua empunhadura e seu botão de disparo. Mas como diria aquele comercial antigo de telemarketing (ligue 011 1406): mas não é só isso! Tem ainda 12 cores diferentes disponíveis como podem ver na imagem abaixo:
As doze casas do zodíaco, ops, cores da Pentax K-S1
   A Pentax K-S1 é equipada com sensor CMOS de 20.12 megapixels (APS-C com 20.42 megapixels de resolução total); possui 11 pontos de autofoco (sendo 9 pontos cruzados); possui estabilização no sensor (de até 4 stops); o tempo de exposição varia entre 1/6000 e 30 segundos e sincronização de flash a 1/180; sensibilidade ISO 100-51200; modo contínuo de até 5.4fps (limitado a 20 arquivos JPEG ou 5 RAW); flash pop-up com alcance de até 10 metros em ISO 100; faz vídeos Full HD com taxa de 30fps em formato MOV e som estéreo; seu monitor LCD mede 3 polegadas e há um viewfinder com 100% de cobertura da visão; e é alimentada por bateria com capacidade para cerca de 480 disparos por carga. Disponível a partir de setembro ao custo de 750 dólares o corpo, e 800 dólares o kit com a objetiva 18-55mm.
O dial de modos saiu da sua posição original e ali ficou um dial de controle de exposição...
   O simulador de filtro anti-aliasing que foi lançado primeiramente na Pentax K-3 está presente também na Pentax K-S1. Ele funciona como uma espécie de filtro que liga e desliga, o fotógrafo opta por usar ou não o filtro a qualquer momento, de acordo com a sua vontade. O layout da câmera também foi repaginado fugindo um pouco daquele padrão do dial de modos no alto da empunhadura da câmera, este dial foi colocado no painel traseiro em volta do tradicional controle em forma de círculo ao lado do monitor LCD e o dial de controle de exposição foi transferido para o seu lugar. Isto poderia facilitar o uso da câmera mas acho que poderia ter sido incluído um outro controle de exposição.
...porém, onde deveria estar o dial de controle de exposição agora não tem mais nada, acho que poderia ser mantido
   Opinião do blogueiro: Os LEDs iluminadores até exercem algumas funções como indicar o número de rostos detectados no modo de detecção de faces e fazer a contagem regressiva do temporizador, mas a verdade é que estes LEDs são uma atração mais estética do que funcional. Fora isso, é uma excelente câmera (como todas as que a Pentax faz) e sempre fico com a impressão de as DSLR Pentax formarem um conjunto mais equilibrado do que as líderes de mercado aqui no Brasil. Recomendada na data de hoje para quem tem facilidade para comprar no exterior.
Vejam os LEDs como ficam
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6 de agosto de 2014

Pentax QS-1 e o museu de grandes novidades

   O título um tanto debochado faz referência ao design retrô e também a quase nenhuma novidade nesta Pentax QS-1 que é praticamente um remake da Pentax Q7 que o leitor do Foto Fácil já conhece, eu acho incrível que uma fabricante respeitada no mundo todo anuncie o lançamento de uma câmera que já existia há mais de um ano fabricada por ela própria. Houve até alguma mudança estética e umas poucas mudanças estruturais que o público-alvo desta câmera sequer nota mas acho que um lançamento precisa de algo mais.
Pouca coisa mudou em relação à sua antecessora
   A Pentax QS-1 é equipada com sensor CMOS com 12.4MP de resolução (1/1.7 de polegada com 12.76MP de resolução total); possui estabilização no sensor; produz fotos nas proporções 3:2, 4:3, 16:9 e 1:1 além de arquivos RAW; sensibilidade ISO 100-12800; o tempo de exposição varia entre 1/8000 e 30 segundos incluindo modo bulb; modo contínuo de até 5fps limitado a 5 imagens ou 1.5fps limitado a 100 imagens; o alcance do flash é de até 7 metros em ISO 200 e possui sapata para flash externo; faz vídeos Full HD com taxa de 30fps em formato MOV e som mono; seu monitor LCD mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria com capacidade para cerca de 260 fotos.
Painel traseiro igual ao da maioria das câmeras compactas
   Continua valendo, assim como no modelo anterior, a possibilidade de usar as objetivas do sistema K nesta câmera. Com o fator de corte de 5.6x que a Pentax QS-1 possui é possível usar, por exemplo, uma smc PENTAX DA 55-300mm F4-5.8 ED sendo equivalente a absurdos 308-1680mm. Mas imaginem esta lente grande e pesada em um corpo tão diminuto? Mas a Pentax também possui várias objetivas pancake inclusive a levíssima e ultra-compacta 40mm f/2.8. A personalização de cores (muito comum na Pentax) não foi esquecida, são 40 opções disponíveis e o preço do kit com uma objetiva 5-15mm f/2.8-4.5 equivalente a 28-84mm teve seu preço inicial estipulado em espantosos 500 dólares.
Aí estão as 40 opções de personalização da Pentax QS-1
   Opinião do blogueiro: Vocês podem estar se perguntando se vale a pena investir tanto em um sistema com sensor tão pequeno, mas vale ressaltar que a cultura japonesa dá muito valor à miniaturização das coisas e não é à toa que já é a quarta câmera lançada neste sistema. E como a Pentax possui uma mentalidade um tanto limitada ao mercado asiático, é pensando neste público que o sistema Q continua de pé. Então, se você tem dinheiro sobrando e compra a ideia da miniaturização das coisas, esta câmera é para você. Só para você e só comprando no exterior, isso nunca vai chegar ao Brasil.

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19 de julho de 2014

Evolução das câmeras digitais (Ano de 2012 - lentes intercambiáveis)

   Dando sequência à matéria anteriro desta série, continuo falando das câmeras lançadas no ano de 2012 mas agora é a vez das que utilizam lentes intercambiáveis. Houve o surgimento de novos sistemas mirrorless e também foi um ano marcado pelo lançamento de câmeras reflex da mesma marca em duas versões, graças à nova moda de retirar filtros dos sensores.
A Canon 60Da era uma 60D com um filtro alterado e custando 500 dólares mais cara
   A primeira câmera desta segunda parte da matéria nada mais é do que uma nova versão da Canon 60D. A Canon 60Da possui apenas um filtro infravermelho modificado para capturar uma frequência específica que favorece a astrofotografia, e só por isso essa câmera custava 500 dólares a mais que o modelo original! Continuava com o mesmo sensor APS-C de 18 megapixels e monitor LCD móvel da irmã mais velha.
Poderosa e imponente Nikon D800
   A Nikon anunciou uma renovação muito aguardada entre suas câmeras Full frame, a Nikon D800 que veio em dose dupla, com uma irmã gêmea chamada Nikon D800E e isso se deveu à retirada do filtro anti-serrilhado (chamado de low pass ou anti-aliasing) que a tornou mais cara. Com a espantosa resolução de 36MP, prometia brigar de igula para igual até com as médio-formato. A diferença de preço entre elas fica em 300 dólares.
A robusta Pentax K5 II também tev sua irmã gêmea no dia do lançamento
   Outra marca que usou do mesmo artifício da Nikon foi a Pentax quando anunciou o lançamento da Pentax K5 IIs que não era nada além de uma Pentax K5 II sem o já citado filtro anti-serrilhado. Carros-chefes da marca entre as câmeras com sensor APS-C, possuíam corpo selado contra intempéries e a diferença de preço entre elas era de apenas 100 dólares.
Canon 1D C usando uma lente de cinema
   Neste ano de 2012 a Canon ousou lançando uma câmera reflex especialmente para videografia, a Canon 1D C que fazia vídeos na resolução 4K e fazia um belo conjunto comas lentes para cinema da Canon. Com sensor Full-frame de 18 megapixels e um corpo bastante robusto, é uma câmera muito cara e dedicada apenas a profissionais que trabalham com vídeos.
A Leica M-Monochrom foi um verdadeiro fetiche fotográfico
   Mais uma câmera que era apenas uma versão modificada de outra já existente, a Leica M-Monochrom é exatamente o que o nome diz: monocromática. Acreditem se quiserem, a Leica teve a ousadia de criar uma câmera digital capaz de caputar imagens apenas em preto e branco, o que parece loucura para os dias de hoje. Com sensor Full-frame de 18 megapixels, era uma versão da famosíssima Leica M9. Câmera para muito poucos pois custava 8 mil dólares só o corpo...
Canon EOS-M é bonitinha mas ordinária
   A Canon enfim entrou no ramo das mirrorless no ano de 2012, mas foi de forma inssossa que era melhor nem ter entrado. A Canon EOS M, com sensor APS-C de 18MP e nova baioneta EF-M, parece ter sido lançada apenas por obrigação, somente para não ficar de fora. Tanto que não vingou até hoje, raramente se ouve falar no sistema mirrorless da Canon, mas ele existe, acreditem! Mas a prova de que o sistema é meio marginalizado pela própria fabricante é o fato de ter até hoje apenas 4 lentes oficiais disponíveis.
Para o meu gosto o design da Pentax K-01 é bem estranho
   A Pentax optou por uma inovação um tanto bizarra no design, mas apostou em manter a baioneta de suas câmeras reflex. Isso quer dizer que não será preciso lançar novas lentes exclusivamente para o seu sistema mirrorless, mas eventualmente ocorrerá o problema de lentes grandes demais em um corpo relativamente pequeno para elas, mas a fabricante vem criando novos modelos de suas levíssimas objetivas pancake. O sensor da Pentax K-01 é um APS-C de 16 megapixels.
Belas câmeras e qualidade acima da média, assim a Fuji vem construindo a boa reputação de seu sistema mirrorless
   Para encerrar com o que aconteceu de melhor no ano de 2012, na minha modesta opinião, o início do sistema mirrorless da Fuji. Nesta época ainda era um sistema apenas promissor, cheio de incertezas e desconfiança, mas o tempo mostraria que este talvez fosse o melhor sistema mirrorless em questão de qualidade de imagem. Este modelo em si, o Fuji X-Pro1, nem foi tão empolgante mas o que se viu depois foi a glória da Fuji com modelo bonitos e de qualidade incrível, um sistema altamente competente. No início apostou-se em muitas lentes de distância focal fixa, mas agora mais objetivas zoom estão surgindo e outros fabricantes já produzem lentes também para este sistema. O sensor era um APS-C de 16MPe o sistema e a baioneta se chamariam simplesmente X.

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18 de julho de 2014

Evolução das câmeras digitais (Ano de 2012 - compactas)

   Vocês se lembram que na última matéria desta série eu escrevi que estava começando uma metamorfose na fotografia digital após alguns anos de marasmo tecnológico? Pois bem, o ano de 2012 foi tão repleto de novidades (e a maioria delas muito boas) que tive que dividir essa matéria em duas partes, uma com as compactas e outra com as câmeras de lentes intercambiáveis, e ainda assim as matéria ficaram grandes.
Pentax VS20 e seus dois botões de disparo
   A Pentax anunciou uma câmera que trazia até uma boa novidade, mas para o público-alvo errado: uma câmera compacta com botão de disparo vertical, como se houvesse um grip vertical nela. A ideia seria muito bem aceita se não tivesse sido introduzida em uma câmera compacta totalmente automática e com poucos atrativos. A Pentax VS20 era uma superzoom de pequeno porte com 20x de zoom e possuía um sensor CCD de 12 megapixels.
A Nikon S30 e sua aparência de brinquedo
   Essa aqui eu já achei uma excepcional ideia e o bom é que ela hoje já está em sua terceira versão, sinal de que fez sucesso e agradou ao público. A Nikon S30 é uma câmera à prova d'água super simples e bem pequena, com aparência de câmera de brinquedo e parece que foi intencional, é uma câmera destinada a famílias com crianças que costumam usar a câmera. De facílimo manuseio e custo muito baixo para uma câmera à prova d'água, achei essa uma jogada sensacional da Nikon. Esta câmera possui 3x de zoom e um sensor CCD de 10 medindo 1/3 de polegada, comumente usado em smartphones.
Samsung Galaxy Camera e seu imenso monitor LCD
   A Samsung ousou, como de costume, e lançou um híbrido de smartphone e câmera com quase todas as funcionalidades de um dispositivo móvel dotado de sistema operacional Android em 3 versões: wi-fi, wi-fi + 3G e wi-fi + 4G. Eu disse quase todas as funcionalidades porque ele não servia para telefonar para alguém, mas todas as funções de conectividade com internet e redeso sociais esavam lá. A Samsung Galaxy Camera possui 21x de zoom, um sensor de 16 megapixels e um monitor LCD gigante de 4.8 polegadas.
A Nikon S800c tem mais jeito de câmera do que o modelo anterior
   A conectividade deu o tom na fotografia digital em 2012 e a Nikon também aderiu ao sistema Android. Com uma câmera de funcionamento mais simples, não sendo tão parecida com um smartphone, a Nikon S800c possui 10x de zoom, um sensor com 16 megapixels de resolução e um grande monitor OLED touchscreen de 3.5 polegadas.
A Panasonic FZ200 era a mulher superzoom lançada até aquele momento
   A Panasonic surpreendeu a todos com uma superzoom de abertura constante f/2.8, algo que não se via há muitos anos e não se esperava ver novamente. A Panasonic FZ200 repetiu o sucesso da consagrada série FZ com uma lente Leica super clara (para os padrões de uma superzoom, principalmente em tele) com 24x de zoom e um aclamado sensor de 12 megapixels em uma época em que a guerra dos megapixels estava chegando ao seu auge.
Sem dúvida a Sony RX100 era a melhor câmera de bolso que existia
   Mas 2012 também foi o ano das compactas premium e tivemos 3 verdadeiras joias neste ano, começando com a Sony RX100. Com um arrojado sensor de 1 polegada com 20MP de resolução e uma verdadeira Carl Zeiss com 3.6x de zoom cabendo incrivelmente no bolso, foi uma das câmeras de maior sucesso dos últimos anos mesmo com um preço não muito acessível. Qualidade de imagem no seu sentido mais puro.
Uma das compactas mais compeltas que já vi, a Canon G1x peca no seu tamanho
   A Canon também havia surpreendido com uma nova série de compactas premium e um sensor gigantesco de 1 polegada e meia. A Canon G1x foi apenas o estopim de uma revolução na fotografia digital, em uma época em que as câmeras digitais perdiam cada vez mais espaço para os smartphones era preciso que as fabricantes de câmeras pensassem em algo diferente e a Canon foi a primeira delas. Com 14MP e 4x de zoom, era compacta só no nome, não era tão portátil quanto o modelo do parágrafo anterior mas também trazia consigo uma qualidade de imagem acima da média com um custo-benefício surpreendentemente muito bom.
Além de tudo que está escrito aí embaixo, a Sony RX1 ainda é linda
   Mas a estrela de 2012 foi, sem dúvida, a Sony RX1. Uma compacta Full-frame! Com 24 megapixels e uma objetiva de 35mm, se tornou a vedete da chamada fotografia de rua (prefiro evitar estangeirismos de fácil tradução como street photography). Com uma Carl Zeiss de causar inveja a qualquer câmera, era uma câmera que poderia até ser usada profissionalmente pois sua qualidade de imagem é absurda e indiscutível.

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12 de maio de 2014

Evolução das câmeras digitais (Ano de 2011)

   Chegamos ao ano de 2011 na nossa jornada pela evolução das câmeras digitais ano a ano, e este ano foi particularmente interessante pois começava uma nova metamorfose nas câmeras digitais. Eu diria que nos primeiros anos de fotografia digital procurava-se por uma padronização em câmeras compactas, reflex, compactas premium e, posteriormente, as mirrorless. Tal padrão foi alcançado em meados da decada passada e então a fotografia passou por um marasmo, com poucas novidades. O ano de 2011 pode ser marcado como o contrário, o ano em que se começou a buscar uma "despadronização", desconstruir tudo que foi criado até então em busca de alternativas interessantes para os novos fotógrafos, pois a fotografia digital chegava com força aos smartphones e era de se esperar uma reação dos fabricantes de câmeras. Vamos ver o que eles aprontaram neste atípico ano de 2011.
A ideia do mini espelho pareceu uma tentativa desesperada de inovar, mas nunca deu certo
   Logo no início do ano começamos com esta bizarrice que foi um dos últimos sopros de vida da Kodak antes de seu quase-fim e compra da marca por uma empresa asiática. A Kodak EasyShare Mini (M200) vinha com um minúsculo espelho redondo e levemente convexo (como os retrovisores de automóveis) que, reza a lenda, tinha como utilidade ajudar nos autorretratos. Era uma câmera com resolução de 10MP em um sensor minúsculo de 1/3 de polegada e 3x de zoom entre 29-87mm. Não deu muito certo.
Funciona muito mais como uma filmadora de bolso do que como câmera fotográfica
   Um dia depois foi a vez de a Casio inovar com uma câmera que serve mais como filmadora do que como câmera fotográfica, a Exilim TRYX, uma câmera bastante fina e com um visor totalmente móvel tornando possíveis os maiores malabarismos em busca da posição ideal para filmar (e até fotografar!) algo. Com 12MP em um sensor padrão de 1;2.3 de polegada e distância focal fixa em 21mm (isso mesmo, não havia zoom óptico), não se pode dizer que foi o mesmo fracasso da Kodak Mini, pois teve até uma continuação.
Uma excepcional câmera, que mostrou um pouco do que a Olympus poderia fazer nas suas compactas
   Novamente um dia depois, enfim algo de encher os olhos: a primeira compacta premium com controles manuais da Olympus desde o modelo SP320 no ano de 2006, e nunca antes uma compacta havia trazido consigo a sua elogiada óptica Zuiko, nas compactas rebatizada de I. Zuiko. A Olympus XZ1 foi um sonho de consumo meu durante algum tempo, mas a falta de grana me fez colocar os pés no chão. Essa belezura tinha sensor de 1/1.63 de polegada com resolução de 10MP e zoom de 4x entre 28-112mm em uma lente com agressiva abertura f/1.8-2.5, e tinha até um anel de controle ao redor da lente, que estava voltando à moda. Provavelmente era o mesmo sensor das compactas premium da Panasonic, parceira de longa data no sistema 4/3.
Vejam o tamanho da câmera e da lente!!!
   Eu disse que o ano era atípico, e eis que em setembro surge a Pentax Q. Essa nova bizarrive tecnológica (que agrada e muito ao público do Japão) consiste em uma câmera com sensor padrão de compacta (1/2.3 de polegada) com resolução de 12MP e lentes intercambiáveis. As lentes para um sensor como este eram tão pequenas que eram chamadas de Toy Lens, tipo Toy Story sabe? Parecem de brinquedo!!! E ainda foi criado um adaptador para usar as objetivas das reflex Pentax nesta câmera que possui fator de corte de 5.2x. Agora conseguem imaginarr uma objetiva 50mm com distância focal equivalente a 260mm?
Design retrô simples, bonito e eficiente
   A Fuji dava continuidade ao ambicioso projeto da série X (iniciado com a Fuji X100). A Fuji X10 foi a primeira câmera a utilizar a mesma tecnologia empregada na X100, agora em um sensor medindo 2/3 de polegada que passaria a se tornar o padrão da Fuji para suas compactas premium. É bem verdade que houve um erro de projeto neste sensor, o famoso mal dos círculos brancos, mas isso em nada manchou a reputação da fabricante pois quem entendia do assunto sabia que havia potencial para câmeras espetaculares e assim terminaria acontecendo. Com 12MP e objetiva 28-112mm f/2.0-2.8, era apenas o início de uma série de sucesso absoluto.
Muitos controles além de um muito bem-vindo anel de zoom
   Neste mesmo ano a Fuji deu outro grande passo com a série X, agora uma superzoom com este mesmo sensor de 2/3 de polegada: a Fuji X-S1. Com o problema dos círculos brancos minimizado, talvez a objetiva mais escura tenha ajudado nisso, é uma câmera que até hoje não teve sua sucessora mas continua sendo bastante procurada. Sua objetiva com 26x de zoom cobre distância focal entre 24-624mm.
Nikon V1 e suas lentes na mesma cor dos corpos
   A novidade da Nikon foi a adesão às mirrorless, mas com uma proposta totalmente diferente: as Nikon V1 e J1 foram anunciadas com sensores de 10MP medindo apenas 1 polegada, bem menor do que todas as concorrentes e um fator de corte de 2.7x. O problema é que as câmeras não ficaram tão pequenas quanto deveriam ser (por conta do sensor muito menor) e nem os preços ficaram mais baixos (como um sensor menor deveria sugerir). É um sistema que está até hoje buscando sua afirmação, mas seriam lançados muitos outros modelos nos próximos anos.
Nikon V1 foi a câmera principal para o início das mirrorless Nikon
   Mas, sem dúvida, o que mexeu com a fotografia digital neste ano foi a Lytro Light Field. Uma câmera que se parece mais com uma lanterna e prometia (e cumpria!) que se fizesse o foco após a foto já estar pronta, era a chamada "câmera de campo luminoso". Ela conseguia focar todos os planos possíveis e possibilitava que o usuário na hora da edição escolhesse onde ficaria o foco, no fundo, na frente, no meio, tudo com um simples toque na área desejada. Na época eu a chamei de câmera de preguiçoso mas a ideia foi se aperfeiçoando e outros modleos modelos melhores surgiram a seguir. Sua lente com distância focal entre 35-280mm possuía abertura f/2.0 constante e nunca foi uma câmera muito barata.
A princípio a Lytro parece um tanto estranha, mas a ideia é genial
   Em cada parágrafo há um link para a matéria correspondente às câmeras no Foto Fácil. Aguardem a matéria sobre o ano de 2012, teve muita coisa nova e legal também.

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