10 de fevereiro de 2011

Série P da Nikon traz boas novidades: P300 e P500

   Neste frenético mundo da fotografia digital, há tantos novos modelos sendo lançados que essa quantidade absurda não consegue ter novidades suficientes para o público. Não seria melhor termos 30% menos câmeras no mercado mas com alguma coisa relevante? Felizmente, a Nikon mantém a tendência iniciada ano passado com lentes super claras e ainda confirma uma nova tendência para 2011 que são as super grandes-angulares!
 Câmera de design clássico com linhas retas

   A Nikon P300 traz junto ao seu CMOS de 12MP de resolução, uma lente com aproximadamente 4.2x de zoom cobrindo distância focal de 24-100mm com maravilhosa abertura 1.8-4.9 e ainda possui supermacro de 3cm! A velocidade dos cliques varia entre 1/2000 e 8 segundos; possui estabilização óptica; sensibilidade ISO até 3200; modo contínuo de 8fps; faz vídeos Full HD com taxa de 30fps e câmera lenta a 120fps; alcance do flash é de 6.5 metros; o LCD mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria.
 Muitas opções de controles dão agilidade a esta câmera

   Outros atrativos são a presença de modos dedicados a HDR e panorâmicas inclusive de 360º, muito procurados hoje em dia; a resolução do LCD é bem alta, de 921000 pixels; o processador é o Expeed C2, o mais moderno entre as compactas; opções de retoque já conhecidas da Nikon; e a presença dos tão prezados por mim, controles manuais.
 Painel traseiro com poucos botões é tradição na Nikon

   Opinião do blogueiro: Tem tudo para ser uma espetacular câmera pois a Nikon melhorou muito a qualidade das lentes de suas compactas a partir da P100. Entra na briga com Canon SX120 e SX130, as Panasonic ZS, as Sony HX de pequeno porte e Fuji série F. Vai depender do preço mas pelas suas características tá altamente recomendada.
 Design semelhante ao da antecessora P100

   A Nikon P500 vem com ares de sucessora da P100 com sensor CMOS de 12MP; lente com 36x de zoom cobrindo a espetacular distância focal de 22.5-810mm com decepcionante abertura de 3.4-5.7 compensada com supermacro de 1cm; a velocidade dos cliques varia entre 1/1500 e 2 segundos; estabilização pelo sensor; sensibilidade ISO até 3200; modo contínuo de 8fps; vídeos full HD com taxa de 30fps e em câmera lenta a 240fps; o alcance do flash é de 8 metros; o LCD móvel mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria.
 Botão dedicado para modo contínuo perto do botão de disparo

   Prestem atenção aos 36x de zoom da P500 pois ela NÃO possui alcance maior que a Canon SX30 (35x) e a Olympus SP800 (30x), o que vale é a distância focal que é de 810mm no máximo contra 840mm das outras duas. Também possui o mesmo processador, controles manuais, modo panorâmico e resolução do LCD que a P300 possui.
 Todas as fotos retiradas do site do fabricante

   Opinião do blogueiro: Louvável atitude da Nikon em colocar uma grande angular de 22.5mm nesta câmera, isso até a absolve de ter uma abertura relativamente baixa mas faz esta câmera de 36x ser ótima para paisagens, nada vai escapar desta lente. O macro de 1cm é a cereja do bolo desta bela câmera mas a falta de longa exposição é imperdoável. Recomenda com ressalvas.

9 de fevereiro de 2011

A Fotografia e sua história

   Dando prosseguimento à parceria com o curso de fotografia Grande Angular, hoje temos uma postagem especial enviada pela coordenadora do curso, Márcia Costa. O Foto Fácil se sente honrado pela oportunidade de ter um texto com tantas referências sobre o início da fotografia e alguns de seus mestres.

Grande Angular Curos de Fotografia
Básico - Estúdio - Photoshop - Iluminação
Tel: 21- 7415.7569 / 8721.6903 / 2596.2579

   A fotografia surgiu do desejo do homem retratar o mundo a sua volta. Desde os primórdios, com a arte rupestre nas cavernas, a pintura e os movimentos artísticos, o homem vem registrando tudo o que vê.  Com a fotografia não foi diferente.
    A máquina fotográfica nada mais é do que o aperfeiçoamento da câmera escura, inventada por Aristóteles (que a usava para observar eclipses), e aperfeiçoada por Da Vinci em seus esboços de pintura. Esta câmera era então uma caixa fechada, apenas com um orifício em uma das extremidades, e que projetava a imagem invertida em sua parede oposta. Quando um objeto era colocado em frente a este orifício, a imagem era projetada de cabeça para baixo e servia de molde para o pintor. Assim funciona a câmera fotográfica.
 Primeira câmera fotográfica da Kodak

     Partindo desse ponto, muitos foram os que tentaram fixar esta imagem em alguma superfície, com dimensões menores que a caixa preta. Se Da Vinci criou a imagem que ficava dentro da caixa, precisando ser pintada depois, o desafio se tornou fixá-la diretamente.
     Um dos primeiros a conseguir este feito foi o francês Joseph Nicéphore Niépce, em 1826. Foi atribuída a ele a primeira fotografia feita no mundo, que retratou a vista da janela de seu ateliê, e levou oito horas para ser fixada em uma placa de estanho coberta de betume da Judéia. Paralelamente a ele, outros homens no mundo tentavam reproduzir as mesmas experiências, como outro francês, Louis Jacques Mandé Daguerre.
No Brasil, um francês radicado em Campinas, Hércules Florence, desenvolveu negativos e foi o primeiro a utilizar o termo “photographie”, em 1833. Porém, esta descoberta só veio a público em 1976, através do historiador Boris Kossoy, que apresentou as anotações e os experimentos  de Florence ao Instituto de Tecnologia de Rochester, nos Estados Unidos. Ficou assim comprovada a descoberta, realizada no Brasil, como pioneira. 
Eis o famoso Daguerreótipo
     Daguerre e Niépce começaram a trocar correspondências e informações sobre a fixação de imagens em placa de cobre sensibilizada com produtos químicos.
     Com a morte de Niépce, e com muitos outros fazendo pesquisa sobre este tipo de processamento, Daguerre expôs sua criação na Academia de Ciências e Belas Artes e vendeu ao governo Frances a invenção da fotografia em troca de uma pensão vitalícia, em 19 de agosto de 1839, na França.
     Dessa forma surgiu o Daguerreótipo, nome dado ao equipamento e ao estojo onde era colocada a placa com a imagem gravada, após ser retirada da câmera. Uma placa de cobre, sensibilizada com prata e fixada com vapor de mercúrio era colocada em uma caixa de madeira, que então levava apenas 20 minutos para fixar a imagem.
    A fotografia foi a sensação do momento. O problema é que a imagem era única, não havia a possibilidade de cópias. Para realizá-las, era necessário que a pessoa ficasse sentada em uma cadeira especial, imóvel, quantas vezes fosse o número de imagens desejadas, por um período de 20 minutos para cada foto. Mas este processo não durou muito - logo a possibilidade de cópias surgiu, pois as pesquisas não pararam.
 Primeira foto de Niépce

   Fox Talbot, na Inglaterra, inventa o Calótipo em 1841. Tratava-se de uma base de papel emulsionada com sais de prata que registrava uma matriz em negativo a partir da qual era possível fazer cópias positivas. Em 1851, Frederick Scott Archer demonstrou na Grã-Bretanha o Colódio Úmido, negativo de vidro processo 20 vezes mais rápido que os anteriores, em que os negativos apresentavam uma riqueza de detalhes semelhantes à do daguerreótipo, com a vantagem de permitir a produção de várias cópias. Passou-se então da cópia única na chapa de metal ao negativo de vidro, tornando possível a reprodutibilidade e infinidade de cópias.
      Mas a fotografia despontou mesmo no mundo com a Kodak. Em 1888, a empresa lançou uma câmera portátil, de película (o nosso velho e bom filme de negativo), capaz de produzir 100 imagens, com o slogan: “Aperte o botão que nós fazemos o resto!”.
Bastava comprar a câmera, com filme para 100 imagens nas lojas de George Eastman. Depois dos cliques, era só levar a máquina de volta à loja, para pegar suas fotos e mais uma câmera com um rolo de filme com outras 100 fotos prontas para clicar. Foi o “boom” da fotografia no mundo.
 Estojo com foto feita pelo Daguerreótipo

     De lá pra cá, quanta evolução! Hoje não utilizamos mais Daguerreótipo, filmes e negativos, mas um chip. Nossas câmeras, por meio de pulsos elétricos, formam a imagem e a armazenam, e dependendo da capacidade do cartão de memória, fazem mais de mil imagens. Estas fotografias ainda podem rodar o mundo em minutos através da Internet.
A revolução digital veio aumentar, e muito, a popularidade da fotografia e fez crescer, também, o número de fotos produzidas individualmente, já que o filme ficava limitado ao número de chapas por rolo. Antes, aumentar o número de fotos acarretaria em custos mais altos com filmes e revelação, e este problema resolvido com a tecnologia.
     A fotografia evoluiu e muito, desde sua invenção. Não duvide que novas coisas possam surgir ainda. A cada dia aparece uma nova câmera no mercado. A fotografia digital ainda não atingiu a perfeição da imagem como a película, apesar de ser muito boa. Mas isso não deve demorar muito.
O mais interessante disso tudo é que a fotografia atualmente tornou-se popular, hoje todo mundo tem uma câmera, mesmo que no celular. Repare bem: onde quer que você esteja, há alguém fazendo um registro fotográfico do momento. É como diz o ditado: Uma imagem vale mais que mil palavras!

8 de fevereiro de 2011

Novos modelos da série V da Olympus e nova série SZ

   A Olympus lançou mais 4 câmeras porém, sem grandes novidades. Deu continuidade às novas séries VG e VR e lançou uma nova superzoom automática, sem controles manuais, aumentando a concorrência para a líder desse segmento, a Nikon L110.
 Novo design padrão das compactas Olympus é bem simples

   A Olympus VG110 é mais barata que as trigêmeas VG120, VG130 e VG140, lembram? A resolução é de 12MP; sua lente com 4x de zoom cobre distância focal de 27-108mm com abertura 2.9-6.5 e macro de 5cm; a velocidade dos cliques varia entre 1/2000 e 4 segundos; a sensibilidade ISO chega até 1600; possui estabilização apenas digital; faz vídeos VGA (640x480) com taxa de 30fps; modo contínuo não divulgado; o alcance do flash é de 4.4 metros em ISO 800; seu LCD mede 2.7 polegadas; e é alimentada por bateria.
 Apenas controles básicos no painel traseiro

   Opinião do blogueiro: Mais básica, impossível. Porém, tem diferenciais em relação à concorrência como a grande angular de 27mm e a abertura de 2.9 e se custar até 300 reais aqui no Brasil, passa a ser a melhor opção na falta da Canon.
 Design mais robusto e elegante das médio zoom

   As Olympus VR320 e VR330 são quase gêmeas, as diferenças estão na resolução do LCD que é maior na VR330 e esta ainda tem saída HDMI e modo 3D. A resolução é de 14MP; sua lente de 12.5x de zoom cobre distância focal de 24-300mm com abertura 3.0-5.9 e supermacro de 1cm; velocidade dos cliques entre 1/2000 e 4 segundos; sensibilidade ISO de até 1600; modo contínuo não divulgado; estabilização pelo sensor; faz vídeos HD com taxa de 30fps; alcance do flash até de 4.7 metros em ISO 800; LCD mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria.
 Botão dedicado para vídeos nas câmeras da série VR

   Opinião do blogueiro: Boa opção com ótima grande angular e supermacro de 1cm, fica faltando saber o alcance do flash pois o fabricante não divulgou esta informação assim como todas as informações faltantes mas a princípio parece uma boa compra, principalmente a VR330 pela presença do modo 3D.
 Todas as fotos retiradas do site do fabricante

   A Olympus SZ10 parece ser daquelas câmeras só para inchar o mercado pois não trouxe nada de novo, a Olympus simplesmente parou de fabricar superzoom com controles manuais. Resolução de 14MP; lente de 18x de zoom cobrindo distância focal de 28-504mm com abertura 3.1-4.4 e supermacro de 1cm; velocidade dos cliques entre 1/2000 e 4 segundos; sensibilidade ISO até 3200; modo contínuo de 0.8fps; estabilização pelo sensor; faz vídeos HD com taxa de 30fps; o alcance do flash é de 6.4 metros em ISO 800; o LCD mede 3 polegadas; e é alimentada por bateria.
 Poucos botões indicam bastante uso do menu

   Opinião do blogueiro: Outra opção "mais do mesmo". A seu favor contam o macro de 1cm, os filtros de arte presentes em todas as compactas Olympus, o modo 3D e panorâmico que estão disponíveis. Resta saber quanto vai custar aqui no Brasil, isso se for lançada aqui ou importada por alguém. O preço no exterior é bem agradável, 250 dólares. Estando no preço da L110 aqui se tornará uma boa opção.
 Ausência de controles manuais deve afastar parte do público

   Gostaria de pedir desculpas pela eventual falta de informações mas eu faço o que posso pra trazer as notícias em primeira mão e todas as referências aos modelos são retirados dos sites dos fabricantes, inclusive, algumas informações que percebo que estão erradas eu corrijo na hora, por exemplo: O site da fabricante afirma que a SZ10 de 18x de zoom possui distância focal de 28-840mm mas isso daria 30x, é só fazer as contas.

7 de fevereiro de 2011

Canon T3 e T3i, as primeiras DSLR de 2011

   Também chamadas de 1100D e 600D, são as substitutas naturais das famosas e super bem sucedidas 1000D (XS) e 550D (T2i) respectivamente. Para mim, fica claro que a Nikon está um passo a frente nessa categoria da 600D pois ainda conta com a poderosa D90 e já emendou uma excelente D7000, já na categoria da 1100D as coisas são mais parelhas com as D3100 e D5000, na minha opinião fica muito difícil apontar uma marca que se destaque mais.
 T3 com design padrão da Canon com empunhadura lisa

   A Canon T3 possui sensor CMOS (alguns mm menor) de 12MP com fator de corte 1.6x; a velocidade dos cliques varia entre 1/4000 e 30 segundos, além do bulb; sensibilidade ISO até 6400; a escala do fotômetro está bem abrangente, de -5 a +5 no modo manual; o modo contínuo é de 3fps; faz vídeos HD com taxa de 30 fps; 63 pontos de medição de luz; 9 pontos de autofoco; flash com alcance de 13 metros em ISO 200; LCD de 2.7 polegadas no formato 4:3; alimentada pela nova bateria LP-E10 e por enquanto não há grip disponível para ela.
 Pequenas mudanças na distribuição dos botões

   Opinião do blogueiro: É realmente a adversária da Nikon D3100 porém, vale ressaltar que o modelo da Nikon faz vídeos em Full HD. Tirando isso, a T3 tem tudo para cair nas graças do público e com a falta de XS e XSi no mercado, daqui a poucos meses será a nova opção de reflex de entrada da Canon, já preparando a retirada de campo da T1i. Preço inicial de 600 dólares com lente 18-55. Recomendadíssima.
 Empunhadura mais segura na T3i, porém, ainda parece curta

   A Canon T3i mantém no seu CMOS a resolução de 18MP da antecessora T2i com fator de corte 1.6x; mesma velocidade entre 1/4000 e 30 segundos incluindo modo bulb; sensibilidade ISO até 6400 com expansão para 12800; fotômetro vai de -5 a +5 no modo manual; modo contínuo de3.7fps; vídeos Full HD com taxa de 30 fps e HD com taxa de 60fps; 63 pontos de medição de luz; 9 pontos de autofoco; alcance do flash de 13 metros em ISO 100; LCD móvel de 3 polegadas em proporção 3:2 com altíssima resolução; alimentada pela bateria LP-E8 da T2i e também pode usar o grip BG-E8 da T2i mostrando que é uma autêntica sucessora.
 Sensacional LCD móvel para auxiliar nos vídeos e live view

   Opinião do blogueiro: A altíssima resolução vai favorecer a profissionais que trabalham com grandes impressões; o sistema de autofoco foi melhorado. O fato de poder usar bateria e grip da T2i é um ponto a favor mas o preço da câmera está salgado: Inicialmente 800 dólares apenas o corpo, e 900 dólares com lente 18-55. Recomendada.

   Pode parecer que as duas câmeras sejam muito parecidas tecnicamente mas há muitas funções que na prática distanciam muito as duas câmeras como o autofoco, balanço de branco e outras opções de customização além de maior acesso direto às funções presentes apenas na T3i. Mas ambas se tornam excelentes opções.

1 de fevereiro de 2011

Mural de Janeiro de 2011

   A cada mês o pessoal do grupo me deixa em maiores apuros pra escolher as fotos da galeria, esse mês foram 15 fotos escolhidas. Muita foto boa fica de fora porque a postagem não aceita endereços do flickr, apenas o código HTML e alguns usuários não usam esta forma de compartilhamento.

Monalisa Gomes - Fuji S2800
DSCF3111
As pétalas ainda se abrindo foram um diferencial

Lana Cristina - Nikon D3000
Londres
Torres famosíssimas de Londres ganham charme com subexposição

Lídia Maronezi - Nikon P100
Lili! :}
Fantástica pose da linda gatinha

Ivan Antônio da rocha - Sony H50
DSC04250
Belíssimo colorido nesse arranjo de flores

Lorenlay - Panasonic TZ5
Feliz Ano Novo
Ótima superexposição sem muitos borrões

Diego Olívio - Canon A720
Santos e seu Jardim
O contraste do céu nublado com o verde do gramado encantam

 Victor - Panasonic G10
Water Mirror
Interessante reflexo, pena que o local é mal habitado...

Julia - Panasonic LX5
01-23-11
Ótima profundidade de campo nessa paisagem

Douglas Alves - Panasonic FZ35
Silhueta do Cristo a direita
Ótimo tom do céu além da técnica dos pontos de ouro

Lívia - Panasonic FZ40
<3
Ótimo uso da luz pela mais nova e promissora fotógrafa do blog

Diogo Soares - Kodak P850
jardim - Nordeste
Nosso amigo português nos brinda com uma bela paisagem

Wendley Souza - Nikon D3100
Grades da proteção (ou solidão?)
Ótimo registro que passa despercebido por alguns

Fábio Scotti - Sony W150
PARIS
Um ângulo diferente da Torre Eiffel

Jhanne Mara- Nikon D90
DSC_0871
Excelente técnica deixando o chafariz descentralizado

Lina Costa - Olympus T100
A mocidade e a maturidade.
Mais uma jovem mostrando seu talento com belas cores

   Estão todos de parabéns, espero que essas galerias mensais aqui no blog incentivem os leitores a fazerem cliques cada vez melhores percebendo o que tem de bom em cada uma destas fotos e tentando fazer uso das melhores técnicas para poder aproveitarem o que seus respectivos equipamentos oferecem. Até a próxima.
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